O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) e Associação de Mulheres da Engenharia, Agronomia e Geociências do Estado do Paraná – AMEAG-PR, irão realizar a palestra com o tema “O Poder da Imagem Pessoal”, com Marília Camargo, no dia 19 de janeiro, às 18h30 no Auditório do 2° andar do IEP e com transmissão pelo YouTube.
No universo corporativo, liderar vai além de ocupar um cargo: é ser referência. A palestra explora como estratégias de imagem podem se tornar uma ferramenta poderosa de influência e conexão. Com foco na imagem como expressão de autenticidade, vamos desvendar como podemos alinhar essência, comportamento e comunicação para fortalecer sua presença e inspirar com propósito. Porque no mundo profissional, sua imagem fala. E quando ela fala com verdade e intenção, ela abre portas, reforça autoridade e promove a harmonia entre quem você é, o que faz e como se posiciona.
Conheça a palestrante:
Marilia Camargo é consultora de imagem, mentora e palestrante com foco em posicionamento de imagem pessoal e corporativa. Formada pela Studio Immagine e Faculdade de Brasília em Consultoria de Imagem, sua missão vai além da aparência: ela acredita que a imagem deve refletir a essência de cada pessoa, respeitando sua história, personalidade e individualidade. Sua formação em Design, Comunicação e pós-graduação em Comunicação e Marketing Estratégico construiu uma base sólida para alinhar forma e conteúdo na construção de posicionamentos autênticos e estratégicos.
- Data: 19/01/2026
- Horário: 18h30
- Local: Auditório do 2º andar e YouTube.
- Endereço: Rua Emiliano Perneta, 174 – Centro – Curitiba/PR
Ingresso: 1kg de alimento não perecível
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*A doação não é obrigatória
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O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná – deseja a todos um Ano Novo repleto de esperanças, conquistas e muita prosperidade.
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O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), por meio da sua Câmara Técnica Universitária, realizou nesta quinta-feira, em parceria com a MAPEI Brasil, a palestra “Do Conceito à Prática – Soluções MAPEI para uma Impermeabilização Inteligente”, reunindo profissionais, estudantes e especialistas da área da construção civil para uma imersão técnica e prática em sistemas modernos de impermeabilização.
A abertura do evento foi prestigiada pelo presidente do Instituto de Engenharia do Paraná, o Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, pelo diretor técnico João Groque e pela diretora Ana Carmen de Oliveira, que destacaram a importância da capacitação contínua e da aproximação entre entidades técnicas, indústria e meio acadêmico.
No evento promovido pela Mapei, os associados do IEP participaram de um treinamento técnico que apresentou as diferentes soluções da empresa italiana, referência mundial em impermeabilização, com mais de 80 anos de atuação no mercado. “São tecnologias já aplicadas em obras emblemáticas, como o Museu da Ferrari, o Museu Guggenheim, a Igreja da Sagrada Família, em Barcelona, e o Hotel Fasano, em Angra dos Reis”, pontuou o Presidente do IEP, Nelson Luiz Gomez.
Ele lembrou que esses exemplos comprovam a eficiência dos produtos e reforçam a importância da constante atualização profissional. “O treinamento permitiu aos participantes conhecer novas técnicas de impermeabilização, fundamentais no enfrentamento de uma patologia silenciosa que compromete a durabilidade das construções”, afirmou o presidente do IEP.
O palestrante convidado foi Alexandre Baruffi, engenheiro e especialista em impermeabilização, com mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento e aplicação de sistemas de alta performance. Atualmente, atua como Gerente de Impermeabilização da MAPEI Brasil, liderando projetos técnicos e estratégicos voltados à inovação, desempenho e sustentabilidade das soluções da empresa no mercado nacional.
A programação teve início com uma apresentação institucional da MAPEI, conduzida por Adriano Ruas, que mostrou a história, os valores e o portfólio de soluções da empresa. Na sequência, Baruffi conduziu a parte teórica do treinamento, detalhando a linha de impermeabilizantes da MAPEI, suas características, aplicações e benefícios, proporcionando uma visão completa das soluções disponíveis.
Soluções aplicáveis
Soluções MAPEI é um treinamento técnico promovido pela MAPEI Brasil para aproximar o projeto da execução em obra, com foco em desempenho e durabilidade dos sistemas. Segundo Alexandre Baruffi, a proposta é mostrar “como transformar o conceito técnico em soluções aplicáveis, seguras e eficientes no canteiro”.
