No dia 28 de março diversos  associados do IEP participar de uma visita técnica ao parque industrial do Grupo BrasilSAT e conheceram todos os produtos e instalações.

Veja como foi este evento!

No dia 26 de março, na sede do Instituto de Engenharia do Paraná – IEP,  o mestre em Engenharia elétrica e informática industrial, Celso Fabrício de Melo Júnior ministrou a palestra As Equações de Maxwell – Uma introdução para não Especialistas”.

O encontro reuniu muitos engenheiros interessados!

 

 

O Instituto de Engenharia do Paraná – IEP lamenta profundamente o falecimento, nesta quarta-feira (27), de seu ex-presidente Mário De Mari, aos 96 anos. Engenheiro e industrial do setor da construção civil, presidiu o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), na gestão 1957/1958. Em sua vida particular, sempre foi ligado às artes e se dedicou à pintura impressionista, tendo inclusive frequentado o Curso Livre de Composição e Pintura da Escola de Belas Artes de Houston, no Texas (EUA).

O velório de Mário De Mari será realizado no Campus da Indústria, com início previsto para as 17 horas desta quarta. O enterro acontece nesta quinta (28), às 11 horas, no Cemitério Municipal de Curitiba.

Nascido em 6 de setembro de 1922, em Curitiba, Mário De Mari se formou em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 1946. Começou a carreira profissional na Prefeitura Municipal de Curitiba, sendo o primeiro diretor do Departamento de Urbanismo e chefe da Divisão de Pavimentação. Em seguida, fundou a empresa Técnica De Mari S/A – Engenharia Civil.

Mário De Mari também assumiu a presidência do Sistema Fiep em outubro de 1968.

No dia 21 de março aconteceu no IEP a 9ª degustação – Confraria de Vinho do Instituto de Engenharia do Paraná. Foram degustados 5 vinhos com Sandra Zottis, enóloga de formação, professora de Enogastronomia para turmas de sommelier e chef de cozinha.

No dia 22 de março o IEP em parceria Coalizão Paraná Sustentável, Associação Paranaense de Imprensa e Centro de Estudos Brasileiros do Paraná realizou uma palestra para comemorar e conscientizar sobre a importância do uso desse recurso natural. Um evento imperdível para discutir e apresentar ideias para problemas de abastecimento de água tratada e o desperdício dela.

“Abordamos hoje os mais diversos temas que se referem à água. A portabilidade, os grandes reservatórios, o abastecimento e o tratamento. A água não tratada é vetor de uma série de doenças e edemias.Basta ver  aquelas casas que ficam em parafitas  em outras cidades, até mesmo dentro de São Paulo com bolsões que possuem habitações e até mesmo na nossa capital, Curitiba, cujos rios são poluídos. Os rios poderiam e deveriam ser mananciais para a cidade. Não dá para separar o poder públicos da sociedade e infelizmente o Brasil é um país sem educação. Temos que nos pautar em despertar esta consciência” declara o Presidente do IEP, José Rodolfo de Lacerda.

Para o o Consultor Ambiental José Borghetti, o objetivo central é discutir a questão da água pois não há nada para comemorar no Dia Mundial da Água:

“Temos que refletir com os extremos que estão acontecendo em todo o mundo. Secas extremas e cheias extremas. É fundamental estar preparado na questão da engenharia hidráulica sob o ponto de vista de maior uso destas tecnologias em benefícios do ser humano”

O especialista lembrou que o volume de água do planeta é de 70%, mas apenas 35 é de água doce – e deste volume apenas 0,08% não está congelada e pode ser destinada ao uso humano: “Isso nos leva para um um grande conflito para  para as novas gerações. Temos que deixar para os que estão chegando um planeta melhor. Precisamos quebrar o paradigma do uso adequado da água e de que forma a tecnologia disponível pode ser útil para evitar estes grandes conflitos com a natureza” completou.

