O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), por meio da sua Câmara Técnica de Urbanismo, realizou uma palestra que apresentou as ferramentas do GeoCuritiba, plataforma que consolida informações técnicas e espaciais da cidade em um ambiente acessível e integrado.

“A proposta é democratizar o acesso aos dados urbanos em tempos de cidades inteligentes. O sistema GeoCuritiba reúne, em uma única plataforma, recursos como o Mapa Cadastral Online, o Curitiba 3D, a Planta Genérica de Valores, além de consultas de confrontantes, mapas históricos e temáticos. Com isso, aproxima o dado técnico da prática cotidiana, oferecendo suporte tanto para a gestão pública quanto para a sociedade civil”, disse o Arquiteto e Urbanista Rodrigo Tadeu Baranczuk, Superintendente Técnico da Secretaria Municipal do Urbanismo (SMU). “Esta iniciativa aproxima a Secretaria dos cidadãos ao apresentar uma das principais ferramentas do Cadastro Técnico, que apoia tanto a Prefeitura quanto os profissionais em seus serviços, reunindo informações ricas e abrangentes para serem cada vez mais apropriadas e utilizadas por todos.”

Para o Presidente do IEP, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, a palestra é extremamente relevante para todos que desejam conhecer Curitiba em sua totalidade e em detalhes. “Muito do que for apresentado representa um grande aprendizado sobre as ferramentas e informações que temos disponíveis acerca da nossa cidade. Em nome do IEP, dou as boas-vindas a todos e reforço que, em tempos de cidades inteligentes, a informação espacial não pode ser privilégio de poucos. Ela deve ser pública, acessível e confiável — um instrumento a serviço do planejamento, da gestão urbana e da sociedade”, disse.

A apresentação dos palestrantes ficou a cargo da Arquiteta Elise do Carmo Bonierski Bonato, Coordenadora da Câmara Técnica de Urbanismo do IEP.

Aline Placha Tambosi, Arquiteta e Urbanista (membro da Diretoria do Departamento de Cadastro Técnico Municipal (UCT) e da Presidência da Comissão de Regularização de Loteamentos (CRL), percorreu a trajetória histórica e técnica do Cadastro Técnico Municipal até chegar à atual disponibilização de informações por meio do GeoCuritiba. Ela explicou que o Cadastro Técnico Municipal é o departamento responsável pelo cadastramento cartográfico e informatizado de imóveis, além da manutenção da base cadastral do município. Já o Cadastro Técnico Multifinalitário foi apresentado como um sistema voltado à gestão urbana, subsidiando áreas como planejamento, tributação, licenciamento, fiscalização e demais funções ligadas à administração do espaço urbano.

“Esse conceito vai além do urbanismo e serviu de base para a implantação do GeoCuritiba, plataforma que reúne dados de interesse público e pode ser utilizada por diferentes secretarias da Prefeitura”, comentou.

A apresentação destacou ainda o percurso histórico do cadastro técnico em Curitiba. O ponto inicial, segundo ela, remonta a 1721, quando, por iniciativa do Ouvidor Pardinho, foi elaborada a Planta do Rocio, que delimitava o entorno da vila central e organizava a ocupação caótica da época. Esse trabalho incluiu também o levantamento dos moradores e a demarcação de suas terras. Hoje, cerca de 2,5 mil plantas originais desse período estão arquivadas e servem como base para consultas históricas.

Na década de 1930, surgiu a necessidade de organizar o município em quadrantes, tendo a Praça Tiradentes como marco zero. Foram levantadas 550 quadras, com dados detalhados de testada e fichas específicas para cada lote. Já nos anos 1950, a criação da indicação fiscal permitiu localizar imóveis nos mapas, mas, com o aumento de dados, o sistema tornou-se insuficiente.

Foi apenas a partir da década de 1980 que se consolidou uma virada de chave com o geoprocessamento, criando uma base referencial única, codificação padronizada (por bairro, quadra, lote e trecho de rua) e atualização constante das informações. “Esse avanço resultou na base cadastral digital, tornando obsoletos os sistemas anteriores de codificação”, continuou Aline, reforçando que o processo de atualização é contínuo. “Os dados mudam constantemente, e isso nos dá combustível para seguir saneando e aprimorando as informações. Nosso objetivo é resgatar a memória do cadastro municipal e espacializar os registros, preservando e divulgando dados que contam parte da história de Curitiba”, afirmou.

