“Os desafios da engenharia exigem soluções técnicas, inovadoras e construídas de forma colaborativa”. Com essa mensagem, o Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, destacou a importância do III Fórum IEP–IRIP: “Inovações na Engenharia para Negócios Internacionais”, realizado nesta quinta-feira (14.05), no Centro de Eventos do IEP, em parceria com o Instituto de Relações Internacionais do Paraná (IRIP).

“Aqui reunimos especialistas das áreas de inovação, tecnologia, engenharia, agronegócio e representantes de consulados para discutir o impacto das novas tecnologias na competitividade e na inserção internacional das empresas, além de abordar tendências ligadas à transformação digital, inovação industrial e conectividade no setor produtivo”, completou.

O fórum foi organizado pela Eng. Química Maristela Parigot, coordenadora da Câmara Técnica de ESG do IEP e Presidente do IRIP. Em sua fala, ela ressaltou a relevância da iniciativa para estimular o desenvolvimento de novas habilidades e ampliar a integração entre jovens, pesquisadores e profissionais do setor.

A programação foi dividida em dois painéis. O primeiro, “Inovação e Competitividade: da Engenharia ao Mercado e à Inserção Internacional”, reuniu Luiz Marcio Spinosa (Fundação Araucária) e Marielva Andrade (Positivo Informática), com mediação de Maristela Parigot. Já o painel “Agro 4.0: Inteligência Artificial, Robotização e Conectividade Espacial” contou com a participação de Stephan Bernard (Sateliot), Robson Mafioletti e Flávio Turra (Sistema Ocepar) e Luiz Osório Trentini (GET), sob mediação de Eugenio Stefanelo, coordenador da Câmara Técnica de Agronegócios do IEP.

Tecnologia precisa reduzir desigualdades

“O Paraná avança em inovação e sustentabilidade, mas a tecnologia só faz sentido quando chega às comunidades que mais precisam”, afirmou Filipe Braga Farhat, coordenador do Núcleo de Projetos Internacionais, vinculado à Casa Civil. Representando o Governo do Estado, ele destacou que “não adianta termos tecnologia de ponta se ela não estiver conectada às necessidades da população. Os campos deixaram de ser apenas locais de produção de alimentos e passaram a produzir dados, inteligência artificial e conectividade. Mas o Brasil ainda figura entre os países mais desiguais do mundo, e todos os governos precisam fazer sua parte”, destacou. Farhat, que é Eng. Agrônomo, elogiou a proposta do evento por reunir jovens, pesquisadores, representantes consulares e profissionais de diferentes áreas. “A pluralidade de visões e a presença da ciência nesses espaços são fundamentais para construirmos soluções mais eficientes e um Paraná mais preparado para o futuro”.

Inovação integrada ao conhecimento

Na abertura do primeiro painel, Maristela Parigot destacou a importância de fortalecer iniciativas voltadas ao desenvolvimento humano, à inovação e à integração entre diferentes áreas do conhecimento. “É encorajador observar esse cenário, porque vemos oportunidades promissoras de investimento no Brasil e exemplos de empresas paranaenses que já demonstram capacidade de competir globalmente. Precisamos valorizar nossos talentos, incentivar o crescimento das pequenas e médias empresas e fortalecer o país por meio da inovação”, afirmou.

Maristela também ressaltou a relevância da multidisciplinaridade no ambiente acadêmico e empresarial. “Muitas vezes, as universidades ainda funcionam de forma isolada entre suas áreas. Nossa proposta é justamente estimular o diálogo entre engenheiros, economistas, administradores, advogados e outros profissionais, porque a inovação nasce dessa troca de experiências e diferentes perspectivas”, completou.

Tecnologia, inovação e coragem

Marielva Andrade destacou a importância da inovação aliada ao propósito humano e à transformação social. “A inovação verdadeira precisa gerar valor e melhorar a vida das pessoas. Na Positivo, temos esse propósito desde o início: tornar a vida mais inteligente por meio da tecnologia”, afirmou. A executiva relembrou a trajetória da empresa, criada no Paraná, e que atualmente conta com mais de 9 mil colaboradores, presença em diferentes países da América Latina e atuação em mercados que vão desde computadores e smartphones até soluções em inteligência artificial, data centers e sistemas de pagamento digital. “Muita gente ainda desconhece a dimensão global da Positivo. Começamos em uma sala de aula e hoje competimos com grandes multinacionais, desenvolvendo tecnologia brasileira com alcance internacional”, ressaltou.

