No terceiro dia da programação da 8ª EDIÇÃO DA SEMANA ACADÊMICA DE ENGENHARIA, teremos duas incríveis palestras: “Futuro na Engenharia” – com Cesar Henrique Sato Daher, IDD Educação Avançada, e “Gerenciamento de Projetos – Case Volvo” – com Germano Menzel e “O que é Project Management Institute (PMI)” – com Maykonn Acyr Gomes Xavier.
Cesar Henrique Sato Daher é Técnico em Edificações, Engenheiro Civil, Mestre, founder do IDD Educação Avançada e DAHER Engenharia Consultiva e Tecnologia, com 35 anos de atuação em Tecnologia do Concreto, Materiais, Engenharia Preventiva e Patologia, atendendo Obras de Vulto de Infraestrutura, Industriais, Comerciais e Residenciais, junto a Grandes Construtoras e Empreiteiras. 24 anos de experiência como Professor de Cursos de Graduação/Pós-Graduação das áreas de Engenharia Civil/Arquitetura em renomadas Instituições de Ensino Superior.
Germano Menzel é Mestre em Engenharia Mecânica pela PUCPR e atua como Chief Project Manager na Volvo do Brasil. Com mais de 8 anos de experiência em desenvolvimento de produto, lidera projetos de caminhões e o gerenciamento de portfólio de produtos. Ao longo de sua trajetória, esteve envolvido em diversas fases do processo de desenvolvimento, acumulando uma visão abrangente e estratégica da área.
Maykonn Acyr Gomes Xavier é Vice-Presidente Financeiro do PMI Paraná Chapter, atuando de forma ativa na promoção das melhores práticas em gerenciamento de projetos no estado. Com mais de 15 anos de experiência liderando iniciativas estratégicas, atualmente é IT Senior Project Manager no Grupo Volvo do Brasil, conduzindo projetos de inovação e transformação digital em escala global. Certificado PMP e PSM I, possui formação sólida em Tecnologia da Informação, Engenharia de Software, Comunicação e Oratória, e Gestão de Projetos. Sua atuação combina visão estratégica, liderança servidora e comunicação assertiva, inspirando equipes a entregarem resultados de alto impacto.
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27/08 (Quarta): PROGRAMAÇÃO TÉCNICA
- 19h00: Palestra Futuro na Engenharia – com Cesar Henrique Sato Daher, IDD Educação Avançada.
- 19h50: Palestra Gerenciamento de Projetos - Case Volvo – com Germano Menzel, Chief Project Manager na Volvo do Brasil
- 20h30: Palestra O que é Project Management Institute (PMI) – com Maykonn Acyr Gomes Xavier, Vice-Presidente Financeiro do PMI Paraná Chapter.
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- Data: 27/08/2025 (Quarta)
- Horário: 19h00
- Local: Centro de Eventos e YouTube
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Clique AQUI e consulte a programação completa!
O evento é gratuito, mas pedimos que traga um kg de alimento não perecível para ser doado às famílias carentes.
*A doação não é obrigatória, mas pode fazer a diferença para muitos necessitados.
**Programação sujeita a alterações.
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O Instituto de Engenharia do Paraná promove a Visita Técnica ao Espaço Smart no dia 26 de agosto, fazendo parte da programação da 8ª SAE (Semana Acadêmica de Engenharia).
O ESPAÇO SMART é o maior ecossistema de construção a seco do Brasil. São 43 lojas físicas em 17 estados do país e tem a maior indústria de steel framing da América Latina.
Quer conhecer um pouco mais, acesse o site da empresa: www.espacosmart.com.br
PROGRAMAÇÃO DA VISITA:
- 09h30: Recepção na fábrica com café da manhã
- 10h00: Visita aos setores: Indústria / Fábrica
- Engenharia e Arquitetura
- Esquadrias de PVC – fábrica
- Vila Espaço Smart
- 13h30: Almoço
- 14h30: Retorno à Curitiba
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- Data: 26/08/2025 (Terça)
- Horário: 07h30
- Local: Saída do IEP
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Participe e saiba mais sobre soluções sustentáveis e inovadoras.
*Exclusivo para associado IEP, com prioridade aos Acadêmicos da CT Universitária.
**Programação sujeita a alterações.
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O Instituto de Engenharia do Paraná chega na 8ª EDIÇÃO DA SEMANA ACADÊMICA DE ENGENHARIA e te convida a fazer parte da abertura do evento com o painel “Ingressando no mercado de trabalho” com os palestrantes Antoninho Caron, presidente do CIEE-PR e Alessandro de Castro – Superintendente IEL-PR.