De acordo com Baruffi, a chamada impermeabilização inteligente se apoia em três pilares: versatilidade dos sistemas, agilidade na aplicação e compromisso com sustentabilidade e vida útil prolongada. “Trabalhamos com produtos que atendem desde pequenas reformas até grandes obras de infraestrutura, reduzindo etapas, tempo de execução e impacto ambiental, com VUR que pode chegar a 25 anos”, afirma.
A parte prática do treinamento também ganha protagonismo. “Mostramos desde a preparação correta do substrato até o tratamento dos pontos críticos, como ralos e cantos, onde se concentram a maioria das falhas de impermeabilização”, explica Baruffi, citando o uso de telas de reforço e fitas de vedação como etapas decisivas para o desempenho do sistema.
Durante o evento, o técnico de aplicação Robson Peters demonstrou técnicas de instalação a Mapelastic Smart, indicada para áreas suspensas e capaz de acomodar fissuras de até 2,8 mm; a Mapelastic Aquadefense, de secagem ultrarrápida para ambientes internos; a Aquaflex Roof Plus, voltada à recuperação de lajes e telhados expostos; e a Purtop Easy, recomendada para situações de alta exigência e estagnação de água.







O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) e a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (ASBEA) promoveram, na quarta-feira (17.12), o seminário “Mitos e Verdades – Parte II: Carros Elétricos”, reunindo especialistas para discutir os desafios técnicos, de segurança e os aspectos legais da mobilidade elétrica. Na abertura, o presidente do IEP, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, destacou a continuidade do ciclo de debates iniciado em novembro e a proposta de aprofundar a discussão no contexto local.
O encontro contou com a participação do Eng. Eletricista Ricardo Augusto Blauth, mestre e especialista, proprietário da Energia Atual, que apresentou os requisitos técnicos para a instalação de carregadores de corrente alternada e contínua. Já o advogado Heroldes Bahr Neto, doutor em Direito e presidente da Comissão de Infraestrutura e Desenvolvimento Sustentável da OAB Paraná, abordou a segurança no carregamento de veículos elétricos, as regras brasileiras e internacionais, as boas práticas de instalação e a prevenção de riscos.
Responsabilidades
Ao abordar o tema “Carros Elétricos e Segurança no Carregamento: Regras Brasileiras e Internacionais, Boas Práticas de Instalação e Prevenção de Riscos”, o advogado Heroldes Bahr Neto chamou a atenção para um ponto central do debate: o risco não está no veículo elétrico em si, mas na forma como a infraestrutura de carregamento é planejada, instalada e fiscalizada.
Segundo o palestrante, o crescimento das vendas ocorre em ritmo muito superior à adaptação da infraestrutura urbana e predial. Rodovias, condomínios e centros urbanos antigos apresentam gargalos evidentes, sobretudo porque a maioria das edificações não foi projetada para suportar a carga elétrica simultânea de veículos em recarga.
Segurança
Bahr Neto ressaltou que a instalação de carregadores envolve riscos elétricos reais, como sobrecarga de transformadores e aumento do risco de incêndio, especialmente em sistemas de recarga rápida. Nesse contexto, a segurança deixa de ser um item acessório e passa a ser um requisito técnico e jurídico.
A experiência nacional e internacional demonstra que os principais incidentes estão ligados a falhas de instalação: ausência de projeto elétrico, falta de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), uso de tomadas comuns, circuitos compartilhados e inadequação da infraestrutura predial. “A tecnologia é segura. O problema é a improvisação”, sintetizou.
Normas brasileiras
No Brasil, o palestrante destacou a aplicação das normas da ABNT e resoluções da ANEEL, além da diretriz nacional do Conselho Nacional de Comandos Gerais dos Bombeiros (Ligabom/CNCGBM), que estabelece regras específicas para garagens destinadas à alimentação de veículos elétricos.
Entre as principais exigências estão a proibição do uso de tomadas comuns (modo 2), a permissão apenas de carregadores nos modos 3 (wallbox) e 4, a obrigatoriedade de disjuntores dedicados e identificados, além de sistemas adequados de sinalização, ventilação e prevenção de incêndios. Para edificações novas, são exigidos ainda sprinklers, sistemas de detecção e resistência mínima ao fogo das estruturas.
