A convite da Associação Brasileira de Engenheiros Civis (ABENC-PR), o Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, acompanhou na manhã desta quarta-feira uma visita às obras da nova Ponte de Guaratuba. À tarde, esteve no 3° Seminário do Litoral Paranaense, fruto de uma parceria entre a ABENC e a Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Guaratuba (AEEAG), com realização do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR) e que debateu a temática “A Importância do Litoral Paranaense”.
No período da manhã, o Engenheiro Samuel Colucci (representando o consórcio responsável pela construção da Ponte de Guaratuba), apresentou os detalhes deste que é um dos projetos mais aguardados do Estado – fundamental para integração logística, segurança viária e fortalecimento econômico do litoral. No tour pela obra, elencou os aspectos técnicos mais relevantes: os métodos construtivos, o cronograma, as etapas já vencidas e os desafios superados. Ele ressaltou especialmente como a execução tem conseguido se manter dentro do prazo previsto, graças à sinergia entre as equipes, à adoção de técnicas modernas e à gestão rigorosa dos recursos.
À tarde, Gomez prestigiou a programação do 3º Seminário do Litoral Paranaense (que aconteceu na Câmara Municipal de Guaratuba), que contou também com a presença do Prefeito Maurício Lense, do Secretário de Urbanismo de Guaratuba, Vilmar Faria Silva, e do Presidente da Associação de Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Guaratuba (AEEAG), Eng. Civil Cassio Vinicius da Conceição Henrique Simão.
“O desenvolvimento do nosso litoral se faz com obras estruturantes que interligam cidades, recuperam faixas de areia, eliminam alagamentos e promovem a educação cultural e social, tudo isso graças à Engenharia e o conhecimento técnico de nossos profissionais”, resumiu.
As palestras do Seminário trouxeram informações sobre o papel estratégico de Guaratuba no desenvolvimento do litoral, uma cidade marcada por desafios de mobilidade, saneamento e crescimento urbano acelerado, mas que vem se tornando referência para debates técnicos que integram Engenharia, planejamento territorial e sustentabilidade.
Junto com as boas-vindas, o Prefeito Maurício Lense abordou a evolução da cidade, seus desafios estruturais e perspectivas de desenvolvimento.
Também na grade, as palestras “A Mútua e o Apoio ao Profissional da Engenharia”, proferida pelo Eng. de Produção e Segurança do Trabalho e Analista Regional da Mútua-PR, Cristóvão Costa Neto; “As Estradas de Acesso ao Litoral do Paraná”, pelo Eng. Civil Daniel Fujiwara (Superintendente Regional do Departamento de Estradas de Rodagem/DER-PR); “Planos de Saneamento do Litoral do Paraná”, pelo Gerente Regional da Sanepar, Marcos Eduardo Muniz; e “Engordamento e Urbanização de Guaratuba”, pelo Eng. Civil de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do Instituto Água e Terra (IAT), José Luiz Scrocaro, e pelo Eng. Agrônomo e ambientalista Rasca Rodrigues.
O evento foi patrocinado pela Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea (Mútua) e pela Tutorial Corretora de Seguros, com apoio da ABENC, da Câmara de Vereadores e da Federação Nacional de Entidades de Engenharia Civil.
Situação atual da Ponte de Guaratuba
Segundo dados do Governo do Paraná, a Ponte de Guaratuba já alcançou 80% de execução.
- No trecho estaiado, considerado tecnicamente mais complexo, as fundações, os pilares das torres e as aduelas de partida já estão finalizados.
- Nos acessos à ponte, ambos os lados – Guaratuba e Matinhos – registram avanço nas obras: terraplenagem, drenagem, pavimentação e contenções estão em curso.
- No trecho pré-moldado, continua a produção e lançamento de vigas longarinas, bem como a concretagem de lajes e travessas.
- O custo estimado da obra é de R$ 386,9 milhões, com previsão de entrega para abril de 2026.
- A ponte terá extensão de 1.244 metros, com quatro faixas de tráfego, duas faixas de segurança, calçadas com ciclovia e guarda-corpo.
- Nos acessos, os portais da ponte estão sendo construídos com técnicas como solo grampeado, estaca raiz e cortinas atirantadas para contenção nos morros.
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O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) promoveu nesta segunda-feira (17) o evento “Mitos e verdades: recarga de veículos elétricos”, reunindo especialistas em engenharia, distribuição de energia e segurança para debater o crescimento e os desafios da eletrificação veicular. O encontro, realizado na sede do Instituto, destacou a importância de educar o público e normatizar a infraestrutura para garantir a segurança da transição energética.