Antoninho Caron é formado em Administração de empresas e Filosofia pela FAE, tem mestrado em Desenvolvimento Econômico – UFPR e doutorado em Engenharia da Produção – Inovação Tecnológica UFSC. Atualmente é Presidente do Centro de Integração Empresa-Escola do Paraná – CIEE/PR gestão 2024/2026 e 2022/2024; Vice-Presidente da Associação Comercial do Paraná – atual; Membro do Conselho Universitário da UFPR e do Conselho de Planejamento e Administração da UFPR- Representando Comunidade por indicação da ACP; Professor de Economia e Negócios Internacionais da FAE – Centro Universitário de 1975/2021 – 46 anos – tendo exercido atividade de Professor; Diretor de Pós-Graduação da FAE Business – Coordenador do Programa de Mestrado – Coordenador do Curso de Administração; Membro do Conselho de Comércio Internacional da Federação das Indústrias do Paraná; Membro do Conselho de Comércio Exterior da Associação Comercial do Paraná; Secretário de Indústria, Comércio e Turismo de Curitiba – 1993/1997; Diretor Geral da Secretaria de Estado do Planejamento Paraná 1997/2001; Diretor Geral Secretaria de Estado da Indústria e Comércio do Paraná 1985/1987; Coordenador Programa de Mestrado da FAE 2008/2010; Coordenador Curso de Administração da FAE 2010/2012; Diretor de Pós-Graduação da FAE 2012/2015. Já teve um livro publicado “Globalização, Organizações e Estratégias Empresariais” – São Paulo: Atlas; além de artigos diversos em livros e revistas e jornais.
Alessandro de Castro é Administrador de Empresas com ênfase em Gestão de Negócios, com MBA Executivo em Controladoria e Finanças. Atualmente, é Mestrando em Desenvolvimento e Transferência de Tecnologia. Possui mais de 15 anos de experiência na área educacional, tendo liderado diversos projetos voltados à aproximação entre o setor industrial e a academia. Desde 2010 integra o Sistema Fiep, onde atualmente exerce a função de Superintendente do IEL Paraná.
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25/08 (Segunda): ABERTURA OFICIAL
- 19h00: Abertura oficial com Autoridades (Reitores / Convidados)
- 19h20: Painel “Ingressando no mercado de trabalho” – com Antoninho Caron, presidente do CIEE-PR e Alessandro de Castro – Superintendente IEL-PR.
- 20h15: Apresentação do Site – Banco de Oportunidades IEP
- 20h30: Coquetel de Abertura
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- Data: 25/08/2025 (Segunda)
- Horário: 19h00
- Local: Centro de Eventos e YouTube
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O evento é gratuito, mas pedimos que traga um kg de alimento não perecível para ser doado às famílias carentes.
*A doação não é obrigatória, mas pode fazer a diferença para muitos necessitados.
**Programação sujeita a alterações.
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Evento reuniu associados, especialistas do IPPUC e membros da Câmara Técnica de Arquitetura e Urbanismo para debater o futuro urbanístico da capital
Na noite desta quarta-feira (30), o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) sediou um encontro técnico de grande relevância para o futuro de Curitiba: a apresentação e as oficinas preparatórias para a Revisão do Plano Diretor da cidade. Promovido em parceria com o IPPUC (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba) e a Câmara Técnica de Arquitetura e Urbanismo do IEP (representada pela Coordenadora, Elise Bonato, acompanhada da Diretora Administrativa Ana Carmen de Oliveira), o evento reuniu engenheiros, arquitetos, urbanistas e demais associados interessados em contribuir para o desenvolvimento urbano da capital paranaense.
“O objetivo desta reunião é atualizar os participantes sobre o andamento da revisão do plano — um instrumento fundamental de planejamento urbano — e capacitá-los para a oficina oficial, que está marcada para o dia 7 de agosto, aqui no IEP”, disse o Presidente, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez.
Especialistas destacam importância da escuta técnica e participativa
A programação do encontro contou com a presença de nomes de destaque no processo de revisão. Thomaz Ramalho, diretor de Planejamento e diretor em exercício de Pesquisa e Informação do IPPUC, abriu a sessão com uma palestra que contextualizou o processo de revisão dentro dos marcos legais e dos desafios contemporâneos enfrentados pelas cidades.
“Curitiba é referência internacional em planejamento urbano. Mas isso só se sustenta com atualização constante, escuta ativa e participação técnica qualificada”, afirmou Ramalho, que também integra o quadro de consultores do Escritório das Nações Unidas para Projetos (UNOPS).
Na sequência, Rafael Mueller, coordenador executivo da revisão do Plano Diretor, apresentou os principais eixos temáticos do processo, como mobilidade urbana, sustentabilidade, ocupação do solo e desenvolvimento econômico. “Nosso papel é garantir que esse debate técnico se traduza em propostas concretas para uma cidade mais justa, funcional e resiliente”, pontuou.
Também participou do evento Maurício Meyer, do setor de Uso do Solo do IPPUC, que detalhou os critérios técnicos e os dados territoriais utilizados na atualização do plano.
“Este evento reforça o compromisso do IEP com a promoção de espaços de diálogo técnico e democrático sobre os rumos da cidade. Para a Câmara Técnica de Arquitetura e Urbanismo, a contribuição dos profissionais associados é essencial para a qualidade do processo”, diz Gomez. “Este é um momento de construção coletiva. Queremos que nossos associados estejam não apenas informados, mas preparados para contribuir com profundidade técnica e responsabilidade cidadã”, concluiu.
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No dia 31 de julho de 2025, o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) promoveu a palestra sobre Teoria e Prática de Avaliação de Bens Imóveis Urbanos com Plataforma Castler (Parte 2), realizada na sede do IEP, em Curitiba. O evento foi também transmitido via YouTube, permitindo ampla participação, especialmente de quem não pôde comparecer presencialmente.
