O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), por meio da sua Câmara Técnica de Urbanismo, realizou uma palestra que apresentou as ferramentas do GeoCuritiba, plataforma que consolida informações técnicas e espaciais da cidade em um ambiente acessível e integrado.
“A proposta é democratizar o acesso aos dados urbanos em tempos de cidades inteligentes. O sistema GeoCuritiba reúne, em uma única plataforma, recursos como o Mapa Cadastral Online, o Curitiba 3D, a Planta Genérica de Valores, além de consultas de confrontantes, mapas históricos e temáticos. Com isso, aproxima o dado técnico da prática cotidiana, oferecendo suporte tanto para a gestão pública quanto para a sociedade civil”, disse o Arquiteto e Urbanista Rodrigo Tadeu Baranczuk, Superintendente Técnico da Secretaria Municipal do Urbanismo (SMU). “Esta iniciativa aproxima a Secretaria dos cidadãos ao apresentar uma das principais ferramentas do Cadastro Técnico, que apoia tanto a Prefeitura quanto os profissionais em seus serviços, reunindo informações ricas e abrangentes para serem cada vez mais apropriadas e utilizadas por todos.”
Para o Presidente do IEP, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, a palestra é extremamente relevante para todos que desejam conhecer Curitiba em sua totalidade e em detalhes. “Muito do que for apresentado representa um grande aprendizado sobre as ferramentas e informações que temos disponíveis acerca da nossa cidade. Em nome do IEP, dou as boas-vindas a todos e reforço que, em tempos de cidades inteligentes, a informação espacial não pode ser privilégio de poucos. Ela deve ser pública, acessível e confiável — um instrumento a serviço do planejamento, da gestão urbana e da sociedade”, disse.
A apresentação dos palestrantes ficou a cargo da Arquiteta Elise do Carmo Bonierski Bonato, Coordenadora da Câmara Técnica de Urbanismo do IEP.
Aline Placha Tambosi, Arquiteta e Urbanista (membro da Diretoria do Departamento de Cadastro Técnico Municipal (UCT) e da Presidência da Comissão de Regularização de Loteamentos (CRL), percorreu a trajetória histórica e técnica do Cadastro Técnico Municipal até chegar à atual disponibilização de informações por meio do GeoCuritiba. Ela explicou que o Cadastro Técnico Municipal é o departamento responsável pelo cadastramento cartográfico e informatizado de imóveis, além da manutenção da base cadastral do município. Já o Cadastro Técnico Multifinalitário foi apresentado como um sistema voltado à gestão urbana, subsidiando áreas como planejamento, tributação, licenciamento, fiscalização e demais funções ligadas à administração do espaço urbano.
“Esse conceito vai além do urbanismo e serviu de base para a implantação do GeoCuritiba, plataforma que reúne dados de interesse público e pode ser utilizada por diferentes secretarias da Prefeitura”, comentou.
A apresentação destacou ainda o percurso histórico do cadastro técnico em Curitiba. O ponto inicial, segundo ela, remonta a 1721, quando, por iniciativa do Ouvidor Pardinho, foi elaborada a Planta do Rocio, que delimitava o entorno da vila central e organizava a ocupação caótica da época. Esse trabalho incluiu também o levantamento dos moradores e a demarcação de suas terras. Hoje, cerca de 2,5 mil plantas originais desse período estão arquivadas e servem como base para consultas históricas.
Na década de 1930, surgiu a necessidade de organizar o município em quadrantes, tendo a Praça Tiradentes como marco zero. Foram levantadas 550 quadras, com dados detalhados de testada e fichas específicas para cada lote. Já nos anos 1950, a criação da indicação fiscal permitiu localizar imóveis nos mapas, mas, com o aumento de dados, o sistema tornou-se insuficiente.
Foi apenas a partir da década de 1980 que se consolidou uma virada de chave com o geoprocessamento, criando uma base referencial única, codificação padronizada (por bairro, quadra, lote e trecho de rua) e atualização constante das informações. “Esse avanço resultou na base cadastral digital, tornando obsoletos os sistemas anteriores de codificação”, continuou Aline, reforçando que o processo de atualização é contínuo. “Os dados mudam constantemente, e isso nos dá combustível para seguir saneando e aprimorando as informações. Nosso objetivo é resgatar a memória do cadastro municipal e espacializar os registros, preservando e divulgando dados que contam parte da história de Curitiba”, afirmou.