O Presidente do IEP, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, abriu o evento ressaltando a união de esforços com a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (ASBEA), cujo presidente estava presente. “Tivemos a mesma ideia e unimos esforços para trazer informações atualizadas sobre o tema”, disse Gomez, sublinhando o objetivo de apresentar os fatos para que o público forme sua própria opinião.
Gomez fez um alerta sobre incidentes, citando estatísticas e casos recentes. Ele mencionou um grave incidente em Maceió, onde “11 bombeiros e 4 viaturas atuaram para controlar o fogo” em um veículo Volvo, evidenciando a seriedade do combate a incêndios em VEs. Contudo, em uma ponderação, o presidente do IEP apresentou dados da National Transportation Safety Board (NTSB) dos EUA: “Segundo a pesquisa da NTSB, o veículo elétrico tem 60 vezes menos probabilidade de pegar fogo do que um veículo a combustão”.
O Presidente Gomez afirmou que o objetivo do evento é situar o público para que cada um faça sua própria avaliação sobre o tema, sem defender ou condenar a tecnologia, mas sim apresentar os mitos e verdades com dados”.
Paraná lidera a transição
Júlio Shigeaki Omori, Diretor Comercial da COPEL, garantiu a capacidade do sistema elétrico paranaense de absorver o crescimento da frota de Veículos Elétricos (VEs) e destacou o histórico pioneiro da distribuidora no setor. No entanto, o engenheiro alertou que a maior barreira para a recarga segura e eficiente atualmente reside nos edifícios coletivos, os condomínios.
Omori desmistificou a preocupação de que a infraestrutura elétrica não suportaria a transição para VEs. Ele afirmou que, no curto prazo, a geração de energia não é o problema imediato. “Há folga de energia devido ao crescimento da Geração Distribuída Solar”, explicou Omori, notando que o excesso de geração de fontes renováveis já é uma realidade em algumas regiões do país.
Para o longo prazo, a COPEL projeta que o aumento de demanda decorrente de uma frota estimada em 100 mil VEs leves até 2030 (cerca de 150 MW) será absorvido pelo plano de investimentos da companhia, que prevê um aumento de 600 MW com 50 novas subestações. “O crescimento vegetativo de carga já absorve o esperado aumento dos VEs, ou seja, não há problema de potência no Paraná”, garantiu o diretor.
O nó dos condomínios
O foco das preocupações da distribuidora está na infraestrutura predial. Omori classificou a recarga em edifícios coletivos como “o principal problema hoje”, devido às características elétricas peculiares (fatores de demanda distintos).
Para enfrentar essa barreira, a COPEL trabalha há anos na normatização. “Há mais de seis anos, a COPEL trabalha em uma norma técnica de sistemas de recarga, desde 2018, para chamar a atenção dos projetistas”, revelou. Embora sugestões iniciais de fator de demanda tenham sido removidas das versões recentes – pois “cada projeto deve ser estudado individualmente” – a norma tem forçado o mercado a considerar a infraestrutura desde a fase de projeto.
Omori concluiu que a segurança é prioridade, destacando que o Sistema de Gerenciamento da Bateria (BMS) é o “grande guardião” dos ativos. Com a tecnologia de baterias e a experiência da COPEL, que “não registrou nenhum incidente” com baterias de íon-lítio até o momento, a segurança depende da análise de risco e do investimento em infraestrutura regulamentada.
Alerta e segurança
O Major Fernando Tratch, Comandante da 4ª Companhia do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, em Cianorte, trouxe a perspectiva da segurança pública e o desafio do crescimento exponencial da frota. O Major alertou que a preocupação migrou dos veículos para os pontos de recarga e, sobretudo, para o ambiente residencial.
“Os locais onde mais ocorrem incêndios com VEs são nas residências, onde o controle de segurança é mais difícil e não há regulamentação específica,” afirmou o Major Tratch, destacando o perigo dos carregadores portáteis e adaptadores de procedência duvidosa.
Sobre o combate a incêndios em baterias, o Major Tratch sublinhou a dificuldade sem equipamentos adequados: “O combate a incêndios de baterias (fuga térmica) exige grandes volumes de água, chegando a 30 a 40 mil litros sem o equipamento adequado”. Ele tranquilizou o público informando que o Paraná está testando novas ferramentas que permitem o resfriamento direto da bateria, reduzindo drasticamente o tempo e a água necessários. A normativa paranaense sobre espaços de recarga, desenvolvida em parceria com a Liga Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares (Ligabom), está em fase final.