Essa edição complementar tinha como objetivo oferecer nova oportunidade àqueles que não participaram da Parte 1, aprofundando o uso da plataforma Castler. A palestra foi conduzida por especialistas renomados no campo da avaliação imobiliária e tecnologia, com destaque para os engenheiros associados ao desenvolvimento e uso da plataforma.
Sobre os palestrantes:
Marcelo Medvid é Engenheiro Civil graduado pela UFPR (1998), com mais de 15 anos de experiência no ensino de estatística aplicada à avaliação de imóveis urbanos. É especialista em Patologias das Construções (UTFPR, 2005), Geoprocessamento (UFPR, 2012) e Ensino de Estatística (UFN, 2021).
João Francisco Kasecker é Engenheiro Civil pela UFPR, com mais de quatro décadas de experiência em consultoria, projetos e perícias. É especialista em avaliações de imóveis, projetos e perícias, credenciado pela Caixa Econômica Federal. Fundador da JF Engenharia Civil, e professor da plataforma CastleR.
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Assista ao evento completo abaixo ou no Canal do IEP no YouTube:
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Ser Engenheiro, Arquiteto, Geólogo, Geógrafo e Meteorologista é projetar, desenvolver, construir e manter sistemas, estruturas, máquinas e processos que atendam às necessidades da população. São profissionais que precisam estar conectados com o que a sociedade precisa e trazer soluções aos seus “problemas”.
Por isso o Instituto de Engenharia do Paraná, mais uma vez, promove a Semana Acadêmica de Engenharia. Em sua 8ª edição traz o que há de mais novo, tecnológico e as principais tendências da sua área, ajudando os futuros profissionais a se destacarem em um ambiente que exige cada vez mais conhecimento e preparação.
Aguarde! Venha fazer parte dessa semana repleta de informação, inovação e conhecimento, com palestras e visitas técnicas que fazem parte da programação.
Fique ligado e venha participar da 8ª Semana Acadêmica de Engenharia do IEP.
Na noite desta terça-feira (22.07), a palestra “Cidades Inteligentes – Tendências e Oportunidades”, promovida pelo Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), por meio da sua Câmara Técnica de Arquitetura e Urbanismo, reuniu profissionais e interessados em urbanismo e inovação para discutir os caminhos possíveis rumo a cidades mais conectadas, eficientes e centradas nas pessoas. Para abordar o tema, foram convidados o presidente do Conselho do Grupo iCities, Beto Marcelino, e a Diretora Presidente do Instituto iCities, Juliana Palácios.
Na abertura do evento, o Presidente do IEP, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, destacou a importância de iniciativas como essa para o fortalecimento da Engenharia e do debate técnico no Brasil. “Essas ações são para que os associados aproveitem conhecimentos e experiências que dizem respeito à Engenharia. Ficamos muito honrados com a presença de vocês, essa é a nossa razão de ser e mostra que estamos fazendo nosso trabalho direito”, afirmou. “Ressalto o excelente número de participantes que acompanham o evento pela internet. Esse é o nosso chamado, compartilhar conhecimento com todos, onde quer que estejam”, conclui.
Jornada de aprendizado
A coordenadora da Câmara Técnica de Arquitetura e Urbanismo do IEP, arquiteta Elise Dallegrave, também reforçou o papel da tecnologia na transformação urbana. “É um prazer estar aqui para dividir com vocês, por meio dos nossos palestrantes, conhecimentos e experiências sobre as tecnologias inovadoras que estão transformando as cidades em lugares mais sustentáveis, eficientes e habitáveis”, anunciou.
Elise destacou que as cidades inteligentes representam uma tendência irreversível e cheia de potencial. “Essa temática reforça o que já sabemos e, ao mesmo tempo, abre novos campos de oportunidades de mercado. É fundamental entendermos como a tecnologia pode nos ajudar a criar ambientes urbanos mais saudáveis, seguros e prósperos”, disse. Ao final da sua fala, a coordenadora convidou os presentes a mergulhar nos conceitos e práticas que estão moldando o futuro do urbanismo. “Vamos explorar juntos como aplicar essas ideias no planejamento urbano, sempre com o foco em melhorar a qualidade de vida de quem vive nas cidades. Vamos dar início à nossa jornada de aprendizado”.
Conceitos e oportunidades
Em sua palestra, Juliana trouxe uma reflexão profunda sobre os caminhos trilhados no Brasil para a construção de cidades mais conectadas, humanas e sustentáveis. Ela destacou que o conceito de cidade inteligente vai muito além da tecnologia: envolve planejamento, inclusão, conhecimento e, principalmente, o cidadão no centro das decisões.
“A temática de cidades inteligentes precisou de muitas sementes ao longo do tempo. E a pandemia, nesse sentido, foi uma virada de chave. Ela acelerou o entendimento das nossas necessidades e consolidou nossa atuação nos eixos de educação e projetos”, afirmou.