Ela destacou também a importância da unificação de bases dispersas e da criação de indexadores de busca, permitindo maior integração entre sistemas da Prefeitura. O resultado é a possibilidade de consumo de dados por toda a administração municipal, o que amplia a precisão das análises e garante decisões mais estratégicas e embasadas.
Na sequência, a arquiteta e urbanista Thaís Vieira Lopes, integrante da Gerência de Projetos e Planejamento do UCT, apresentou algumas funcionalidades do portal GeoCuritiba, ressaltando seu caráter de construção coletiva e convidando os presentes a explorarem a plataforma e contribuírem com devolutivas. “Os dados disponíveis representam informações de grande valor, que devem ser amplamente aproveitadas por todos os profissionais”, encerrou.
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O Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (UFPR) promove nesta semana a Semana Acadêmica de Engenharia Civil, organizada pelo Diretório Acadêmico de Engenharia do Paraná (DAEP/Gestão Ágora), com orientação da coordenação de curso.
Na abertura do encontro, o Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, destacou a atuação da entidade e aproveitou a ocasião para convidar os estudantes a se tornarem associados. “Eventos como a Semana Acadêmica de Engenharia Civil são fundamentais para aproximar estudantes, professores e profissionais, fortalecendo a formação acadêmica e estimulando o desenvolvimento de soluções inovadoras para os desafios da Engenharia e da sociedade”, resume o Presidente Gomez.
Com palestras, cursos práticos, visitas técnicas e feira de oportunidades, a programação traz atividades voltadas à formação profissional e ao contato com o mercado.
A abertura contou com palestra magna intitulada “Estudo de Ruptura Hipotética em Barragens”, proferida por Camila Fabiani Giantomaso, engenheira civil formada pela UFPR e coordenadora de projetos de Recursos Hídricos na HIDROBR.
Na grade da programação, cursos práticos sobre temas como coleta de dados com drones, software de geoprocessamento, ensaios de sondagem do solo e modelagem de projetos em BIM; além de visitas técnicas a intuições e obras e instituições como a Pirâmide Solar do Caximba, o Porto de Paranaguá, o IPPUC/Hipervisor, a ETA Miringuava, a ORPEC Engenharia e a Ponte de Guaratuba.
Na última quinta-feira (11/09), foi realizada a cerimônia de prestação de contas e posse da nova Diretoria do Movimento Pró-Paraná, que estará à frente da entidade no período de 2025 a 2028.
Entidade de integração e relações institucionais do Paraná criada em 2001 pelo jornalista e advogado Francisco Cunha Pereira Filho, o MPP integra interesses dos vários segmentos da sociedade paranaense junto aos poderes constituídos, procurando soluções que promovam o bem comum e o desenvolvimento social, cultural e econômico do Paraná.
Entre suas bandeiras está a campanha pela adoção de royalties compensatórios sobre a exploração de recursos naturais para a construção da Hidrelétrica de Itaipu, lançada por Cunha Pereira e tida como o marco inicial de suas atividades.
O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) foi representado pelo seu Presidente, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, que tomou posse como um dos vice-presidentes do Movimento Pró-Paraná, reforçando a parceria institucional e o compromisso conjunto com o desenvolvimento do Estado.
“O IEP e o MPP atuam uníssonos no Comitê de Infraestrutura que se reúne semanalmente para debater, analisar e propor soluções, através de notas técnicas, para a infraestrutura do Estado do Paraná”, lembra o Presidente do IEP. Dentre as propostas, destacam-se a recuperação da orla de Matinhos, a Ponte de Guaratuba, a nova concessão dos pedágios no Paraná, a remoção de parte das pedras das Palanganas no canal de acesso ao Porto de Paranaguá, a segunda ponte ligando Brasil e Paraguai e a Faixa de Infraestrutura no Litoral.
*Crédito Folha do Litoral





O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) deu mais um exemplo de solidariedade ao promover uma ação em benefício da comunidade paranaense. Foram entregues 130 quilos de alimentos à cozinha comunitária da Dona Isete, arrecadados durante eventos do Buffet do Batel.
A iniciativa faz parte do conjunto de atividades sociais que marcam a gestão 2025-2027 e reafirma o propósito da entidade em estar próxima de quem mais precisa. “A solidariedade é um dos pilares que norteiam os projetos do Instituto, fortalecendo os laços com a sociedade e apoiando famílias em situação de vulnerabilidade”, destacou o Presidente do IEP, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez.