Ela destacou também a importância da unificação de bases dispersas e da criação de indexadores de busca, permitindo maior integração entre sistemas da Prefeitura. O resultado é a possibilidade de consumo de dados por toda a administração municipal, o que amplia a precisão das análises e garante decisões mais estratégicas e embasadas.

Na sequência, a arquiteta e urbanista Thaís Vieira Lopes, integrante da Gerência de Projetos e Planejamento do UCT, apresentou algumas funcionalidades do portal GeoCuritiba, ressaltando seu caráter de construção coletiva e convidando os presentes a explorarem a plataforma e contribuírem com devolutivas. “Os dados disponíveis representam informações de grande valor, que devem ser amplamente aproveitadas por todos os profissionais”, encerrou.

Assista ao evento completo abaixo ou pelo Canal do IEP no YouTube:

O Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (UFPR) promove nesta semana a Semana Acadêmica de Engenharia Civil, organizada pelo Diretório Acadêmico de Engenharia do Paraná (DAEP/Gestão Ágora), com orientação da coordenação de curso.

Na abertura do encontro, o Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, destacou a atuação da entidade e aproveitou a ocasião para convidar os estudantes a se tornarem associados. “Eventos como a Semana Acadêmica de Engenharia Civil são fundamentais para aproximar estudantes, professores e profissionais, fortalecendo a formação acadêmica e estimulando o desenvolvimento de soluções inovadoras para os desafios da Engenharia e da sociedade”, resume o Presidente Gomez.

Com palestras, cursos práticos, visitas técnicas e feira de oportunidades, a programação traz atividades voltadas à formação profissional e ao contato com o mercado.

A abertura contou com palestra magna intitulada “Estudo de Ruptura Hipotética em Barragens”, proferida por Camila Fabiani Giantomaso, engenheira civil formada pela UFPR e coordenadora de projetos de Recursos Hídricos na HIDROBR.

Na grade da programação, cursos práticos sobre temas como coleta de dados com drones, software de geoprocessamento, ensaios de sondagem do solo e modelagem de projetos em BIM; além de visitas técnicas a intuições e obras e instituições como a Pirâmide Solar do Caximba, o Porto de Paranaguá, o IPPUC/Hipervisor, a ETA Miringuava, a ORPEC Engenharia e a Ponte de Guaratuba.

Na última quinta-feira (11/09), foi realizada a cerimônia de prestação de contas e posse da nova Diretoria do Movimento Pró-Paraná, que estará à frente da entidade no período de 2025 a 2028.

Entidade de integração e relações institucionais do Paraná criada em 2001 pelo jornalista e advogado Francisco Cunha Pereira Filho, o MPP integra interesses dos vários segmentos da sociedade paranaense junto aos poderes constituídos, procurando soluções que promovam o bem comum e o desenvolvimento social, cultural e econômico do Paraná.

Entre suas bandeiras está a campanha pela adoção de royalties compensatórios sobre a exploração de recursos naturais para a construção da Hidrelétrica de Itaipu, lançada por Cunha Pereira e tida como o marco inicial de suas atividades.

O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) foi representado pelo seu Presidente, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, que tomou posse como um dos vice-presidentes do Movimento Pró-Paraná, reforçando a parceria institucional e o compromisso conjunto com o desenvolvimento do Estado.

“O IEP e o MPP atuam uníssonos no Comitê de Infraestrutura que se reúne semanalmente para debater, analisar e propor soluções, através de notas técnicas, para a infraestrutura do Estado do Paraná”, lembra o Presidente do IEP. Dentre as propostas, destacam-se a recuperação da orla de Matinhos, a Ponte de Guaratuba, a nova concessão dos pedágios no Paraná, a remoção de parte das pedras das Palanganas no canal de acesso ao Porto de Paranaguá, a segunda ponte ligando Brasil e Paraguai e a Faixa de Infraestrutura no Litoral.

*Crédito Folha do Litoral

O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) deu mais um exemplo de solidariedade ao promover uma ação em benefício da comunidade paranaense. Foram entregues 130 quilos de alimentos à cozinha comunitária da Dona Isete, arrecadados durante eventos do Buffet do Batel.