Segundo ela, inovar vai além do lançamento de produtos e envolve mudanças em processos, governança e modelos de negócios. “Assim como as organizações, as pessoas também podem se reinventar. A inovação nasce em ambientes que estimulam confiança, troca de ideias e coragem para propor soluções diferentes”, disse.

Por fim, incentivou estudantes e jovens profissionais a buscarem aprendizado contínuo, conexões estratégicas e experiências práticas. “O conhecimento é essencial, mas a aplicação prática faz toda a diferença em um mundo cada vez mais acelerado. Aproveitem oportunidades, participem de projetos e não tenham medo de ousar”, afirmou. A executiva também ressaltou a importância do networking e da colaboração internacional para ampliar oportunidades de negócios e fortalecer a presença de empresas brasileiras no exterior.

Ciência, inovação e engenharia

“A engenharia tem a capacidade de transformar ideias em realidade e exerce um papel fundamental no desenvolvimento humano e econômico”, afirmou Luiz Marcio Spinosa, destacando que o Paraná possui um dos sistemas de ciência, tecnologia e inovação mais estruturados do país, com universidades distribuídas em diferentes regiões do estado e cerca de 25 mil doutores atuando em áreas estratégicas. “Nossa missão é mobilizar esse capital intelectual para gerar competitividade, riqueza, qualidade de vida e desenvolvimento sustentável. A inovação acontece, principalmente, dentro das empresas, e por isso precisamos fortalecer cada vez mais essa conexão entre universidades, setor produtivo e governo”, ressaltou.

A Fundação Araucária vem ampliando os investimentos em startups, inovação aberta e programas voltados ao desenvolvimento tecnológico das empresas paranaenses. “Temos aproximadamente quatro mil engenheiros atuando no sistema estadual de ciência e tecnologia. É um patrimônio intelectual gigantesco, que precisa estar conectado às demandas reais do mercado e da sociedade”, afirmou.

Ao falar aos estudantes e jovens profissionais presentes no evento, Spinosa defendeu a educação continuada e a adaptação às novas tecnologias, especialmente à inteligência artificial. “A inteligência artificial não vai substituir quem sabe utilizá-la de forma estratégica. O conhecimento, a capacidade de inovação e a formação sólida continuarão sendo diferenciais fundamentais”, afirmou. Alertou para os desafios que o Paraná e o Brasil terão diante das novas exigências internacionais, como as previstas no acordo entre Mercosul e União Europeia. “Precisamos preparar rapidamente nosso sistema científico e tecnológico para responder a essas demandas globais. A velocidade da inovação cria desafios, mas também abre oportunidades inéditas para a nova geração de profissionais”, conclui.

Transformação do agronegócio paranaense

Ao conduzir o segundo painel do fórum, Eugenio Stefanelo ressaltou a rápida evolução tecnológica no agronegócio e o papel estratégico da conectividade rural. “Hoje, a diferença entre o urbano e o rural praticamente desapareceu. O campo já opera com máquinas e equipamentos dotados de tecnologia embarcada e, em muitos casos, caminhamos para sistemas cada vez mais autônomos”, afirmou.

Ele disse que o Paraná possui um cooperativismo extremamente organizado e uma forte capacidade de agroindustrialização, agregando valor à produção, gerando emprego, renda e fortalecendo toda a cadeia produtiva. E observou o papel decisivo dos satélites na ampliação da conectividade, permitindo o acesso a imagens de alta resolução e dados em tempo real.