Além da entrega de alimentos, o Instituto segue engajado na campanha “Doe Calor, Doe Vida”, que mobiliza associados, parceiros e a sociedade para arrecadar agasalhos, cobertores e itens de inverno. O objetivo é minimizar os impactos das baixas temperaturas, oferecendo mais conforto e dignidade a comunidades e instituições sociais atendidas pela ação.
As doações podem ser feitas diretamente na sede do IEP, que mantém suas portas abertas não apenas à Engenharia, mas também à solidariedade que aquece vidas.
O Instituto de Engenharia do Paraná, por meio da Diretoria de Apoio Sociocultural, convida a participar da Degustação de Vinhos da Bodega Costantini, no dia 03 de outubro, às 19h no Espaço Gourmet, com o diretor da Bodega Costantini, Alessandro Costantini.
Alessandro Costantini, é diretor da Bodega Costantini, ele trará a história da Família Costantini da Itália e Argentina até chegar ao Brasil e de como construíram a Bodega Costantini e seus maravilhosos vinhos.
Para acompanhar a degustação, será oferecido um rodízio de pizzas da Confraria Artiginale, e descobrir como os sabores de pizzas podem interagir com diferentes tipos de vinhos.
- Data: 03/10/2025 (Sexta)
- Horário: 19h00
- Local: Espaço Gourmet 15º Andar
Valor para adesão:
- Associado: R$ 150,00
- Não Associado: R$ 200,00
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Adesões através do WhatsApp (41) 98527-2640 – Ana.
As vagas são limitadas, corra e garanta a sua.
*ATENÇÃO: Tenha o QR Code em seu celular para ter acesso às catracas no dia do evento.
O Instituto de Engenharia do Paraná, por meio da Câmara Técnica Universitária, realiza o 18° encontro voltado à conversação em Inglês com foco em temas de engenharia. Este é o ambiente perfeito para quem busca aprimorar o idioma de forma descontraída e colaborativa, expandindo o vocabulário técnico essencial para os desafios do mercado global.
Este evento é aberto ao público associado, universitário e engenheiros que queiram se destacar no mercado global.
- Data: 20/09 (sábado)
- Horário: 10h00
- Local: 5° andar IEP
Para entrar no grupo de WhatsApp, contate: (44) 99818-2661 ou (41) 99639-9060.
O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) realizou nesta sexta-feira (12), em sua sede, o café da manhã “Do projeto à conexão: os segredos para uma implantação solar de sucesso”, com a participação de André Luis Zeni, Marielle Vander Vinne e Adriano Prado de Souza, da Copel, além de Heron Moreira e Eduardo Tirapelle, da Solarux, referência em energia renovável.
Ao abrir o encontro, o presidente do IEP, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, agradeceu a presença do público e anunciou a agenda de próximos eventos, que inclui palestras como GeoCuritiba na prática – Mapa cadastral e suas potencialidades (17/9), o 4º Encontro Metropolitano de Gestores do Meio Ambiente (19/9), um debate sobre segurança em eventos temporários (24/9), além de atividades sociais como degustação de vinhos (3/10) e jantar dançante (27/10).
Ressaltou a importância de se discutir a implantação de projetos solares, porque “não é um processo simples, mas envolve riscos, legislação e profissionais capacitados”.
Ele chamou atenção para o crescimento acelerado da minigeração distribuída no Brasil, com uma nova instalação a cada 40 segundos, e alertou para o desequilíbrio entre a capacidade de geração, já mais que o dobro do consumo, e a dificuldade de o Operador Nacional do Sistema (ONS) controlar o excesso de energia.
Foco na geração à revelia
André Zeni, em sua apresentação deixou claro que a Copel não é contra a geração distribuída. “A ideia é falar sobre a importância da geração distribuída saudável para todos os usuários e mostrar um pouco para a comunidade, especialmente a de engenheiros, como a Copel tem atuado com sistemas instalados à revelia, ou seja, conexão ou aumento de capacidade sem autorização”.
Ele explicou que a geração distribuída é a produção de energia elétrica por meio de fontes renováveis, como solar, eólica e biomassa.