A iniciativa faz parte do conjunto de atividades sociais que marcam a gestão 2025-2027 e reafirma o propósito da entidade em estar próxima de quem mais precisa. “A solidariedade é um dos pilares que norteiam os projetos do Instituto, fortalecendo os laços com a sociedade e apoiando famílias em situação de vulnerabilidade”, destacou o Presidente do IEP, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez.

Além da entrega de alimentos, o Instituto segue engajado na campanha “Doe Calor, Doe Vida”, que mobiliza associados, parceiros e a sociedade para arrecadar agasalhos, cobertores e itens de inverno. O objetivo é minimizar os impactos das baixas temperaturas, oferecendo mais conforto e dignidade a comunidades e instituições sociais atendidas pela ação.

As doações podem ser feitas diretamente na sede do IEP, que mantém suas portas abertas não apenas à Engenharia, mas também à solidariedade que aquece vidas.

O Instituto de Engenharia do Paraná, por meio da Diretoria de Apoio Sociocultural, convida a participar da Degustação de Vinhos da Bodega Costantini, no dia 03 de outubro, às 19h no Espaço Gourmet, com o diretor da Bodega Costantini, Alessandro Costantini.

Alessandro Costantini, é diretor da Bodega Costantini, ele trará a história da Família Costantini da Itália e Argentina até chegar ao Brasil e de como construíram a Bodega Costantini e seus maravilhosos vinhos.

Para acompanhar a degustação, será oferecido um rodízio de pizzas da Confraria Artiginale, e descobrir como os sabores de pizzas podem interagir com diferentes tipos de vinhos.

Valor para adesão:

Adesões através do WhatsApp (41) 98527-2640 – Ana.
As vagas são limitadas, corra e garanta a sua.

O Instituto de Engenharia do Paraná, por meio da Câmara Técnica Universitária, realiza o 18° encontro voltado à conversação em Inglês com foco em temas de engenharia. Este é o ambiente perfeito para quem busca aprimorar o idioma de forma descontraída e colaborativa, expandindo o vocabulário técnico essencial para os desafios do mercado global.

Este evento é aberto ao público associado, universitário e engenheiros que queiram se destacar no mercado global.

Para entrar no grupo de WhatsApp, contate: (44) 99818-2661 ou (41) 99639-9060.

O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) realizou nesta sexta-feira (12), em sua sede, o café da manhã “Do projeto à conexão: os segredos para uma implantação solar de sucesso”, com a participação de André Luis Zeni, Marielle Vander Vinne e Adriano Prado de Souza, da Copel, além de Heron Moreira e Eduardo Tirapelle, da Solarux, referência em energia renovável.

Ao abrir o encontro, o presidente do IEP, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, agradeceu a presença do público e anunciou a agenda de próximos eventos, que inclui palestras como GeoCuritiba na prática – Mapa cadastral e suas potencialidades (17/9), o 4º Encontro Metropolitano de Gestores do Meio Ambiente (19/9), um debate sobre segurança em eventos temporários (24/9), além de atividades sociais como degustação de vinhos (3/10) e jantar dançante (27/10).

Ressaltou a importância de se discutir a implantação de projetos solares, porque “não é um processo simples, mas envolve riscos, legislação e profissionais capacitados”.

Ele chamou atenção para o crescimento acelerado da minigeração distribuída no Brasil, com uma nova instalação a cada 40 segundos, e alertou para o desequilíbrio entre a capacidade de geração, já mais que o dobro do consumo, e a dificuldade de o Operador Nacional do Sistema (ONS) controlar o excesso de energia.

Foco na geração à revelia

André Zeni, em sua apresentação deixou claro que a Copel não é contra a geração distribuída. “A ideia é falar sobre a importância da geração distribuída saudável para todos os usuários e mostrar um pouco para a comunidade, especialmente a de engenheiros, como a Copel tem atuado com sistemas instalados à revelia, ou seja, conexão ou aumento de capacidade sem autorização”.

Ele explicou que a geração distribuída é a produção de energia elétrica por meio de fontes renováveis, como solar, eólica e biomassa.

Reforçou que a elaboração dos projetos e a instalação devem ser de responsabilidade do cliente, executadas exclusivamente por profissional habilitado. Os pedidos de microgeração (até 75 kW) devem ser feitos pelo Projeto Elétrico Web (PEW), e os de minigeração (acima de 75 kW até 5 MW), via Conexão de Acessantes Web (CAW).