Juliana compartilhou experiências da atuação nacional do iCities, que já capacitou mais de 100 gestores públicos nos 27 estados brasileiros. “Foi um desafio enorme. Às vezes, brinco que só conseguimos ir tão longe porque não sabíamos o tamanho da empreitada. Se tivessem nos contado antes, talvez não fôssemos. Mas fomos, e foi transformador”, recordou.
Ela ressaltou as dificuldades enfrentadas pelos pequenos municípios, que muitas vezes dividem um único engenheiro entre várias cidades e não possuem estrutura mínima para pensar em tecnologia. “Por isso, nosso foco está na capacitação e no suporte técnico. Muitos gestores se sentem sozinhos, sem saber por onde começar. Nosso papel é oferecer ferramentas, conhecimento e conexão”.
Inovação, impacto e viabilidade
Um dos pontos altos do encontro foi a explicação sobre as diferentes gerações das cidades inteligentes. “A primeira geração acreditava que a tecnologia resolveria tudo. Compravam softwares sem saber como usá-los, e 99% ficavam ociosos. A segunda geração entendeu que era preciso atuar de forma multidisciplinar. Já a terceira – onde estamos – coloca o cidadão no centro do processo”, explicou.
Juliana apresentou os principais conceitos adotados no Brasil e no mundo. Da União Europeia, destacou o foco em sustentabilidade e governança digital. Do BID, o olhar voltado aos desafios latino-americanos, como inclusão social, saneamento e segurança. E da Carta Brasileira de Cidades Inteligentes, a definição que incorpora planejamento, transformação digital e desenvolvimento econômico sustentável. “Não existe uma única definição de cidade inteligente. É um processo, e depende de realidade, cultura e contexto”.
A palestrante também alertou para os riscos do uso indiscriminado da tecnologia, citando o caso do projeto Sidewalk Toronto, idealizado pelo Google. “Era para ser um bairro modelo em tecnologia, mas acabou abandonado após resistência da população. As pessoas se sentiam vigiadas, controladas. Não é isso que queremos”.
Ao abordar as tendências, ela destacou três pilares essenciais para projetos bem-sucedidos: inovação, impacto e viabilidade. “Não adianta construirmos as cidades com as mesmas fórmulas de 30 anos atrás. O mundo mudou, o cidadão mudou, a demanda por serviços aumentou, mas nossos recursos não crescem na mesma velocidade”.
Sua apresentação foi encerrada com uma provocação importante: “Quando falamos de cidades inteligentes, estamos falando de tempo. Para a cidade, 10 anos é curto prazo. Para o cidadão, é longo. Para a tecnologia, um ano é uma eternidade. A cidade inteligente é um processo de transformação. E esse processo precisa ser feito com, para e junto das pessoas”.
Referência em cidades inteligentes
Em sua exposição, Beto Marcelino compartilhou a trajetória da empresa, que completou 14 anos, e reforçou o papel de Curitiba como modelo no desenvolvimento de cidades inteligentes. “Curitiba sempre foi nosso benchmark. Temos orgulho de dizer que participamos da transformação da cidade com projetos que priorizam as pessoas, não os carros”.
Segundo ele, a empresa foi precursora na criação de um ecossistema voltado à inovação urbana, tendo o arquiteto Jaime Lerner como uma das grandes inspirações. “Lá atrás, em 2010, o Jaime Lerner nos ajudou a validar a marca e o propósito do iCities. Ele dizia que era um desafio necessário, e isso nos deu fôlego para seguir”, recordou.
A referência à capital paranaense não é à toa. Entre os exemplos práticos, ele citou a revitalização da Rua Voluntários da Pátria, um dos primeiros projetos urbanos executados em parceria com o IPPUC, com base no conceito internacional de “ruas completas”. “Aquilo começou com uma verba destinada apenas às calçadas. Propusemos algo mais ousado. Hoje, a via é mais acalmada, sem fiação aparente, com espaço mais seguro e agradável para as pessoas. E isso se expandiu para outras regiões, como São Francisco, Prudente de Morais e agora Saldanha Marinho”, destacou.
Vitrine mundial
Também falou da importância de buscar referências em cidades que são vitrine mundial de inovação urbana, como Barcelona. “Desde o início, Barcelona é uma fonte de inspiração. Mantemos uma comitiva constante para lá, onde estudamos modelos bem-sucedidos de políticas públicas e redesenho urbano. A cidade espanhola nos mostrou como é possível equilibrar tecnologia com bem-estar social. E conseguimos adaptar muito disso à realidade de Curitiba”, explicou.
A atuação do iCities, no entanto, vai além da organização do evento Smart City Expo Curitiba, hoje reconhecido nacionalmente. “O Smart City está na memória do curitibano, mas nosso trabalho é mais amplo. Nosso objetivo é ativar cada vez mais o conceito de DTI — Destino Turístico Inteligente — e atrair investimentos em infraestrutura urbana”, afirmou.
O hub de inovação criado em Curitiba se tornou uma ponte entre o setor público, o setor privado e a academia. “Permeamos quase 2 mil empresas anualmente, mas já mapeamos mais de 20 mil que atuam diretamente com tecnologias para cidades, de segurança à mobilidade, passando por saúde e educação”.