Ao comparar com o cenário internacional, Bahr Neto citou a União Europeia, que adota normas unificadas e certificação obrigatória; os Estados Unidos, com códigos elétricos rigorosos e fiscalização técnica intensa; e o Japão, referência em cultura de prevenção e padronização nacional.
Boas práticas
A adoção de boas práticas, segundo o advogado, passa pela contratação de empresas habilitadas, projetos técnicos bem executados, manutenção periódica e regras claras nos regimentos internos dos condomínios. Também alertou para comportamentos de risco apontados pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), como o uso de equipamentos de procedência duvidosa, a negligência com alertas de manutenção e a subestimação da importância de uma instalação certificada.
Do ponto de vista jurídico, a ausência de padronização tende a ampliar a judicialização. Condomínios podem ser responsabilizados objetivamente se falharem na oferta de infraestrutura segura, na fiscalização das áreas comuns ou na definição de normas internas. Em caso de indenização, há ainda o direito de regresso contra o efetivo causador do dano.
Ao encerrar, Bahr Neto reforçou que a mobilidade elétrica é um caminho irreversível, mas exige planejamento, regulação e responsabilidade. “Sem regras claras e governança técnica, o risco deixa de ser apenas elétrico e passa a ser jurídico e social”, concluiu. Para ele, a prevenção é o elemento-chave para reduzir acidentes, conflitos judiciais e prejuízos patrimoniais.
Transição gradual
O Eng. Eletricista Ricardo Augusto Blauth apresentou uma análise técnica detalhada sobre os requisitos para a instalação de carregadores de corrente alternada e corrente contínua. A palestra reuniu dados de mercado, alertas sobre segurança elétrica e críticas a soluções improvisadas que, segundo ele, colocam em risco pessoas e patrimônios.
E destacou o crescimento do setor, afirmando que o avanço é impulsionado pela entrada de novas marcas, especialmente de origem chinesa. “Em Curitiba, são vendidos entre 30 e 40 carros elétricos por dia”.
Para o Engenheiro, a eletrificação da frota brasileira é um caminho sem volta, mas não imediato. Apesar do crescimento, a maior parte da frota ainda é movida a combustíveis fósseis, principalmente por causa da idade média elevada dos veículos. “A substituição será gradual e não total, já que segmentos como o de caminhões ainda devem permanecer dependentes de combustíveis convencionais”.
Blauth também ressaltou a vantagem econômica dos veículos elétricos. “Motoristas de aplicativo comprovam, na prática, que o custo de uso é muito menor”, disse. Em Curitiba, a infraestrutura já é suficiente para facilitar essa transição. “A cidade tem eletropostos em quantidade adequada para o estágio atual do mercado”.
O que é obrigatório
Um dos pontos centrais da apresentação foi a diferença entre leis, diretrizes e normas técnicas. “Diretrizes, como as do Corpo de Bombeiros, não são obrigatórias, mas influenciam o legislador. Já a lei precisa ser cumprida rigorosamente”, afirmou. Para Blauth, o caminho correto é a criação de leis baseadas em normas técnicas consolidadas, e não em proibições genéricas. “A China, líder mundial em carros elétricos, não proibiu. Ela regulamentou por meio de normas de instalação e segurança, e isso funcionou”.
E fez um alerta sobre a qualidade dos materiais elétricos disponíveis no mercado brasileiro. “Existe um problema grave com cabos não normatizados, que custam o mesmo que os certificados, mas representam risco real de incêndio”, disse. A busca por preços mais baixos e a falta de conhecimento técnico levam consumidores a adquirir produtos clandestinos ou sem certificação do Inmetro. “Misturar fios de bitolas diferentes numa mesma instalação é receita certa para acidente”.
Instalação segura
Ao tratar da instalação de carregadores em condomínios e residências, o Engenheiro enfatizou que não basta comprar o equipamento, é preciso planejamento profissional. Segundo ele, o processo começa pela definição da vaga, que deve ser previamente aprovada em assembleia, já que instalações feitas sem autorização podem ser obrigatoriamente removidas. Outro ponto crítico é a análise da energia disponível e da infraestrutura existente. “Não se liga carregador em qualquer quadro. É necessário medir a carga, avaliar a capacidade da rede e executar a instalação com capricho, sem ‘varais’ de fios”, alertou.