Frota eletrificada
O crescimento da frota de veículos elétricos (VEs) no Paraná tem sido exponencial, superando todas as previsões recentes, conforme dados apresentados pelo Major Fernando Tratch. O estado registra um total de 34 mil veículos eletrificados (híbridos e 100% elétricos) no período de 2021 a 2025 (até a data do evento). A aceleração mais notável ocorreu recentemente. “Só no ano de 2025, foram mais de 12 mil veículos eletrificados”, destacou o Major Tratch, ressaltando que o ano sequer foi finalizado. A média atual de emplacamentos é de 20 veículos eletrificados por dia no estado e o número de VEs emplacados em 2025 já ultrapassou o total registrado em 2024, que havia sido considerado um ano recorde.
O Major Tratch sublinhou que essa tendência reflete uma mudança de comportamento no consumidor, indo além da preocupação ambiental. “É uma tecnologia que veio para ficar. Quando a gente conversa com algum conhecido, com certeza alguém está discutindo a questão do veículo eletrificado. Trabalhadores de aplicativo, se alguém pegar um motorista de aplicativo e perguntar, ele vai falar da economia que ele está tendo”, afirmou o Major, mostrando que os benefícios econômicos estão impulsionando a rápida adoção no Paraná.
Desinformação, maior risco
Zeno Luiz Iensen Nadal, Coordenador de Inovação e Infraestrutura na Superintendência Geral de Gestão Energética do Paraná, concentrou-se nos riscos gerados pela desinformação do consumidor. Ele apresentou o exemplo prático de um proprietário que utilizava um carregador potente em uma tomada residencial inadequada: “O maior erro é o consumidor comprar um VE achando que o carregador interno suporta altas potências”.
O engenheiro alertou que carregadores de baixa qualidade e sem controle comprados em sites de comércio eletrônico “representam um grande risco” e citou o problema da micromobilidade, onde a recarga barata e menos supervisionada eleva o risco de incêndios. Nadal concluiu que a segurança está intrinsecamente ligada à educação do consumidor: “A segurança depende do respeito às normas técnicas e da correta instalação, e o grande desafio é educar o consumidor sobre os perigos da desinformação”.
Mitos e verdades
O evento abordou diversos mitos sobre a tecnologia: é mito que a bateria vicia (a tecnologia atual de íon-lítio não possui “efeito memória”) e é mito que falta infraestrutura de recarga para o uso urbano, onde a maioria das recargas acontece em casa, durante a noite. Contudo, é verdade que recarregar em casa aumenta a conta de energia, mas o custo por quilômetro rodado no VE é consideravelmente menor: “gasta-se R$ 0,11/Km roda com o VE, em comparação a R$ 0,33/Km com gasolina”.
O público foi orientado a realizar a recarga com segurança e a fazer a revisão obrigatória do veículo e das baterias após qualquer colisão ou passagem por área alagada, um dos cuidados especiais essenciais para a durabilidade e segurança do ativo.
A rápida ascensão da eletromobilidade traz consigo um conjunto de desafios que vão muito além da tecnologia veicular, exigindo uma transformação profunda na infraestrutura e nas políticas públicas. Ele destacou a necessidade de uma visão sistêmica para garantir o sucesso da transição energética.
Nadal ressaltou que a rede de recarga precisa de um salto de qualidade, focando em pilares essenciais: “A rede de recarga precisa de confiabilidade, interoperabilidade e distribuição equilibrada”, afirmou, sugerindo que o usuário deve ter segurança e facilidade ao carregar seu veículo, independentemente do ponto de recarga.
Integração e planejamento
O engenheiro enfatizou que a transição exige coordenação intersetorial e um novo modelo de planejamento. “É vital a necessidade de integração com fontes renováveis e armazenamento energético, garantindo que o abastecimento dos veículos seja limpo e estável. O sucesso depende do planejamento urbano e coordenação entre setor elétrico e de transportes, evitando gargalos logísticos e de potência nas cidades”, explicou.
Além disso, a estrutura de suporte precisa de atenção. Nadal defendeu a “necessidade de Políticas Públicas de Mobilidade Urbana Sustentável, que orientem o crescimento da frota e da infraestrutura de forma inteligente”.