Outro marco citado foi a participação ativa na construção da Carta Brasileira de Cidades Inteligentes, lançada em 2020 durante a pandemia. “Foram mais de 230 especialistas envolvidos, tratando realidades de cidades ribeirinhas, litorâneas, do agreste… A carta é hoje nossa bússola. Deveria ser leitura de cabeceira para engenheiros e gestores públicos. É um retrato das dores e potencialidades dos municípios brasileiros”.
Beto também enfatizou a importância da articulação entre governo, setor privado, universidades e sociedade civil — a chamada “quadrupla hélice”. “Temos mais de 20 mil doutores no Paraná e 344 só em Curitiba focados em inovação urbana. Precisamos envolver essas inteligências. Cidade inteligente se constrói com gente de verdade, com escuta ativa, com conexão”.
Por fim, ele destacou o impacto nacional do programa de gestão pública inteligente, desenvolvido em parceria com o Sebrae Nacional. “Levamos capacitação a 181 municípios, atingindo 22 milhões de brasileiros. De hipóteses, viramos tese. É possível e urgente transformar cidades com foco na inovação, na inclusão e na qualidade de vida”, concluiu.
A palestra na íntegra, bem como as perguntas e respostas feitas ao final da apresentação, podem ser acompanhadas abaixo ou pelo Canal do IEP no YouTube.
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Assista ao evento abaixo ou pelo Canal do IEP no YouTube:
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Para você que não conseguiu participar da primeira palestra sobre “Teoria e Prática de Avaliação de Bens Imóveis Urbanos com Plataforma CastleR”, o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) promove, novamente, esta apresentação no dia 31 de julho, às 19h00, no Auditório e, dessa vez, com transmissão pelo canal do YouTube.
A palestra será conduzida pelos engenheiros civis Marcelo Medvid e João Francisco Kasecker, que abordarão as transformações no mercado de avaliação de imóveis por meio da integração entre tecnologia de ponta e capacitação técnica.
Marcelo Medvid é engenheiro civil graduado pela UFPR (1998), com mais de 15 anos de experiência no ensino de estatística aplicada à avaliação de imóveis urbanos. É especialista em Patologias das Construções (UTFPR, 2005), Geoprocessamento (UFPR, 2012) e Ensino de Estatística (UFN, 2021).
João Francisco Kasecker é engenheiro civil formado pela UFPR (1988), consultor, professor e fundador da JF Engenharia Civil. Com mais de 40 anos de experiência, atuou como diretor de empresas e instituições de ensino, como a RAD Serviços de Engenharia e o Colégio Educare. É especialista em avaliações de imóveis, projetos e perícias, credenciado pela Caixa Econômica Federal, e professor da plataforma CastleR da Regression Engenharia.
- Data: 31/07/2025 (Quinta)
- Horário: 19h00
- Local: Auditório 2° andar / YouTube
Inscreva-se e participe!
INGRESSO: 1kg de alimento não perecível para ser doado às famílias carentes.
*A doação não é obrigatória, mas ajuda muito quem precisa.
**ATENÇÃO: Tenha o QR Code em seu celular para ter acesso às catracas no dia do evento.
Na manhã desta quarta-feira (9), o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) promoveu o Workshop Agricultura Urbana, reunindo especialistas, estudantes, gestores e entusiastas do tema na sede do Instituto, em Curitiba. Organizado pela Câmara Técnica de Agronegócios, o encontro foi conduzido por Jacqueline Mara Kozakevitch Teixeira, vice-coordenadora da câmara, e teve como objetivo fomentar o debate sobre os impactos, desafios e oportunidades da agricultura em ambientes urbanos.
A programação contou com painéis técnicos, relatos inspiradores e apresentações sobre modelos de negócios e sustentabilidade. O presidente do IEP, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, abriu o evento destacando a relevância do tema e reforçando o compromisso do Instituto com pautas contemporâneas. Segundo ele, o workshop deve reforçar o papel da agricultura urbana como ferramenta estratégica para saúde pública, geração de renda, educação ambiental e sustentabilidade. “Dou as boas-vindas a todos para discutir um tema importante e atual. Aproveito para divulgar nossa agenda técnica, que inclui visitas à Fazenda Urbana e à fábrica da Cini, além do tradicional café da manhã com o Presidente da Concessionária do Pedágio Via Araucária, Sérgio Santillán, e o VinIEP”.
Durante a abertura, Jacqueline Teixeira destacou os múltiplos impactos da agricultura urbana. Ela afirmou que praticar agricultura em pequenos espaços, mesmo em locais ociosos, é uma maneira de combater a má alimentação, que muitas vezes é consequência da falta de renda ou informação. “Produzir alimentos saudáveis perto de casa melhora a saúde das pessoas, gera renda com a venda de excedentes e ainda contribui para a preservação ambiental, reduzindo a emissão de carbono e a temperatura nas cidades”, acentuou.
Representando o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), Laís Gomes trouxe à tona os desafios estruturais enfrentados por iniciativas urbanas, Segundo ela, o IDR atua com agricultura urbana em várias frentes, de fazendas urbanas a projetos escolares. “Há entraves legais para que agricultores urbanos acessem políticas públicas, como cadastro e emissão de notas fiscais”, pontuou. Lais disse ainda que faltam incentivos para que educadores atuem diretamente nas hortas escolares. “Precisamos avançar em políticas públicas e integrar melhor o sistema público e privado nesse processo”. Destacou que IDR-Paraná oferece tecnologia e suporte técnico para fomentar a agricultura urbana no estado, colocando a instituição à disposição de projetos locais.