Conectividade via satélite

A expansão da conectividade em áreas rurais e remotas foi um dos temas abordados por Stephan Bernard. O executivo apresentou a proposta da Sateliot, empresa espanhola, criada em 2019, que oferece conectividade via satélite para aplicações de Internet das Coisas (IoT) por meio de um modelo padronizado e integrado às redes móveis tradicionais. “Hoje, cerca de 70% do território brasileiro ainda não possui conectividade adequada. Nosso objetivo é transformar a rede satelital em uma extensão natural da rede terrestre, permitindo cobertura praticamente total sem necessidade de construir novas torres ou redes privativas”, afirmou.

Segundo Bernard, a Sateliot desenvolveu um modelo baseado em padrões globais de telecomunicações, eliminando a dependência de protocolos proprietários, que elevam custos e dificultam a escalabilidade. “Na prática, dispositivos conectados utilizam a rede celular convencional quando há cobertura terrestre e passam automaticamente para a rede satelital quando estão em áreas remotas. O usuário não percebe a troca. O dispositivo decide sozinho qual rede utilizar, garantindo uma experiência contínua e transparente”, destacou. A tecnologia pode ser aplicada em setores como agricultura, logística, mineração, petróleo e gás, energia, monitoramento ambiental e rastreamento marítimo.

O executivo também detalhou a evolução da constelação de satélites da empresa, que atualmente conta com quatro satélites comerciais operacionais e deve alcançar 26 unidades até o final de 2027. “Estamos construindo a primeira constelação mundial de IoT em órbita baixa baseada totalmente em padrão celular. Até 2030, teremos mais de 400 satélites em operação”, afirmou. “Queremos permitir que empresas brasileiras adotem rapidamente a conectividade NTN (rede não-terrestre), aproveitando sua infraestrutura atual sem precisar começar do zero. A transição pode ocorrer em cerca de 90 dias, com baixo custo e rápida integração”.

Robótica e sustentabilidade

A inovação aplicada à engenharia e ao agronegócio foi destaque na apresentação do engenheiro mecânico e civil Luiz Osório Trentini. À frente da General Engineering Technologies (GET), o executivo apresentou projetos voltados à automação, robotização e sustentabilidade em estruturas agroindustriais. “Nossa missão é transformar desafios complexos em soluções inovadoras e sustentáveis. A engenharia precisa atuar de forma integrada, conectando tecnologia, ciência, arquitetura, design e sustentabilidade”, afirmou. Segundo ele, a startup opera no modelo deep tech, desenvolvendo soluções avançadas em parceria com universidades, centros de pesquisa e empresas do setor produtivo.

Entre os projetos apresentados, Trentini destacou o desenvolvimento de um aviário automatizado e robotizado, construído com materiais de menor impacto ambiental e equipado com sistemas inteligentes de monitoramento. “O projeto-piloto prevê o uso de alumínio reciclável, painéis fotovoltaicos, robôs para distribuição automatizada de ração e sensores conectados para monitoramento de dados em tempo real”.

O CEO da GET ressaltou a importância da integração entre engenharia, robótica, Internet das Coisas (IoT) e conectividade via satélite para ampliar a eficiência do setor agroindustrial. “A engenharia do futuro será cada vez mais orientada por dados, automação e inteligência artificial. Precisamos desenvolver soluções que aumentem a produtividade, mas também promovam sustentabilidade, eficiência energética e melhores condições de produção”, afirmou.

Tecnologia agrega valor ao agro

O avanço tecnológico no campo e a força do cooperativismo paranaense foram destacados por Flávio Turra. Ele apresentou um panorama do setor no estado e ressaltou o crescimento da agricultura de alta tecnologia. “Já estamos falando em agricultura 4.0 e até em avicultura 5.0. O cooperativismo paranaense acompanha essa evolução com forte investimento em tecnologia, industrialização e inovação”, afirmou. O Paraná possui atualmente 255 cooperativas, que movimentaram R$ 223 bilhões no último ano, reunindo cerca de 4,5 milhões de cooperados e gerando mais de 154 mil empregos.

Turra destacou que o cooperativismo tem papel essencial na sustentação das pequenas propriedades rurais, predominantes no estado. “A média das propriedades dos cooperados é de 48 hectares. Individualmente, seria muito difícil garantir competitividade e renda. A cooperativa organiza o produtor, gera escala e agrega valor por meio da agroindustrialização”, explicou. Ressaltou ainda que as cooperativas receberam cerca de 70% da produção estadual de grãos na última safra e seguem ampliando investimentos em proteínas animais, piscicultura, processamento de milho e etanol.