O foco nos bastidores da cadeia de valor também foi um ponto crucial. O especialista apontou a importância do treinamento de profissionais para empregos qualificados e novas cadeias de valor (baterias, eletrônicos, software), preparando o país para as demandas de um mercado de alta tecnologia.
Do ponto de vista econômico e de desenvolvimento, o Brasil tem uma oportunidade única. “O país pode liderar a produção de insumos para baterias com base em minerais locais, um caminho para fortalecer a competitividade industrial nacional”, sugeriu.
Ele concluiu que o investimento e a expansão da eletromobilidade não são apenas uma questão ambiental ou tecnológica, mas um motor de crescimento: “A expansão da eletromobilidade favorece exportação e competitividade global.. A mobilidade elétrica é, em suma, o “vetor de desenvolvimento sustentável e competitividade nacional”.
Vendas de elétricos
A transição para a eletrificação veicular é uma realidade consolidada, impulsionada por um crescimento global expressivo, conforme demonstrado pelas estatísticas apresentadas no evento.
O mercado global de veículos elétricos e híbridos continua em trajetória ascendente, indicando uma tecnologia sem retorno. Desde o início do ano de 2024, foram registrados 177 mil modelos identificados. Somente em outubro de 2024, as vendas anuais (não está claro se a fonte se refere a um dado acumulado de outubro ou um valor estimado) atingiram a marca de 21,369 bilhões de VEs vendidos por ano. Em 2023, o mercado global consolidou a tendência, com 17 milhões de veículos vendidos.
O Brasil se destaca regionalmente na adoção de veículos eletrificados, reafirmando sua posição de liderança com 418 mil veículos eletrificados no Brasil, demonstrando um avanço significativo do mercado nacional. E o país liderou as vendas de VEs e modelos Híbridos (VE+Híbridos) na América Latina em 2024.
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Assista ao evento completo abaixo ou pelo Canal do IEP no YouTube:
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O Instituto de Engenharia do Paraná, por meio da Câmara Técnica Universitária, realiza o 26° encontro voltado à conversação em Inglês com foco em temas de engenharia. Este é o ambiente perfeito para quem busca aprimorar o idioma de forma descontraída e colaborativa, expandindo o vocabulário técnico essencial para os desafios do mercado global.
Este evento é aberto ao público associado, universitário e engenheiros que queiram se destacar no mercado global.
- Data: 22/11 (sábado)
- Horário: 10h00
- Local: 5° andar IEP
Para entrar no grupo de WhatsApp, contate: (44) 99818-2661 ou (41) 99639-9060.
Comunicamos que nesta quinta-feira (20/11), em virtude do feriado de Consciência Negra, o prédio do IEP estará fechado. Retornaremos as atividades normais na sexta-feira (21/11).
Tenham todos os ótimo feriado!
Atenciosamente,
Instituto de Engenharia do Paraná
O Instituto de Engenharia do Paraná promove a Visita Técnica à GRECA Asfaltos, no dia 04 de dezembro, fazendo parte da programação da 31º Semana da Engenharia.
A GRECA Asfaltos é referência na distribuição, industrialização e logística de produtos asfálticos. Uma empresa reconhecida pelos investimentos em novas tecnologias, aperfeiçoamento de seus produtos e alto desempenho logístico.
- Data: 04/12/2025 (Quinta)
- Horário: 08h30
- Local: Saída do IEP
Quer saber mais? Inscreva-se e venha participar da visita técnica.
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*Exclusivo para associado IEP.
**O não comparecimento a Visita Técnica irá ocasionar no cancelamento do associado para as próximas visitas.

O Instituto de Engenharia do Paraná promove a Visita Técnica à RAC Engenharia, no dia 02 de dezembro, fazendo parte da programação da 31º Semana da Engenharia.
A RAC Engenharia atua há mais de 20 anos no mercado brasileiro de construção, oferecendo serviços completos de planejamento, gerenciamento e execução de obras com foco na inovação e na sustentabilidade.
- Data: 02/12/2025 (Terça)
- Horário: 08h30
- Local: Saída do IEP
Quer saber mais? Inscreva-se e venha participar da visita técnica.
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*Exclusivo para associado IEP.
**O não comparecimento a Visita Técnica irá ocasionar no cancelamento do associado para as próximas visitas.

Nesta data, em 1889, o Brasil rompeu com o seu passado monárquico, buscando mais democracia, representatividade e soberania.