Também reforçou a responsabilidade técnica envolvida, lembrando que, por lei, apenas engenheiros habilitados podem projetar e executar esse tipo de serviço. “Confiar a instalação a pessoas sem formação técnica coloca o patrimônio e a segurança de todos em risco”, disse. Destacou a importância de seguir rigorosamente as normas e os procedimentos das concessionárias de energia, como a Copel. “Respeitar essas regras simplifica o processo e aumenta significativamente a segurança da instalação”.
Sem milagres
O Engenheiro descartou soluções simplistas. “Não existe milagre da multiplicação de energia”, afirmou, criticando três abordagens comuns: dividir tempo de carga, reduzir potência excessivamente ou criar filas extensas. “Tudo isso funciona apenas em cenários muito limitados”.
Entre as alternativas, ele citou a busca de energia diretamente da seccionadora e o uso de sistemas de armazenamento. “Funciona, mas custa caro. Um sistema desses pode chegar a meio milhão de reais, enquanto um carregador simples custa cerca de 80 mil. Solução técnica existe; a questão é quem paga e qual é o retorno do investimento”.
Blauth encerrou defendendo que instalações bem planejadas valorizam o patrimônio. “Gambiarra desvaloriza prédio, assim como esgoto vazando ou portão quebrado”, disse. Para ele, a individualização da medição, com leitura direta pela concessionária, reduz conflitos e aumenta a segurança.
“Quando se segue rigorosamente as normas técnicas, o risco de incêndio é praticamente zerado. Veículos elétricos são tendência. Hoje, um em cada cinco carros vendidos já é eletrificado, e novas marcas chegam em 2026. O desafio não é tecnológico. É planejamento, norma e responsabilidade”, pontuou.
Seguros
No final da apresentação, o presidente do IEP, Nelson Luiz Gomez, perguntou sobre como pode ser resolvida a questão do seguro na instalação de eletropostos, diante dos riscos civis e até criminais envolvidos. O palestrante, que administra maior rede de eletropostos do Paraná, explicou que o seguro é uma exigência prática, e que não elimina a responsabilidade do operador, mas transfere parte do risco à seguradora. “A ideia do seguro é terceirizar o risco, não se isentar dele”, destacou.
A contratação, no entanto, é complexa, disse. No seu caso, contou que após seis meses de pesquisa e 22 cotações, apenas quatro seguradoras aceitaram assumir esse tipo de cobertura, reflexo da dificuldade de calcular um evento raro e com pouco histórico. Dessas, duas apresentaram propostas com valores muito distintos, evidenciando a incerteza do mercado. O seguro contratado cobre até R$ 1 milhão por ponto, embora qualquer sinistro dependa de perícia e de trâmites jurídicos.
Ele também ressaltou que incêndios em carros elétricos são extremamente raros, ocorrem 67 vezes menos do que em veículos a combustão, têm menor intensidade e utilizam o mesmo método de combate, desmontando mitos e fake news sobre explosões.









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Assista ao evento completo abaixo ou pelo Canal do IEP no YouTube:
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O Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, representou a entidade na posse do governador Carlos Massa Ratinho Junior na presidência do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul). A troca de comando ocorreu durante reunião realizada no Palácio Iguaçu, em Curitiba, na terça-feira, e marca o retorno do Paraná à liderança do colegiado após o governador ter ocupado o cargo entre 2021 e 2022. Desta vez, Ratinho Junior sucede o governador do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel.
O encontro reuniu os governadores dos quatro estados (Eduardo Leite e Eduardo Riedel participaram remotamente) que integram o Codesul e teve como foco a apresentação dos principais avanços dos grupos de trabalho ao longo dos últimos dois anos, além da definição de prioridades para o próximo período. Entre os temas centrais debatidos estiveram a criação do Fundo Sul, a integração de ações de segurança pública e o fortalecimento dos investimentos conjuntos para adaptação às mudanças climáticas.
Ratinho Junior destacou a importância da atuação integrada dos estados do Sul e do Mato Grosso do Sul, especialmente em áreas estratégicas como segurança pública e desenvolvimento regional. “Nós já temos um alinhamento com os quatro estados para fazer um trabalho conjunto, tanto na parte de inteligência quanto na política de fronteiras e divisas. Isso tem dado muito resultado. O Paraná está no menor índice de criminalidade da sua história nos últimos 20 anos, o que ajuda a avançar essa sinergia entre as nossas polícias e o planejamento de fronteira”, afirmou.
