O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná, por meio de sua diretoria Sociocultural, realizará HOJE, às 19 horas, mais uma Live com o tema “Viajando Pela Cultura (Parte 6): Suíça”.

Na oportunidade, palestrará Rodrigo Pasqual, sócio proprietário da Protec Engenharia, onde participou de inúmeros projetos relevantes no Canadá, EUA e América do Sul para obras em grandes empresas como: Aker, Bosch, CSN, Electrolux, Embraer, Pepsico, Petrobras, Renault, Suzano, Vale, Volvo, Votorantim, dentre outros.

Foi primeiro colocado no vestibular de 2000 de Engenharia Civil da UFPR, onde formou-se em 2005. Mestre em Engenharia Civil pela UFPR e em Gerenciamento de Projetos pela FGV e pós-graduado em Patologia das construções UTFPR. Ao longo da vida acadêmica obteve diversos diplomas de honra ao mérito e bolsas de estudo. Autor de diversos artigos publicados em periódicos e eventos.

Estudou e tem avançado conhecimento da língua inglesa (incluindo intercâmbio na Inglaterra) e intermediário de espanhol e alemão. É vice coordenador da Câmara Técnica de Sistemas Construtivos e Habitação do IEP.

Apaixonado por cultura e história e com dupla cidadania (brasileiro e italiano), tem a Suíça, onde passou a lua-de-mel com sua esposa, como um de seus países preferidos.

• Data: 04 de novembro de 2020
• Horário: 19h00
• Local: Zoom

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O IEP – Instituto de engenharia do Paraná, por meio de sua Diretoria Sociocultural, realizará no próximo dia 26 de novembro de 2020, mais uma LIVE com o tema “Viajando pela Cultura (Parte 9): Romênia – Uma jornada sentimental”.  

Na oportunidade palestrará José Silvério Gomes Valadares, Engenheiro Mecânico Eletricista formado pela Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (1.961) e Engenheiro de Equipamentos de Petróleo, graduado pela Petrobrás (1.962).

Na Petrobrás, em destaque, coordenou a implantação pioneira de computadores industriais da Refinaria do Paraná e as atividades de suporte operacional no projeto “offshore” de produção de petróleo da Bacia de Campos e, na Petrobrás Distribuidora, atuou como Gerente de Suprimento de Materiais e coordenou projetos de Planejamento Estratégico e de modernização organizacional.

Participou de várias missões no exterior, destacando-se a de computadores de controle de processo industrial, no Japão, e a de produção “offshore” de petróleo, no mar do norte e golfo do México.

Na área de Qualidade, foi Gerente na Petrobrás Distribuidora e Assessor da Qualidade e Produtividade do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade – PBQP. É “Lead Assessor” de sistemas da qualidade ISO 9.000 (Registro no 93/744, pela David Hutchins International Ltd.).

No Ministério da Agricultura e do Abastecimento, foi Consultor do programa “Sistema de Análise de Riscos e Controle de Pontos Críticos – ARCPC” e do programa “Prêmio da Qualidade nas Delegacias Federais de Agricultura – PQDFA”.  Estimulou e orientou a criação do Prêmio da Qualidade na Agricultura – PQA, o primeiro e único no mundo, como consultor e instrutor da Fundação Nacional da Qualidade. No sistema S atuou de 2001 a 2005 como Consultor de Gestão e Negócios no Programa Alimentos Seguros – PAS, atuando como palestrante e instrutor, e desenvolvendo em todos os programas estaduais uma visão estratégica de negócios.

Na busca de crescimento pessoal fez grandes investimentos, com destaque para Biodança, Eneagrama, Processo Hoffman da Quadrinidade e Pathwork.

Presentemente se disponibiliza como Consultor Social voluntário, destacando-se as contribuições que prestou ao IPREDE – Instituto de Prevenção de Desnutrição Infantil e à Associação das Fundações do estado do Ceará – AFECE, ambos em Fortaleza.

Casado com Stela Maria dos Reis, reside atualmente na Serra da Mantiqueira, em Caxambu MG, onde se encontra a maior concentração de águas minerais curativas do planeta. Nos últimos anos tem procurado conhecer o mundo, com alma de fotógrafo, sempre buscando conhecer a história e a cultura dos povos. Até o momento são 81 países, com o objetivo de alcançar 100 até final de 2022.

• Data: 26/11
• Horário: 19h00
• Local: Zoom 

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O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná, por meio de sua diretoria Sociocultural, realizará no próximo dia 17 de novembro de 2020, mais uma LIVE com o tema “Viajando pela Cultura (Parte 8): Austrália”. 

Na oportunidade palestrará o engenheiro Sinval Aragão. nascido na Bahia em 1957. Imigrou para a Austrália em 1989. Técnico de Eletrônica e formado em Engenharia Agronômica pela Universidade de Brasília. Cursou Mestrado na Universidade de Sydney. Sinval trabalhou em Telecomunicações na Telstra/ Austrália e se dedica a literatura, fotografia e pintura. Mora atualmente em Brisbane/ Austrália. 