Ao abordar as tendências do setor, Turra destacou o uso crescente de inteligência artificial, sensores, automação e biotecnologia no campo. E alertou para desafios ligados ao clima, energia elétrica e competitividade internacional, mas demonstrou confiança no potencial do Paraná. O estado reúne condições excepcionais: cooperativismo estruturado, capital humano qualificado, tecnologia, logística e capacidade de inovação. “O futuro do agro passa pela agregação de valor, pela industrialização e pela transformação da produção em produtos cada vez mais sofisticados”.

Assista ao evento completo abaixo ou pelo Canal do IEP no YouTube:

A Superintendência-Geral de Gestão Energética (SUPEN), vinculada à Secretaria de Estado do Planejamento do Paraná, apresentou seu trabalho no Café da Manhã promovido nesta terça-feira pelo Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) e com abertura efetuada pelo Presidente, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez.

Com a condução do Superintendente da SUPEN, Eng. Eletricista Sandro Nelson Vieira, os presentes no evento acompanharam um panorama das ações, projetos e diretrizes voltadas à transformação energética do Estado. Em sua apresentação, Vieira destacou o avanço de políticas públicas voltadas à segurança energética, sustentabilidade, inovação e competitividade econômica.

Segundo ele, o objetivo central da política energética estadual é assegurar um futuro energético sustentável e acessível, promovendo o uso eficiente da energia, o desenvolvimento de fontes renováveis e a integração entre diferentes tecnologias e matrizes energéticas. Desta forma, a estrutura da superintendência permite atuar em áreas como energia elétrica, gás natural, biocombustíveis, hidrogênio renovável, mobilidade sustentável e inovação tecnológica.

Durante a exposição, foi exibido por Vieira o conceito de “sincretismo energético”, definido como uma abordagem pragmática para integrar fontes renováveis e não renováveis de forma complementar, respeitando a arquitetura e a funcionalidade do sistema elétrico. “Esta proposta busca garantir estabilidade operacional, segurança energética e viabilidade econômica ao processo de transição”, disse. “A transição energética não deve ser vista apenas como substituição, mas como um processo de adição e transformação”, destacou.

Entre os principais eixos de atuação da SUPEN estão a formulação de políticas energéticas estaduais, incentivo à inovação, gestão da demanda energética, desenvolvimento de infraestrutura estratégica e promoção de parcerias institucionais. O órgão também atua em articulação com universidades, empresas, centros de pesquisa e órgãos reguladores.

Plano de Hidrogênio Renovável

O Superintendente trouxe ainda detalhes sobre o Plano de Hidrogênio Renovável do Paraná, entregue ao governador Ratinho Junior em janeiro de 2025. Elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o plano tem como meta consolidar o Paraná como um hub descentralizado de hidrogênio renovável no Brasil.

A SUPEN também apresentou projetos em andamento relacionados ao hidrogênio renovável, incluindo o Projeto Selene, da CSN em Araucária, previsto para iniciar operação em junho de 2026, utilizando eletrólise PEM de 5 MW. Outro destaque foi o projeto B2H2, desenvolvido em parceria entre UFPR, Copel GET e instituições de pesquisa, voltado à reforma catalítica do biogás para produção de hidrogênio.

Biogás e biometano ganham protagonismo

Vieira mostrou ao público informações sobre o Plano Estadual de Biogás e Biometano, iniciativa que busca ampliar a participação dessas fontes na matriz energética paranaense. Segundo os dados apresentados, o biogás possui potencial para suprir até 38% da demanda energética do Estado até 2050.

“O plano contempla etapas de mapeamento regulatório, análise de mercado, definição de incentivos, criação de linhas de financiamento, capacitação técnica e implantação de programas de monitoramento”, explicou Vieira, destacando, ainda, o programa “Corredores Sustentáveis”, que prevê a implantação de rotas de abastecimento com GNV e biometano integrando importantes corredores rodoviários até o Porto de Paranaguá. “Esta iniciativa pretende estimular o transporte sustentável voltado especialmente à agroindústria e à exportação de alimentos”, adicionou.