Reforçou que a elaboração dos projetos e a instalação devem ser de responsabilidade do cliente, executadas exclusivamente por profissional habilitado. Os pedidos de microgeração (até 75 kW) devem ser feitos pelo Projeto Elétrico Web (PEW), e os de minigeração (acima de 75 kW até 5 MW), via Conexão de Acessantes Web (CAW).
Mencionou que o prazos de resposta variam de até 15 dias para microgeração sem obras, 30 dias quando há obras na rede e até 45 dias para minigeração.
André também detalhou as diferenças entre microgeração (residências, pequenos comércios e propriedades rurais) e minigeração (indústrias, grandes comércios e cooperativas de energia).
Segundo ele, o Paraná lidera a microgeração no Brasil. A potência instalada saltou de 505 kW em 2016 para 243.229 kW em 2024, chegando a 286.484 kW em 2025.
Foco na solução de problemas
Por sua vez, Adriano Prado lembrou que a Copel está enfrentando problemas com a instalação irregular de painéis solares, especialmente o aumento da potência gerada em relação ao que foi aprovado. “O aumento ou geração à revelia, muitas vezes inconsciente, provoca impactos sérios na qualidade de energia, danos ao sistema de distribuição, queima de equipamentos de clientes e risco iminente à segurança das pessoas”.
Destacou que, em alguns casos, a potência de geração instalada é superior à aprovada pela Copel, o que agrava riscos e compromete o sistema.
“A concessionária tem atuado para identificar essas situações e solucioná-las tecnicamente, sempre em busca de garantir estabilidade e segurança da rede elétrica”.
Adriano ponderou que a “falta de conhecimento e a instalação sem as devidas aprovações da Copel são os principais fatores que contribuem para esses problemas, que já são um desafio em todo o Brasil”. Por fim, ressaltou a importância da correta instalação e desligamento dos inversores em casos de falhas na rede para evitar acidentes.
Sanções e penalidades
Em sua fala, Marielle Vander Vinne, explicou que a Copel tem percebido que muitos clientes e instaladores desconhecem as penalidades previstas para casos de geração à revelia. E explicou que explicou que a injeção ou aumento de potência sem aprovação da distribuidora está prevista na Resolução Aneel 1.000/2021 como infração. “As sanções incluem suspensão imediata em situações emergenciais, refaturamento de toda a energia injetada (inclusive créditos dos beneficiários) e perda da classificação GD1, que garante isenção no Fio B da TUSD para conexões solicitadas até janeiro de 2023. Essa isenção é válida até 2045, mas pode ser perdida em caso de irregularidades”.
Potencial fotovoltaico
No início de sua apresentação, Eduardo Tirapelle afirmou que o objetivo é compartilhar a utilidade e aplicabilidade da energia solar. Destacou que a Solarux já implantou mais de 250 projetos, totalizando mais de 2 MWp instalados e em funcionamento, com mais de cinco anos de experiência no setor.
Ele explicou os tipos de sistemas fotovoltaicos existentes: off grid (independente da rede elétrica), on grid (conectado à rede) e híbrido (que combina os dois). E detalhou também os principais elementos de um sistema fotovoltaico, como placas solares, inversores, microinversores e estruturas de fixação em telhado, solo e carports.
Eduardo apontou ainda o potencial de crescimento da matriz solar no Brasil, que soma mais de 2 milhões de sistemas instalados até 2024, segundo dados da ABSOLAR. Entre 2013 e 2025, o país terá alcançado mais de 60 GW de capacidade instalada, com crescimento acelerado de 150% apenas entre 2019 e 2025.
“A energia solar vem conquistando espaço na matriz energética mundial e nacional, graças ao apelo sustentável e à redução dos custos de implantação. Hoje, a fonte solar representa 9,3% da matriz brasileira, atrás da hidráulica (55%) e da eólica (14%)”, pontuou. No Paraná, o cenário é favorável: além do potencial energético diversificado e dos investimentos da Copel, Curitiba apresenta uma irradiação solar média de 4,20kW/m²/dia, o que abre oportunidades para a geração distribuída, próxima ao consumo.
“Investir em energia solar pode reduzir em até 90% a conta de luz, com retorno do investimento em 2 a 3 anos, além de blindar contra reajustes tarifários. Um sistema de 10 kW evita a emissão de 7 toneladas de CO₂ por ano. A energia solar agrega valor a imóveis e empresas, sendo um diferencial competitivo em sustentabilidade e ESG, além de contar com apoio da Lei 14.300/2022, que regulamenta as fontes renováveis”, descreveu ao falar sobre os benefícios do sistema fotovoltaico.