Data: 17/11/2020
• Horário: 20h00
• Local: Zoom 

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O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná, por meio de sua diretoria Sociocultural, realizou, no último dia 30 de outubro de 2020, mais uma edição da Live Viajando Pela Cultura 5 – Alasca.  

Na oportunidade, palestrou o engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho, Douglas Moeller Diener com Especialização na Rheinisch-Westfalische Technische Hochschule Aachen – RWTHA – Alemanha – 1975 / 76, Engenheiro de Segurança do Trabalho: PUC-PR / 1992. 

Participou de Seminários Internacionais na Alemanha, Chile, Finlândia, Suécia e visitas técnicas internacionais: países acima e China. Já atuou com suas atividades profissionais: na Zanini (Equipamentos Pesados); Votorantim Cimentos; Siemens; Kvaerner (Aker Solution – Metso); Prosegur; DMD Engenharia (sócio proprietário). 

Realizou Serviços internacionais na Alemanha, Argentina e Angola. Possui Trabalho técnico científico publicado na RWTHA, Alemanha e artigos publicados em veículos de comunicação de Curitiba, PR. Foi Conselheiro da CEEST – Câmara Especializada de Engenharia de Segurança do Trabalho – CREA/PR, foi Coordenador da CEEST – CREA/PR e atualmente é coordenador da CEEMM – Câmara Especializada de Engenharia Mecânica e Metalurgia – CREA/PR. Tem como hobbies viajar entre outros.

Assista a live “Viajando Pela Cultura (Parte 5): Alasca” abaixo ou pelo canal do IEP no Youtube:

Como já acontece todos os anos, o mês de novembro é integralmente dedicado para reforçar o alerta e a importância da conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção do câncer de próstata, mais frequente entre os homens brasileiros, depois do câncer de pele. 

O câncer de próstata, tipo mais comum entre os homens, é a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca). 

A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como endurecimento e presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico). Cerca de 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados somente pela alteração no toque retal. Outros exames poderão ser solicitados se houver suspeita de câncer de próstata, como as biópsias, que retiram fragmentos da próstata para análise, guiadas pelo ultrassom transretal. 

A indicação da melhor forma de tratamento vai depender de vários aspectos, como estado de saúde atual, estadiamento da doença e expectativa de vida. Em casos de tumores de baixa agressividade há a opção da vigilância ativa, na qual periodicamente se faz um monitoramento da evolução da doença intervindo se houver progressão dela. 

O Dia de Finados é celebrado em 02 de novembro no mundo ocidental. Isso ocorre desde a Idade Média, após essa data ter sido sugerida pelo abade Odilon de Cluny. 

O Dia de Finados, como é conhecido, foi instituído inicialmente no século X, na abadia beneditina de Cluny, na França, pelo abade Odilon (ou Santo Odilon [962-1049], como chamado entre os católicos). Odilon de Cluny sugeriu, no dia 02 de novembro de 998, aos membros de sua abadia que, todo ano, naquele dia, dedicariam suas orações à alma daqueles que já se foram. A ação de Odilon resgatava um dos elementos principais da cosmovisão católica: a perspectiva de que boa parte das almas dos mortos está no Purgatório, passando por um processo de purificação para que possam ascender ao Paraíso. 

Caros Associados, 

Informamos que o estacionamento do IEP estará fechado no período de 10 de novembro de 2020 até o dia 21 de novembro de 2020 para execução da nova entrada de energia que será realizada no acesso do estacionamento. 

A Diretoria do IEP dando continuidade nas obras de adequação do Instituto de Engenharia do Paraná tem a grande satisfação de informar que irá dar início a obra para execução do novo projeto elétrico. 

A execução do novo projeto elétrico é necessária para adequação do edifício às normas de prevenção de incêndio, e ainda aumentar a disponibilidade de energia que passará de 400 ampères para 800 ampères. Como é de conhecimento de todos, nosso edifício foi construído em 1976 e naquela época a realidade era outra, não existiam tantos equipamentos eletroeletrônicos. 

Agradecemos a compreensão de todos e contamos com a colaboração de sempre! 

IEP – Instituto de Engenharia do Paraná 

 O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná, por meio de sua Diretoria Técnica e da Câmara Técnica de Processos e Tecnologia Mecânica, realizarão no próximo dia 11 de novembro de 2020, mais uma edição do IEP TALKS com o tema “Salas Limpas e Renovação de Ar em Processos Industriais”. 

Na oportunidade palestrará o engenheiro mecânico, Jurandir Januário especializado em Produção Industrial pela UEL e MBA em Gestão Comercial pela Fundação Getúlio Vargas. 

Experiência de 21 anos na área comercial e gestão de projetos, dos quais 14 atuando na gestão de equipes multifuncionais, sendo parte desse período em empresas multinacionais do segmento de HVAC-r. Amplo conhecimento em gerenciamento de contas e equipe de vendas, sendo responsável pela venda de projetos e equipamentos pra diversos segmentos. 