Uma das prioridades da nova gestão à frente do Codesul será dar sequência à articulação para a criação do Fundo Sul, mecanismo que busca garantir mais condições para o desenvolvimento dos Estados da região, especialmente dos municípios com menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH). A proposta segue modelo semelhante aos fundos já existentes nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste, com o objetivo de reduzir desigualdades econômicas e sociais.
“É uma forma de corrigir uma distorção histórica do País. As regiões Sul e Sudeste ficaram descobertas desses fundos de desenvolvimento. Com essa proposta de emenda constitucional, podemos avançar para criar um instrumento que permita recursos expressivos para projetos de desenvolvimento econômico e social”, salientou Ratinho Junior.
A Proposta de Emenda à Constituição já foi protocolada no Congresso Nacional e propõe alterar o artigo 159 da Constituição Federal para destinar percentuais da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados à constituição de fundos próprios de financiamento para as regiões Sul e Sudeste. Os recursos deverão ser aplicados em programas de desenvolvimento, infraestrutura, inovação, cadeias agroindustriais e ações essenciais de segurança pública.
Para análise da proposta, a Câmara dos Deputados criou uma comissão especial, presidida pelo deputado federal Valdir Cobalchini.
Ratinho Junior ressaltou que a criação do Fundo Sul é uma demanda antiga dos estados da região e que houve avanços importantes ao longo de 2025. “Hoje está criada a comissão de análise do projeto para a gente avançar e, em breve, votar isso no Congresso Nacional. O Fundo é um desejo antigo dos quatro estados e vai permitir que o Sul tenha o mesmo direito que outras regiões do Brasil já possuem”, pontuou.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, destacou a importância da criação do Fundo Sul para equilibrar o tratamento dado às diferentes regiões do País. “A forma como a União trata a região Sul não é leal quando comparada a outras regiões. Não se trata de tirar nada de ninguém, mas de garantir que, se há gestos e instrumentos para outras regiões, eles também existam para a nossa”, disse.
*Com informações da AEN.
O Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, representou a entidade na Sessão Histórica em homenagem aos 172 anos da Emancipação Política do Paraná, realizada nesta terça-feira no Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).
A solenidade especial foi promovida pela Assembleia Legislativa do Paraná, por iniciativa dos deputados Ney Leprevost e Alexandre Curi, presidente da Alep. O evento celebrou a trajetória histórica do Estado do Paraná e destacou a importância desse marco fundamental para a construção da identidade, do desenvolvimento e da autonomia paranaense.
“O Presidente da Alep tem realizado economias, junto com os deputados, que ao final se consolidam em obras e recursos para a saúde”, fala Gomez, destacando que a harmonia e a integração existente entre os poderes Executivo e Legislativo asseguram novos avanços no Paraná.
Ao final do evento, o Presidente do IEP parabenizou Curi pelo trabalho social que vem desenvolvendo e do Reconhecimento Histórico que o IEP receberá em função de seu centenário, com homenagem na Alep realizada no dia 03/02/2026, às 18h30, por proposta de sua autoria e do deputado Fábio Oliveira.
A Itaipu Binacional, no Estado do Paraná, anuncia a abertura de um Processo Seletivo, com o objetivo de preencher uma vaga e formar cadastro de reserva para o cargo de Engenheiro Químico ou Químico.
De acordo com o edital, a oportunidade é para atuar em Foz do Iguaçu.
Para participar da seleção, é necessário que o candidato tenha bacharelado em Engenharia Química ou Química, com registro no respectivo conselho de classe que permita o exercício da atividade no Estado do Paraná.
Ao ser admitido, o profissional deverá cumprir jornada de 40 horas semanais e receberá remuneração mensal de R$ 10.302,00, acrescida de benefícios.
Clique no botão abaixo para mais informações.
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Informamos que a partir de segunda-feira, 22 de dezembro, o IEP entrará em férias coletivas, retornando às suas atividades em 12 de janeiro de 2026.
Datas e horários de funcionamento do prédio:
- 24/12 e 25/12/2025: Edifício Fechado;
- 26/12, 29/12, 30/12/2025 e 02/01/2026: Edifício fechará às 20h00 horas;
- 31/12/2025 e 01/01/2026: Edifício Fechado;
- Sábados: 27/12/2025 e 03/01/2026 – Funcionamento do Edifício das 07h00 às 15h00.
Desejamos a todos um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de saúde e realizações!