Referência nacional
A palestra técnica foi conduzida pelo engenheiro agrônomo Ednaldo Michellon, professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Ele apresentou um panorama detalhado sobre o modelo bem-sucedido desenvolvido pela instituição por meio do Centro de Referência em Agricultura Urbana e Periurbana.
Com base no projeto iniciado em 2007, no âmbito do programa internacional Cidades Saudáveis, da ONU, Ednaldo compartilhou como a cidade de Maringá se tornou um exemplo concreto de políticas públicas estruturadas e de impacto direto na vida de milhares de pessoas.
Segundo o palestrante, a agricultura urbana deve ser compreendida de forma ampla, considerando fatores como localização, escala, destinação e tipos de produtos. Mas, acima de tudo, deve ser vista como uma estratégia de sobrevivência. “Se tivermos que visualizar um guarda-chuva para a agricultura urbana, ele se chamaria segurança alimentar e nutricional. Trata-se de garantir que as pessoas não apenas tenham o que comer, mas que se alimentem com qualidade, sem agrotóxicos, com respeito ao meio ambiente e às suas condições de vida”.
Nesse sentido, Ednaldo destacou a conexão direta com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente os de número 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável), 3 (Saúde e Bem-Estar) e 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis).
Modelo replicável
Em mais de 15 anos de atuação, o projeto de Maringá consolidou um sistema de Assistência Técnica e Extensão Rural e Urbana (ATER) que hoje conta com 42 empreendimentos urbanos em atividade, somando 11 hectares de área produtiva.
Os números impressionam: 1.269 famílias diretamente beneficiadas; R$ 730 mil movimentados na gestão das hortas comunitárias; 1.600 agricultores urbanos ativos (em Maringá e Sarandi); 4.800 pessoas atendidas diretamente e 6.400 indiretamente, totalizando mais de 11 mil pessoas impactadas; R$ 400,00 de aumento médio mensal na renda dos agricultores urbanos; 70% da produção voltada a folhosas; e 80% dos agricultores têm entre 50 e 60 anos.
Um dos diferenciais do modelo maringaense é a estrutura organizacional: embora as hortas sejam coletivas, os canteiros são individuais, o que proporciona senso de responsabilidade, autonomia e incentivo à produtividade. “Esse é o pulo do gato”, comentou o engenheiro agrônomo.
A iniciativa também contempla uma central de compostagem, hortaterapia, hortas escolares (com 265 estudantes já envolvidos), um viveiro comunitário de flores e ações contínuas de capacitação em práticas agroecológicas, como o controle natural de pragas e o sistema de plantio direto para hortaliças.
Outro ponto importante é a política pública municipal que isenta o agricultor urbano do pagamento pelo uso do solo público, permitindo que esses recursos permaneçam na comunidade, incentivando a economia local e promovendo inclusão social.
Como nasce uma horta comunitária
Ednaldo também explicou, de forma didática, o processo de criação de uma horta comunitária urbana, enfatizando a importância da mobilização social, da organização coletiva e do suporte técnico permanente. “Agricultura urbana é mais do que plantar. É construir relações, empoderar famílias, democratizar o acesso ao alimento de verdade e transformar espaços urbanos ociosos em locais de vida, renda e saúde”.
O case de Maringá mostrou, com dados e resultados práticos, que agricultura urbana vai muito além da produção de alimentos — ela é política pública, é saúde, é cidadania. Por fim, lembrou da Lei nº 14.935/2024 que institui a Política Nacional de Agricultura Urbana e Periurbana.
Negócios sustentáveis
No painel Negócios e Sustentabilidade, projetos que unem propósito e impacto social dividiram o palco e mostraram como a produção de alimentos pode transformar realidades — inclusive dentro das cidades.
O fundador da EVA Agricultura Urbana, Lorenzo Mesadri, apresentou a startup que oferece soluções voltadas à produção de alimentos orgânicos em ambientes urbanos. “Nossos produtos foram pensados para garantir a segurança alimentar e tornar possível o cultivo dentro de casa ou em pequenos espaços nas cidades”, explicou. A EVA aposta na praticidade e no compromisso com a saúde e o meio ambiente como diferencial.
Representando a Prefeitura de Curitiba, o secretário executivo do Pró-Metrópole e diretor de Estratégias Alimentares, Felipe Thiago de Jesus, destacou o PLAMSAN — Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional. Com diretrizes voltadas ao acesso a alimentos saudáveis, políticas públicas integradas e incentivo à agricultura urbana, o plano propõe uma nova lógica de abastecimento. “Queremos uma produção limpa, sem agrotóxicos, com rastreabilidade e impacto positivo na saúde e no meio ambiente”, reforçou.