Experiência no desenvolvimento de produtos (nacionalização, preparação de documentação técnica, testes). Facilidade em adquirir resultados atingindo as metas aplicadas juntamente com sua equipe. Experiência em análise e estudo de novos mercados potenciais. Ampla experiência em missões internacionais de negócios (Europa/Ásia/América do Norte). 

• Data: 11/11 (quarta-feira)
• Horário: 17h00
• Local: Zoom 

Importante: Para participar, o interessado deverá fazer o cadastro via Sympla para receber as instruções de acesso.

CLIQUE AQUI, faça sua inscrição gratuita e receba no seu e-mail as instruções de acesso.

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O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná, por meio de sua Diretoria Técnica e da Câmara Técnica de Processos e Tecnologia Mecânica, realizará no próximo dia 05 de novembro de 2020, mais uma edição do IEP TALKS com o tema “Realidade Aumentada”. 

Na oportunidade palestrará o engenheiro de Controle e Automação, Rodrigo Augusto Garcia dos Santos, com experiência há mais de 20 anos no segmento de automação industrial, iniciando como programador de CLP e projetista de painéis elétricos para automação. Há doze anos trabalha na Fluipress Automação, onde os 9 primeiros anos foi coordenador do departamento de engenharia de controle.  

Após, por pouco mais de um ano assumiu a gerência da Engenharia que englobava as áreas de projetos mecânicos, projetos elétricos, pneumáticos, e desenvolvimento de software para máquinas especiais e linhas de montagem.  Atualmente, é gerente geral da Fluipress, unidade CIC, onde teve a oportunidade de há aproximadamente dois anos liderar também a divisão de Indústria 4.0.    

• Data: 05 de novembro de 2020 (quinta-feira) 
• Horário: 17h 
• Local: Zoom 

Importante: Para participar, o interessado deverá fazer o cadastro via Sympla para receber as instruções de acesso.

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Participe!

Que o desenvolvimento sustentável e uma economia mais verde são o futuro do planeta, se desejarmos ter futuro, ninguém discute, principalmente como profissional das ciências agrárias e educador.

No entanto, todos os dias leio expressões de autoridades de países desenvolvidos que me fazem refletir:

1 “Parar o desmatamento é vital para o desenvolvimento econômico global”. Concordo e pergunto: reflorestar o que destruíram há séculos também não seria?

2 “As florestas tropicais são essenciais para a vida no planeta”. Concordo e pergunto: as florestas das regiões de clima frio também não seriam?

3 “O Brasil não se importa com o meio ambiente e sua política é um desastre nessa área”. Vamos à fria análise dos números. Temos um dos códigos florestais mais restritivos do mundo. Preservamos 66% do território brasileiro ou 632 milhões de hectares, segundo a Embrapa Territorial. Isso equivale a área somada de mais de 40 países da Europa. Desse total 218 milhões de hectares estão dentro das propriedades agropecuárias como reserva legal ou áreas de preservação permanente. Isso representa 25,6% do território brasileiro ou em média 50% das áreas das propriedades (no mínimo 20% no Sul e 80% na Amazônia). E as áreas destinadas a produção das lavouras, pastagens plantadas e florestas plantadas somam 22,2% do território nacional – menos, portanto, do que aquelas que os produtores preservam. Pergunto: quais produtores dos países desenvolvidos fazem isso ou tem legislação florestal semelhante?

4 “As queimadas devem ser abolidas, pelo efeito sobre o aquecimento global e a destruição da vida”. Também concordo e pergunto: as queimadas na Europa, EUA, Austrália, Rússia, em países da África e em outros também não provocam os mesmos efeitos?

5 Dos países do mundo com grande extensão territorial, o Brasil é o primeiro em percentagem de energia renovável na composição da matriz energética total; o segundo em produção de biocombustíveis e o décimo quarto em emissões de gás carbônico entre 1998 e 2018 (China, EUA, Índia e Rússia são os maiores). Mas temos um problema, de desmate e queimadas em áreas de terra não tituladas na Amazônia e de incêndios no Pantanal nesse ano, devido ao intenso período de seca e é nosso dever de casa contê-los.

Pergunto: em função disso, por que temos que contratar e pagar entidades para dizer que a quase totalidade da nossa produção agro não provém dessas áreas da Amazônia? E por que muitas dessas entidades são contra a legalização das áreas devolutas, o que fatalmente acabaria com a grilagem, o desmate e as queimadas ilegais?

Pergunto, ainda: o ato da oferta de algum dinheiro para mantermos a floresta da Amazônia em pé (que é nossa obrigação) e mantermos em 84% da área total daquele bioma, é a compra do direito de continuarem não reflorestando o que destruíram há séculos em seus países?

Não seria mais coerente com o meio ambiente global, já que foram os maiores poluidores, que além do esforço de mudarem suas matrizes energéticas também reflorestassem mais da metade dos seus territórios e sanassem esse passivo ambiental para com a humanidade?

Finalmente, se nós brasileiros não divulgamos toda essa realidade, quem fará?

Eugênio Libreloto Stefanelo
Coordenador da Câmara Técnica de Agronegócios do IEP