Mencionou que o prazos de resposta variam de até 15 dias para microgeração sem obras, 30 dias quando há obras na rede e até 45 dias para minigeração.

André também detalhou as diferenças entre microgeração (residências, pequenos comércios e propriedades rurais) e minigeração (indústrias, grandes comércios e cooperativas de energia).

Segundo ele, o Paraná lidera a microgeração no Brasil. A potência instalada saltou de 505 kW em 2016 para 243.229 kW em 2024, chegando a 286.484 kW em 2025.

Foco na solução de problemas

Por sua vez, Adriano Prado lembrou que a Copel está enfrentando problemas com a instalação irregular de painéis solares, especialmente o aumento da potência gerada em relação ao que foi aprovado. “O aumento ou geração à revelia, muitas vezes inconsciente, provoca impactos sérios na qualidade de energia, danos ao sistema de distribuição, queima de equipamentos de clientes e risco iminente à segurança das pessoas”.

Destacou que, em alguns casos, a potência de geração instalada é superior à aprovada pela Copel, o que agrava riscos e compromete o sistema.

“A concessionária tem atuado para identificar essas situações e solucioná-las tecnicamente, sempre em busca de garantir estabilidade e segurança da rede elétrica”.

Adriano ponderou que a “falta de conhecimento e a instalação sem as devidas aprovações da Copel são os principais fatores que contribuem para esses problemas, que já são um desafio em todo o Brasil”. Por fim, ressaltou a importância da correta instalação e desligamento dos inversores em casos de falhas na rede para evitar acidentes.

Sanções e penalidades

Em sua fala, Marielle Vander Vinne, explicou que a Copel tem percebido que muitos clientes e instaladores desconhecem as penalidades previstas para casos de geração à revelia. E explicou que explicou que a injeção ou aumento de potência sem aprovação da distribuidora está prevista na Resolução Aneel 1.000/2021 como infração. “As sanções incluem suspensão imediata em situações emergenciais, refaturamento de toda a energia injetada (inclusive créditos dos beneficiários) e perda da classificação GD1, que garante isenção no Fio B da TUSD para conexões solicitadas até janeiro de 2023. Essa isenção é válida até 2045, mas pode ser perdida em caso de irregularidades”.

Potencial fotovoltaico

No início de sua apresentação, Eduardo Tirapelle afirmou que o objetivo é compartilhar a utilidade e aplicabilidade da energia solar. Destacou que a Solarux já implantou mais de 250 projetos, totalizando mais de 2 MWp instalados e em funcionamento, com mais de cinco anos de experiência no setor.

Ele explicou os tipos de sistemas fotovoltaicos existentes: off grid (independente da rede elétrica), on grid (conectado à rede) e híbrido (que combina os dois). E detalhou também os principais elementos de um sistema fotovoltaico, como placas solares, inversores, microinversores e estruturas de fixação em telhado, solo e carports.

Eduardo apontou ainda o potencial de crescimento da matriz solar no Brasil, que soma mais de 2 milhões de sistemas instalados até 2024, segundo dados da ABSOLAR. Entre 2013 e 2025, o país terá alcançado mais de 60 GW de capacidade instalada, com crescimento acelerado de 150% apenas entre 2019 e 2025.

“A energia solar vem conquistando espaço na matriz energética mundial e nacional, graças ao apelo sustentável e à redução dos custos de implantação. Hoje, a fonte solar representa 9,3% da matriz brasileira, atrás da hidráulica (55%) e da eólica (14%)”, pontuou. No Paraná, o cenário é favorável: além do potencial energético diversificado e dos investimentos da Copel, Curitiba apresenta uma irradiação solar média de 4,20kW/m²/dia, o que abre oportunidades para a geração distribuída, próxima ao consumo.

“Investir em energia solar pode reduzir em até 90% a conta de luz, com retorno do investimento em 2 a 3 anos, além de blindar contra reajustes tarifários. Um sistema de 10 kW evita a emissão de 7 toneladas de CO₂ por ano. A energia solar agrega valor a imóveis e empresas, sendo um diferencial competitivo em sustentabilidade e ESG, além de contar com apoio da Lei 14.300/2022, que regulamenta as fontes renováveis”, descreveu ao falar sobre os benefícios do sistema fotovoltaico.