Brasil evolui em energia solar
Heron Moreira afirmou que o Brasil ocupa hoje o sexto lugar no ranking mundial de energia solar fotovoltaica, com 53 GW instalados, atrás apenas de China, Estados Unidos, Índia, Japão e Alemanha. “Apesar do avanço, o país ainda tem grande potencial de crescimento, temos irradiação solar superior a países como a Alemanha, o que amplia nosso potencial de geração. O Brasil precisa aproveitar esse diferencial, investir em grandes geradores e ampliar a economia de energia”. Destacou que Curitiba tem média de 4,2 kWh/m² por dia de irradiação, superior à de Berlim, onde é de 3,5 kWh/m². Isso representa grande oportunidade de geração. Ele lembrou que, até 2030, 80% da energia consumida na Alemanha será renovável.
Ele chamou atenção para a segurança nas instalações fotovoltaicas, lembrando que falhas podem causar choques elétricos, incêndios e quedas durante a execução. “A prioridade é proteger vidas e patrimônios, garantindo desempenho, confiabilidade e prevenção de acidentes. É preciso cumprir as normas técnicas da Copel e normas regulamentadoras de segurança”, frisou.
Em sua apresentação mostrou soluções como o Rapid Shutdown (desligamento rápido em emergências), o AFCI (dispositivo de proteção contra arcos elétricos), disjuntores, DPS e sistemas de monitoramento em tempo real. Ele explicou que a Solarux garante a segurança de seus projetos por meio de avaliação prévia, simulação 3D com drones e uso de materiais de alta qualidade.
Para ele, o setor enfrenta novos desafios regulatórios, como a cobrança da TUSD Fio B para sistemas on grid instalados após 2023, e deve apostar em inovações. Entre elas, citou soluções integradas de energia solar com carregadores veiculares, uso de painéis bifaciais — que aumentam a produção em até 30% — e sistemas híbridos de armazenamento com baterias. “O futuro da energia solar passa pela integração tecnológica e pela segurança em todas as etapas, do projeto à operação”, concluiu.




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O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) esteve presente e apoiou o Smart Energy 2025 – Conferência Internacional de Energias Inteligentes, realizado nos dias 10 e 11 de setembro, no Centro de Eventos da FIEP, em Curitiba (PR).
Consolidado como um dos maiores fóruns de debate sobre transição energética, energias renováveis e inovações tecnológicas no setor elétrico brasileiro, o evento reuniu especialistas nacionais e internacionais, gestores públicos, empresários, pesquisadores e estudantes.
Representando o IEP, participaram o Presidente, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, além dos Conselheiros Maristela Parigot, Ricardo Vidinich e Luiz Miguez, reforçando o compromisso da entidade com a pauta da inovação, sustentabilidade e eficiência no setor energético. “O Smart Energy é uma oportunidade estratégica para conectar engenharia, pesquisa e mercado em torno da transição energética. O IEP apoia esse movimento porque entende que a inovação no setor elétrico é fundamental não apenas para a sustentabilidade, mas também para a competitividade do país. Participar desse diálogo é parte do nosso compromisso em contribuir para soluções que impactem positivamente a sociedade”, disse o Presidente Gomez.
Organizado pela Rede Paraná Tecnologia e Metrologia e promovido pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), o Smart Energy contou ainda com o Fórum de Gestão e Eficiência Energética, espaço dedicado à discussão de soluções inovadoras para a redução de custos, descarbonização e implementação de medidas alinhadas aos critérios ESG.
Na programação, destaque para as palestras “ANEEL Plano Quinquenal e Sustentabilidade do Setor Elétrico”, proferida pelo Diretor Geral da ANEEL, Sandoval Feitosa Neto; “Infraestrutura Energética para Data Centers”, com a participação de Luiz Fernando Vianna (COO da Thymos Energia), Cláudio Lima (CEO da Microbrains) e Julio Omori (Diretor de Operação e Manutenção na Copel Distribuição) e “Transição Energética e Modernização do Setor Elétrico – Uma necessidade, mas sobretudo uma oportunidade”, ministrada pelo Secretário de Estado da Energia de Portugal, João Galamba.
Nesta quarta-feira, dia 10 de setembro de 2025, a reunião do Banco de Ideias contou com a participação do Jornalista Herivelto Oliveira, que ministrou uma palestra sobre o tema “A Trajetória da Reinvenção – A comunicação e o meio ambiente”.