Hoje, já somamos décadas e décadas de aprendizado, evolução e construção da nossa identidade como república, como nação livre e como modelo de democracia.
Em Foz do Iguaçu para acompanhar o 51º Encontro Paranaense de Entidades de Classe (EPEC) do Crea-PR, o presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez visitou na tarde desta quinta-feira o AquaFoz, nova atração turística recém-inaugurada na cidade. Ele esteve acompanhado da esposa, Marisa, e do Eng. Civil Antônio Borges dos Reis.
A comitiva foi recebida pelo diretor técnico Marcos Traad, que conduziu a visita pelos diversos ambientes do complexo. O AquaFoz, com 13 mil m² de área construída, reúne aquários de água doce e salgada, expondo desde pequenos peixes — como cavalos-marinhos — até grandes espécies marinhas, entre elas tubarões, polvos e arraias. O espaço também oferece atividades lúdicas voltadas ao público infantil, ampliando o caráter educativo e interativo da atração.
O aquário foi inaugurado na manhã desta quinta-feira, em cerimônia que contou com a presença do governador Ratinho Junior, e abriu oficialmente suas portas ao público no dia de hoje. A expectativa é de que o AquaFoz se torne um novo destaque turístico da Tríplice Fronteira, agregando ciência, conservação e entretenimento.
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Na manhã desta sexta-feira, o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), representado pela coordenadora da CT de Arquitetura e Urbanismo Elise Bonato, recebeu a visita de representantes das Embaixadoras do Bem, que compareceram à sede do Instituto para entregar suas doações destinadas aos moradores de Rio Bonito do Iguaçu, atingido por um tornado na última semana.
“As Embaixadoras do Bem unem forças ao IEP com o propósito de direcionar seu olhar solidário e sua causa humanitária aos moradores atingidos pelo tornado, atuando em apoio a este momento tão desafiador. Nós, que tradicionalmente desenvolvemos ações junto a idosos, hospitais e bebês, somamos agora nossos esforços para contribuir com esta nova causa, na esperança de que cada doação possa fazer a diferença na vida das pessoas afetadas”, resume Tânia Gomez.
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Acontece até hoje em Foz do Iguaçu o 51º Encontro Paranaense de Entidades de Classe (EPEC), realizado pelo Crea-PR com a presença de centenas de profissionais em um ambiente de troca, aprendizado e valorização das áreas tecnológicas.
O presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, acompanha o evento, reforçando a presença ativa da entidade nos debates estratégicos do Sistema Confea/Crea. “Destaco a relevância do EPEC como plataforma de integração e evolução conjunta das profissões tecnológicas. Espaços como este são fundamentais para fortalecer o diálogo entre as entidades e promover avanços que impactam diretamente a Engenharia no Paraná”, diz.
O segundo dia do encontro começou com uma palestra inspiradora do alpinista brasileiro Waldemar Niclevicz, o primeiro a levar a bandeira do Brasil ao topo do Monte Everest. Diante de um auditório lotado no Grand Carimã Resort & Convention Center, ele transformou a escalada da montanha mais alta do mundo em metáfora para desafios pessoais e profissionais.
Niclevicz emocionou o público ao relembrar sua jornada ao cume do Everest e reforçou que grandes conquistas são fruto de preparação, persistência e estratégia. Para ele, a montanha mais difícil a ser escalada é a interior — aquela que envolve inseguranças, limites e decisões difíceis, tão presentes no cotidiano das Engenharias e da gestão pública e privada.
Em sua fala, o alpinista comparou o rigor técnico exigido nas grandes expedições ao necessário nas obras e projetos das engenharias. Assim como no ambiente extremo das altas montanhas, erros de avaliação e a falta de planejamento podem ter consequências graves. Ele destacou ainda o valor da prudência, ao lembrar que o verdadeiro alpinista é aquele que volta para casa — uma analogia direta à responsabilidade e ao compromisso ético dos profissionais do setor.
O EPEC segue até hoje, com uma programação que inclui palestras – como a que iniciou o dia de hoje, ministrada por Allan Costa sobre “Inovação Tecnológica” – painéis temáticos, debates, apresentações e a entrega do Prêmio Crea-PR da Qualidade, encerrando mais uma edição marcada pelo fortalecimento das entidades e pelos novos horizontes discutidos para o futuro das profissões tecnológicas no Estado.
*Com informações do Crea-PR
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