Brasil evolui em energia solar

Heron Moreira afirmou que o Brasil ocupa hoje o sexto lugar no ranking mundial de energia solar fotovoltaica, com 53 GW instalados, atrás apenas de China, Estados Unidos, Índia, Japão e Alemanha. “Apesar do avanço, o país ainda tem grande potencial de crescimento, temos irradiação solar superior a países como a Alemanha, o que amplia nosso potencial de geração. O Brasil precisa aproveitar esse diferencial, investir em grandes geradores e ampliar a economia de energia”. Destacou que Curitiba tem média de 4,2 kWh/m² por dia de irradiação, superior à de Berlim, onde é de 3,5 kWh/m². Isso representa grande oportunidade de geração. Ele lembrou que, até 2030, 80% da energia consumida na Alemanha será renovável.

Ele chamou atenção para a segurança nas instalações fotovoltaicas, lembrando que falhas podem causar choques elétricos, incêndios e quedas durante a execução. “A prioridade é proteger vidas e patrimônios, garantindo desempenho, confiabilidade e prevenção de acidentes. É preciso cumprir as normas técnicas da Copel e normas regulamentadoras de segurança”, frisou.

Em sua apresentação mostrou soluções como o Rapid Shutdown (desligamento rápido em emergências), o AFCI (dispositivo de proteção contra arcos elétricos), disjuntores, DPS e sistemas de monitoramento em tempo real. Ele explicou que a Solarux garante a segurança de seus projetos por meio de avaliação prévia, simulação 3D com drones e uso de materiais de alta qualidade.

Para ele, o setor enfrenta novos desafios regulatórios, como a cobrança da TUSD Fio B para sistemas on grid instalados após 2023, e deve apostar em inovações. Entre elas, citou soluções integradas de energia solar com carregadores veiculares, uso de painéis bifaciais — que aumentam a produção em até 30% — e sistemas híbridos de armazenamento com baterias. “O futuro da energia solar passa pela integração tecnológica e pela segurança em todas as etapas, do projeto à operação”, concluiu.

Assista ao vídeo do evento completo abaixo ou pelo Canal do IEP no YouTube:

O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) esteve presente e apoiou o Smart Energy 2025 – Conferência Internacional de Energias Inteligentes, realizado nos dias 10 e 11 de setembro, no Centro de Eventos da FIEP, em Curitiba (PR).

Consolidado como um dos maiores fóruns de debate sobre transição energética, energias renováveis e inovações tecnológicas no setor elétrico brasileiro, o evento reuniu especialistas nacionais e internacionais, gestores públicos, empresários, pesquisadores e estudantes.

Representando o IEP, participaram o Presidente, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, além dos Conselheiros Maristela Parigot, Ricardo Vidinich e Luiz Miguez, reforçando o compromisso da entidade com a pauta da inovação, sustentabilidade e eficiência no setor energético. “O Smart Energy é uma oportunidade estratégica para conectar engenharia, pesquisa e mercado em torno da transição energética. O IEP apoia esse movimento porque entende que a inovação no setor elétrico é fundamental não apenas para a sustentabilidade, mas também para a competitividade do país. Participar desse diálogo é parte do nosso compromisso em contribuir para soluções que impactem positivamente a sociedade”, disse o Presidente Gomez.

Organizado pela Rede Paraná Tecnologia e Metrologia e promovido pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), o Smart Energy contou ainda com o Fórum de Gestão e Eficiência Energética, espaço dedicado à discussão de soluções inovadoras para a redução de custos, descarbonização e implementação de medidas alinhadas aos critérios ESG.

Na programação, destaque para as palestras “ANEEL Plano Quinquenal e Sustentabilidade do Setor Elétrico”, proferida pelo Diretor Geral da ANEEL, Sandoval Feitosa Neto; “Infraestrutura Energética para Data Centers”, com a participação de Luiz Fernando Vianna (COO da Thymos Energia), Cláudio Lima (CEO da Microbrains) e Julio Omori (Diretor de Operação e Manutenção na Copel Distribuição) e “Transição Energética e Modernização do Setor Elétrico – Uma necessidade, mas sobretudo uma oportunidade”, ministrada pelo Secretário de Estado da Energia de Portugal, João Galamba.