Fechando o painel, os jovens da Semear Consultoria Júnior, vinculada ao curso de Agronomia da UFPR, compartilharam suas experiências à frente de projetos que aproximam o conhecimento acadêmico das necessidades reais de produtores urbanos e rurais. Wagner Costa, Bianca Paes de Almeida e Bianca Aparecida Semes destacaram iniciativas como hortas comunitárias, compostagem e educação ambiental. “Trabalhamos para promover o empreendedorismo entre estudantes e oferecer soluções práticas e sustentáveis para quem produz”, disseram.
Natureza que cura e encanta
O encerramento do workshop foi marcado por duas palestras inspiradoras, conduzidas pelos engenheiros agrônomos Mauro Brasil e Gerciane Bittencourt. Em comum, o convite à reconexão com a natureza — seja por meio do cultivo de frutas em pequenos espaços ou da beleza (e sabor) das flores comestíveis.
Mauro Brasil falou sobre as possibilidades de cultivar frutíferas em vasos, destacando os benefícios da prática para a saúde mental, bem-estar e alimentação. “Além de decorativas, muitas frutas são verdadeiros remédios naturais”, afirmou. Entre as espécies recomendadas, estão jabuticabeira, pitangueira, figueira, amoreira, bananeira e morangueiro. O palestrante orientou sobre a escolha adequada do vaso, substratos com boa drenagem e nutrientes, além de cuidados essenciais com irrigação, adubação e poda. “A muda ideal deve ser adquirida em viveiros certificados, o que garante sanidade e qualidade genética.”
Em seguida, Gerciane Bittencourt encantou o público com a história dos jardins comestíveis, que começou com uma descoberta pessoal: flores no prato durante uma hospedagem vegana. “Achei que fosse só decoração, mas descobri um universo encantado das PANCs — plantas alimentícias não convencionais”, contou. A capuchinha, sua primeira paixão, é comestível por inteiro: flores, folhas, sementes e ramos jovens, rica em vitamina C e com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.
Além da capuchinha, ela citou outras flores comestíveis como petúnias, amor-perfeito, lavanda e bougainvillea, que hoje fazem parte de receitas como bolos, bolachas, pães e até patês. “A natureza é perfeita. Ela nos entrega beleza, sabor e saúde”, resumiu. Gerciane aproveitou o momento para lançar seu livro “Vozes das Mulheres no Agro”, que reúne experiências femininas na agricultura.
Entre dicas práticas, ela recomendou atenção ao local de plantio, escolha de vasos e substratos adequados, além do uso de adubação orgânica. “É possível colher com as próprias mãos flores que alimentam e embelezam — basta planejar com carinho”, concluiu.



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Assista ao evento completo abaixo ou pelo Canal do IEP no YouTube:
O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), por meio da Câmara Técnica de Agronegócios, convida a participar do Workshop sobre “Agricultura Urbana”. O evento irá acontecer amanhã, dia 09 de julho, das 08h30 às 17h30, no Centro de Eventos e será transmitido pelo canal do YouTube. O ingresso será a doação de 1kg de alimento não perecível.
O workshop será dividido em três partes: Palestra Técnica, Palestras de Negócios e Sustentabilidade, Palestras Inspiradoras.
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PALESTRA TÉCNICA
Será abordado temas como: Cultivos em hortas urbanas; Manejo de água e nutrientes em hortas urbanas; Controle de pragas e doenças em hortas urbanas, com o foco central no tema “Agricultura Urbana de Maringá: Um modelo exitoso”, com palestrante Ednaldo Michellon.
Ednaldo Michellon é Engenheiro Agrônomo, MSc. e Dr. em Ciências Econômicas (Unicamp e Universidade da Califórnia), Professor da Universidade Estadual de Maringá. Fundador e Coordenador do Centro de Referência em Agricultura Urbana e Periurbana – CerAUP/UEM, na Região Metropolitana de Maringá. Coordenador Estadual do Programa Paraná Mais Orgânico e do Núcleo PMO/UEM. Responsável pelo Convênio de Cooperação entre a Universidade de Alicante e a UEM. Miembro Investigador del Grupo Internacional de Investigación “Cooperativismo, Desarrollo Rural y Emprendimientos Solidarios en la Unión Europea y Latinoamérica” de la Universidad de Alicante, Espanha.
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PALESTRAS DE NEGÓCIOS E SUSTENTABILIDADE
Será abordado temas como: Modelos de Negócios para Hortas Urbanas; Sustentabilidade e Hortas Urbanas: Práticas e Técnicas; A Economia Circular e as Hortas Urbanas; Desafios e Oportunidades na Produção de Hortaliças em ambientes protegidos com iluminação artificial (visão empresarial).
Lorenzo Mesadri – aos 25 anos é engenheiro agrônomo formado pela UFPR, é fundador da EVA Agricultura Urbana. Com experiência em iluminação artificial para cultivos protegidos, pesquisa e desenvolve soluções para maximizar a produtividade agrícola e tornar a agricultura urbana mais acessível. A EVA Agricultura Urbana desenvolve soluções tecnológicas para o cultivo urbano, como hortas inteligentes e iluminação artificial para estufas e produção de mudas. Seu objetivo é tornar o cultivo de alimentos orgânicos acessível, sustentável e eficiente, superando desafios como falta de tempo, espaço e conhecimento. A EVA também oferece suporte técnico e um aplicativo, integrando gestão, ensino e assistência ao produtor.