No dia 14 de março o Professor José Pissolato Filho, Professor Titular da FEEC – Faculdade de Engenharia Elétrica e Computação da UNICAMP -Universidade Estadual de Campinas, atuante na área de Engenharia Elétrica esteve no IEP, através de convite da Câmara Técnica de Edificações, ministrando a palestra sobre Sistemas Modernos de Proteção Contra Descargas Atmosféricas.

O encontro esteve repleto de associados.

 

No dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, o Instituto de Engenharia do Paraná –  IEP em parceria com o Rotary Internacional comemorou esse dia tão importante com diversas atividades e dicas para as mulheres. Na programação tivemos pela manhã  “O que sua imagem está falando sobre você?” que alinhou diversos pilares como autoimagem, autoestima, cores que te valorizam, estilo e sua personalidade, visagismo e o novo mundo com Juliana Bacellar e equipe, consultora internacional Ricardo Wolpy

Pela tarde aconteceu a conversa “Dicas de Maquiagem” com  André Bartolini e na sequencia designer de sobrancelha, dicas de maquiagem e dúvidas na saúde da pele e prevenção de doenças e sinais de envelhecimento precoce.

No  dia 26 de fevereiro diversos associados do Instituto de Engenharia do Paraná – IEP participaram de mais uma visita técnica. Desta vez o destino foi ao CCO / SETRAN onde todos puderam  conhecer as instalações e o funcionamento da sala de Operação do Trânsito.

 

O Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná – IEP, José Rodolfo de Lacerda, esteve na aula inaugural do Mestrado Profissional em Desenvolvimento de Tecnologia do Instituto LACTEC. Já é tradição o presidente do IEP participar da aula inaugural para tecer algumas palavras sobre a origem do LACTEC, que está na escola de Engenharia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) quando o professor Pedro Viriato Parigot de Souza criou o Centro de Estudos Hidráulicos do Paraná (CEHPAR), que com o passar dos anos seguiu evoluindo:

“Foi assim que se criaram as diretrizes da primeira usina hidrelétrica do Paraná que foi construída sob a direção da COPEL, que foi hidrelétrica Capivari Cachoeira. Haviam outros laboratórios incluindo um para copos de prova para emenda de armadura, por exemplo, e esses laboratórios se expandiram. Uma maneira de concentrá-los foi a criação do que temos hoje aqui.”

Lacerda destaca o Instituto LACTEC como um centro de excelência sem fins lucrativos, com total liberdade de expressão sem amarras – principalmente do poder público federal: “É uma nova mentalidade, sem viés ideológico, onde temos praticamente um dos institutos mais respeitados no Brasil”.

O Engenheiro Helio Padilha, diretor de desenvolvimento do LACTEC, explicou que a parceria com o IEP é de longa data: ” Sem o Instituto de Engenharia do Paraná não conseguiríamos efetivamente fazer este curso funcionar. É uma parceria que dá credibilidade ao curso que está melhorando a cada ano que passa.” completa.

A Câmara Técnica de Cartografia, Geociências e Geotecnologia do Instituto de Engenharia do Paraná – IEP promove o seminário Segurança de Barragens: Por Que as Barragens Estão Ruindo?  O encontro debateu inúmeros conceitos, incluindo a mudança cultual necessária dentro da engenharia para evitar novas tragédias e a atualização dos currículos da engenharia visando a preparação para a realidade do nosso país.

Após a abertura do encontro pelo Presidente do IEP, José Rodolfo de Lacerda, o ciclo de palestras começou com Projeto X Contratos nas Obras de Engenharia (com o Eng. Ricardo Prado Santos), e seguiu com Geotecnologias no Controle e Gestão de Barragens (com a Enga. Cart. Renata Brasil e o Eng. Cart. Ferrucio Kochinski), Perícias em Barragens, com o Eng. Pedro A. Kruk, do IBAPE-PR, Segurança de Barragens e sua Gestão (com Dr. José Marques Filho, professor da UFPR) e finalizou com Mecanismos de Escorregamentos (com o Eng. Viktor Baras).