Nesta quarta-feira, dia 10 de setembro de 2025, a reunião do Banco de Ideias contou com a participação do Jornalista Herivelto Oliveira, que ministrou uma palestra sobre o tema “A Trajetória da Reinvenção – A comunicação e o meio ambiente”.

Herivelto Oliveira é jornalista e mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Paraná e doutorando em Inteligência Artificial pela Universidade Positivo. Tem quase de 40 anos de experiência no jornalismo, tendo atuado na reportagem e na apresentação de telejornais das Rede Globo e Record, sendo premiado inúmeras vezes.

Assista a reunião completa abaixo:

O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná, a ASSOMEC – Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba e Rotary Club de Curitiba – Parque Barigui realizam o IV ENCONTRO METROPOLITANO DE GESTORES DE MEIO AMBIENTE, que acontecerá no dia 19 de setembro, das 08h30 às 18h00 no Centro de Eventos do IEP e com transmissão pelo Canal do YouTube.

O evento, que será híbrido, é uma promoção da Câmara Técnica de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Saneamento, Câmara Técnica de Cartografia, Geociências e Geotecnologias, e da Câmara Técnica de Agronegócios, conta com o apoio da PMC – Prefeitura Municipal de Curitiba.

Em paralelo, o evento tratará sobre a legislação ambiental.

Consulte abaixo as informações detalhadas do Bloco 3. Consulte a programação completa clicando aqui.

BLOCO III: FUTURO AMBIENTAL

CONHEÇA OS PALESTRANTES DO BLOCO 3:

Omar Akel é formado em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Paraná. Coordenador Técnico da COMEC (Região Metropolitana de Curitiba – 1975/76). Diretor Técnico da COHAB/Ct (Cia. de Habitação Popular de Curitiba – 1979/83). Presidente do IPPUC (Inst. de Pesquisa e Planejamento Urbano de Ctba- 1985/86). Presidente da FAMEPAR (Inst. de Assistência aos Municípios do Paraná – 1995). Presidente do IPARDES (Inst. Paranaense de Desenv. Econômico e Social -1996). Presidente da MINEROPAR (Minerais do Paraná S.A. — 1997/2003). Presidente da COMEC (Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba – 2015/18). Diretor Presidente da AGEPAR (Agência Reguladora do Paraná — 2018/20).

Ricardo Antônio de Almeida Bindo é Arquiteto e Urbanista, servidor do IPPUC – Instituto de Pesquisa e Urbanismo de Curitiba de janeiro de 1985 a dezembro de 2024, tendo sido Diretor de Planejamento de 1999 a 2003 e de 2009 a 2012. Assessor Técnico do Prefeito para coordenar a Revisão do Plano Diretor de Curitiba, de 2003 a 2004 e Assessor da Presidência, de jan. de 2017 a dez. de 2024. Secretário Executivo de Acessibilidade, Mobilidade e Transporte do Município de Palmas, Estado do Tocantins, de fevereiro de 2013 a fevereiro de 2015. Na Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba – COMEC, agora AMEP, foi Diretor Técnico e assessor do presidente de 1995 a 1998 e Coordenador do “Controle de Organização Territorial – COT” de março de 2015 a dezembro de 2016. Presidente do Sindicato dos Arquitetos do Estado do Paraná e membro do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Paraná de 1996 a 1998. Como arquiteto e urbanista independente, participou da elaboração de Planos Diretores e Planos Estruturantes Urbanos de diversas cidades brasileiras.

Luis Alberto Lopez Miguez é Engenheiro Cartógrafo graduado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 1992. Possui especialização em: Administração, Controle e Monitoramento da Qualidade de Vida Urbana; Emergências ambientais; Educação e Planejamento Ambiental; Sustentabilidade e Gestão de Cidades. Atua como coordenador de Geoprocessamento da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba desde 1992. Coordenou o Sistema de Informações Georreferenciadas do Observatório Regional Base de Indicadores de Sustentabilidade de 2005 a 2011. Ministrou aulas e palestras na área de sistemas de informação em cursos de especialização. É coordenador da Câmara Técnica de Cartografia, Geociências e Geotecnologias e membro do Conselho Deliberativo do Instituto de Engenharia do Paraná.

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