Felipe Thiago de Jesus é Agroecólogo pela UFPR, Mestre em Agroecossistemas pela UFSC, Professor de pós graduação de sistemas alimentares e agricultura urbana na PUC PR, secretário executivo Pró Metrópole e Diretor de Estratégias Alimentares da Prefeitura de Curitiba.
Wagner Costa (SEMEAR) – é Presidente da Semear Consultoria Júnior, é estudante de Agronomia na UFPR com habilidades em comunicação e liderança. Atua no movimento empresa júnior e em pesquisas sobre produção vegetal, com experiência em consultoria agrícola e ambiental, unindo conhecimento técnico e visão estratégica para gerar soluções sustentáveis.
Bianca Paes de Almeida (SEMEAR) – é estudante de Agronomia na UFPR, atua como Vice-Presidente na Semear Consultoria Júnior.
Bianca Aparecida Semes (SEMEAR) – é estudante de Agronomia na UFPR, atua como Diretora de Gestão de Pessoas na Semear Consultoria Júnior.
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PALESTRAS INSPIRADORAS:
Será abordado temas referentes a Experiências em Hortas Urbanas: Desafios e Conquistas; Hortas Urbanas como Ferramentas de Transformação Social; A importância das Hortas Urbanas para a Saúde e Bem-Estar; Desenhando Jardins Comestíveis: Dicas e Técnicas; Fruticultura em vasos.
Mauro Brasil – Graduação e mestrado em Agronomia pela UFLA (Lavras-MG) e doutorado em Agronomia pela Unesp (Botucatu-SP). Foi Professor das Faculdades Integradas de Mineiros da Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior – Fimes (Mineiros-GO), da Universidade Estadual de Goiás – UEG (Mineiros-GO) e do Departamento de Engenharia Agronômica da Universidade Federal de Sergipe – UFS (São Cristóvão-SE). Foi Pesquisador Visitante na Universidade de Nebraska – UNL (Lincoln, EUA). É Professor Associado IV do Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade da UFPR (Curitiba-PR). Atuação profissional é em Fitotecnia/Fruticultura com ênfase em propagação e produção de frutíferas tropicais e subtropicais.
Gerciane Bittencourt – Engenheira Agrônoma | Mestre em Solos e Nutrição de Plantas | Especialista em Gestão do Agronegócio | Palestrante | Mentora e Mestre de Cerimônias. Profissional com formação em Agronomia e mestrado em Solos e Nutrição de Plantas, possuo especialização em Gestão do Agronegócio. Sua trajetória inclui a participação em sete obras coletivas, entre elas “O Agro é Delas”, “A Roda da Família” e “Seja sua própria HEROÍNA”, além de contribuições em “Elas Conectam”, “They Connect”, “No Secreto” e “Mulheres Palestrantes”. Iniciou sua carreira como professora no Colégio Agrícola em Campo Mourão, onde desenvolveu habilidades didáticas e de liderança. Atuou como pesquisadora de campo para multinacionais, viajando pelo Brasil, e fui responsável técnica por receituário agronômico em revenda. Também trabalhou por dois anos na Secretaria da Agricultura do Estado do Paraná (SEAB), realizando a fiscalização dos postos fiscais de Tijucas do Sul e Piên. Com uma década de experiência em uma fábrica de fertilizantes, exerceu a função de responsável técnica, onde contribuiu para o crescimento da empresa em todos os setores. Conheceu o mundo das “flores comestíveis” e se apaixonou, foi uma pesquisadora autônoma deste mundo colorido. Com algumas mudanças e transição de carreira, buscando o novo e diferente. A expansão de novos horizontes proporcionou conhecer o Estado Americano, onde nasceu um lindo projeto, a última viagem onde colocou os pés em Harvard teve a certeza de um novo livro: “Vozes do Agro”, história de mulheres que inspiram. Uma iniciativa voltada para dar visibilidade às experiências e desafios das mulheres neste setor do Agronegócio. Está sempre em busca de novos desafios e oportunidades para compartilhar conhecimento e inspirar outros profissionais.
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- Data: 09/07/2025 (Amanhã – Quarta)
- Horário: Das 08h30 às 17h30
- Local: Centro de Eventos / YouTube
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PROGRAMAÇÃO:
- 08h30: Recepção e Abertura do Evento
- 09h00: Palestra Técnica com Ednaldo Michellon
- 10h00: Palestras de Negócios e Sustentabilidade com Lorenzo Mesadri
- 11h30: Intervalo
- 13h30: Palestras de Negócios e Sustentabilidade com Felipe Thiago de Jesus
- 14h30: Palestras de Negócios e Sustentabilidade com Wagner Costa, Bianca Paes de Almeida e Bianca Aparecida Semes – Empresa SEMEAR.
- 15h30: Intervalo
- 15h40: Palestras Inspiradoras com Mauro Brasil
- 16h30: Palestras Inspiradoras com Gerciane Bittencourt
- 17h30: Encerramento
Venha fazer parte dessa imersão na agricultura urbana.
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*ATENÇÃO: Tenha o QR Code em seu celular para ter acesso às catracas no dia do evento.