Herivelto Oliveira é jornalista e mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Paraná e doutorando em Inteligência Artificial pela Universidade Positivo. Tem quase de 40 anos de experiência no jornalismo, tendo atuado na reportagem e na apresentação de telejornais das Rede Globo e Record, sendo premiado inúmeras vezes.




Assista a reunião completa abaixo:
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O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná, a ASSOMEC – Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba e Rotary Club de Curitiba – Parque Barigui realizam o IV ENCONTRO METROPOLITANO DE GESTORES DE MEIO AMBIENTE, que acontecerá no dia 19 de setembro, das 08h30 às 18h00 no Centro de Eventos do IEP e com transmissão pelo Canal do YouTube.
O evento, que será híbrido, é uma promoção da Câmara Técnica de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Saneamento, Câmara Técnica de Cartografia, Geociências e Geotecnologias, e da Câmara Técnica de Agronegócios, conta com o apoio da PMC – Prefeitura Municipal de Curitiba.
Em paralelo, o evento tratará sobre a legislação ambiental.
Consulte abaixo as informações detalhadas do Bloco 3. Consulte a programação completa clicando aqui.
BLOCO III: FUTURO AMBIENTAL
- 15h30: Região Metropolitana – Interação Salutar, com Omar Akel;
- 16h15: Plano Diretor de Curitiba e a Estruturação Urbana da Cidade, com Ricardo Antônio de Almeida Bindo;
- 17h00: Debate – Moderador: Luis Alberto Lopez Miguez
- 17h30: Encerramento
CONHEÇA OS PALESTRANTES DO BLOCO 3:
Omar Akel é formado em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Paraná. Coordenador Técnico da COMEC (Região Metropolitana de Curitiba – 1975/76). Diretor Técnico da COHAB/Ct (Cia. de Habitação Popular de Curitiba – 1979/83). Presidente do IPPUC (Inst. de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ctba- 1985/86). Presidente da FAMEPAR (Inst. de Assistência aos Municípios do Paraná – 1995). Presidente do IPARDES (Inst. Paranaense de Desenv. Econômico e Social -1996). Presidente da MINEROPAR (Minerais do Paraná S.A. — 1997/2003). Presidente da COMEC (Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba – 2015/18). Diretor Presidente da AGEPAR (Agência Reguladora do Paraná — 2018/20).
Ricardo Antônio de Almeida Bindo é Arquiteto e Urbanista, servidor do IPPUC – Instituto de Pesquisa e Urbanismo de Curitiba de janeiro de 1985 a dezembro de 2024, tendo sido Diretor de Planejamento de 1999 a 2003 e de 2009 a 2012. Assessor Técnico do Prefeito para coordenar a Revisão do Plano Diretor de Curitiba, de 2003 a 2004 e Assessor da Presidência, de jan. de 2017 a dez. de 2024. Secretário Executivo de Acessibilidade, Mobilidade e Transporte do Município de Palmas, Estado do Tocantins, de fevereiro de 2013 a fevereiro de 2015. Na Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba – COMEC, agora AMEP, foi Diretor Técnico e assessor do presidente de 1995 a 1998 e Coordenador do “Controle de Organização Territorial – COT” de março de 2015 a dezembro de 2016. Presidente do Sindicato dos Arquitetos do Estado do Paraná e membro do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Paraná de 1996 a 1998. Como arquiteto e urbanista independente, participou da elaboração de Planos Diretores e Planos Estruturantes Urbanos de diversas cidades brasileiras.
Luis Alberto Lopez Miguez é Engenheiro Cartógrafo graduado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 1992. Possui especialização em: Administração, Controle e Monitoramento da Qualidade de Vida Urbana; Emergências ambientais; Educação e Planejamento Ambiental; Sustentabilidade e Gestão de Cidades. Atua como coordenador de Geoprocessamento da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba desde 1992. Coordenou o Sistema de Informações Georreferenciadas do Observatório Regional Base de Indicadores de Sustentabilidade de 2005 a 2011. Ministrou aulas e palestras na área de sistemas de informação em cursos de especialização. É coordenador da Câmara Técnica de Cartografia, Geociências e Geotecnologias e membro do Conselho Deliberativo do Instituto de Engenharia do Paraná.
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