Presidente do IEP, José Rodolfo de Lacerda, analisa que o evento serviu para tecer todas as considerações que envolvem os problemas das barragens como estabilidade, projetos, manutenção, vistoria e até mesmo na origem de tudo: o contrato.  Para Lacerda há muitas variáveis em jogo com a exploração de minérios, algo muito sério e delicado e que é de fácil percepção que no Brasil não se dá a devida importância – principalmente para as populações que estão no entorno destas barragens:
“Há um total desleixo por parte daqueles que promovem este tipo de negócio e estas fiscalizações, uma verdadeira sucessão de irresponsabilidade. Nas barragens esse fator de risco ceifa um grande numero de vidas humanas, assim como em uma ponte ou um edifício. Mas além das perdas de vidas, o rompimento de uma barragem afeta a biodiversidade local, as estruturas das cidades e comunidades no entorno e, do ponto de vista da engenharia como profissão, traz desprestigio para a classe. Fazer comentários depois do fato consumado é fácil, então precisamos ter a consciência de que não basta pensar no lucro. As companhias precisam sim ter o seu ganho, mas o aspecto da segurança precisa estar bem enraizado e presente”
Dr. José Marques Filho, professor da UFPR especialista em Gestão e Segurança de Barragens de Rejeito, afirma que tudo o que está acontecendo é, na realidade, um mau presságio de que os engenheiros: “Estamos falando de profissionais que estão bastante subordinados à questão de gestão, e não deveriam. Os engenheiros são a última palavra na questão da segurança e não pode haver demoras nestas decisões e muito menos e não pode ter uma outra instância. Os engenheiros estão me xeque no Brasil, principalmente aqueles que atuam com manutenção.
O Eng. Cart. Ferrucio Kochinski, que falou sobre Geotecnologias no Controle e Gestão de Barragens, lembrou da importância deste encontro que trouxe para o IEP um tema que precisa ser tratado por profissionais da área.  Para Ferrucio, as barragens, independente dos problemas que estão apresentando, precisam ser discutidas por engenheiros e instituições da engenharia para ter uma conceituação que traga tranquilidade para a sociedade:
“No Paraná não existem as chamadas barragens de amontantes como em Minas Gerais, quando se cria a estruturação da barragem com o material rejeitado da mineração. O que nós temos aqui em nosso Estado são barragens de concreto. Mesmo as maiores como Itaipu possuem garantias contra qualquer tipo de problema parecido com os de Minas. Independente deste fatos, o assunto do que aconteceu em Minas faz parte da engenharia e precisamos analisar isso tudo dentro do IEP com profissionais da área.”

Para o Engenheiro e Consultor Estratégico José Alberto o encontro foi uma oportunidade para discutir o que aconteceu indo além de uma caça aos culpados, mas discutir esta questão como um problema da engenharia:

“O evento reuniu os associados do IEP com diversos experts de vários assuntos e houve um debate proveitoso sobre tudo o que aconteceu. Ainda estamos na fase das averiguações oficiais, mas o IEP está atuando com todos os seus associados tomando a dianteira como protagonista neste tema. Infelizmente o foco da engenharia vem em cima de uma tragédia”.

José Alberto explicou que o evento serviu para que o IEP e seus associados tenham condições de ter um filtro para pontuar tudo o que foi debatido nesta manhã. Para o especialista, uma entidade como o IEP, que defende a engenharia como um instrumento de execução, está ativo como todo protagonista deve ser: “Mostramos hoje que se não tivermos prevenções, novos acidentes acontecerão. E não são apenas as barragens, mas outras estruturas. Temos viadutos caindo em Brasilia e em São Paulo, por exemplo. Alguma coisa está acontecendo. Não podemos esquecer que temos obras com mais de 50 anos de existência. Será que todas contam com manutenção? Com toda certeza posso afirmar que não” conclui.

Acesse as apresentações das palestras:

Palestra – Eng. Ricardo Prado

Palestra – Eng. Renata Brasil

Palestra – Eng. Ferrucio

Palestra – Eng. Pedro Kruk

Palestra – Dr. José Marques Filho

Palestra – Eng. Viktor Baras