Por fim, o palestrante do dia explanou sobre os diversos comitês e grupos de trabalho voltados à governança da transição energética, como o Comitê de Governança dos Trabalhos na Integração de Incentivo das Cadeias do Biogás e Hidrogênio Renovável, instituído pelo Decreto nº 4.922/2024; e o GT responsável pela implementação da política de transição para biocombustíveis na frota oficial do Estado, estabelecida pelo Decreto nº 10.613/2025.

“O Paraná é referência nacional em transição energética, liderando a integração do desenvolvimento econômico, inovação tecnológica e sustentabilidade ambiental”, concluiu Vieira.

Assista ao evento completo abaixo ou pelo Canal do IEP no YouTube:

O Instituto de Engenharia do Paraná apoia o Encontro Presencial GU Big Data & IA com duas palestras sobre tecnologia, dados, inteligência artificial, decisão e novas formas de operação AI-First.

Nesta edição, vamos discutir um tema essencial para empresas, governo e profissionais de tecnologia: como transformar dados, IA e tecnologia em resultado real.

A noite contará com duas palestras:

Palestra 1: Tecnologia não resolve problemas. Pessoas que sabem o que fazer com ela, sim. De dados e IA à decisão: como transformar tecnologia em resultado real nos negócios e no setor público, com o Palestrante: Fabio Alessandro Guerra.

Diretor de Tecnologia e Inovação na Defensoria Pública do Paraná, PhD em Engenharia e especialista em IA, inovação e transformação organizacional.

Palestra 2: A evolução AI-First da WeON — da capacitação das pessoas às operações híbridas, com o palestrante: Hélder Sato.

Sócio-fundador e Chief of AI Office da OrganIA e WeON, liderando iniciativas de pesquisa aplicada em IA e organizações conversacionais.

Agenda

18h30 – Credenciamento
19h00 – Abertura
19h15 – Palestra 1: Tecnologia não resolve problemas. Pessoas que sabem o que fazer com ela, sim.
20h00 – Palestra 2: A evolução AI-First da WeON
21h00 – Encerramento, networking e fotos
21h20 – Jantar por adesão — local será informado no dia do evento

Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/encontro-presencial-gu-big-data–ia–21-de-maio-tecnologia-decisao-e-operacoes-ai-first/3402439

Será realizado presencialmente no Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), o curso “Energia Solar Avançada: Sistemas Híbridos, BESS e Engenharia Aplicada à Nova GD”. O curso possui um foco técnico em sistemas híbridos, armazenamento (BESS) e aplicação prática na nova GD, voltado a profissionais que buscam atualização e posicionamento no cenário atual do setor.

Para os associados do IEP, será disponibilizado uma condição especial de 15% de desconto no valor do curso.

Para maiores informações, entre em contato com os responsáveis pelo curso através do Whatsapp (67) 99977-0760.

Clique AQUI e confira a programação (arquivo PDF)

O Instituto de Engenharia do Paraná, por meio da Câmara Técnica de Arquitetura e Urbanismo, realiza o evento “Transformação Urbana no Brasil: O Mercado de Cidades Inteligentes e a Contribuição da iCities” com o apoio da iCities (The Smart Cities Hub), amanhã, dia 15 de maio, a partir das 14h30, no Auditório do 2° andar e com transmissão pelo canal do YouTube.

Programação:

Conheça os Palestrantes:

Beatriz Grupp da Rosa

Psicóloga (CRP PR 08/28354) formada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, possui pós-graduação em Psicodrama terapêutico e socioeducacional e pós-graduação em Avaliação Psicológica. Atua como Psicóloga Clínica e é Palestrante de Saúde Mental em ambientes corporativos, como também realiza avaliação psicológica para cirurgias, orientação vocacional e avaliação para riscos psicossociais. Beatriz atua tanto na psicologia clínica quanto na elaboração e execução de projetos de intervenção em instituições, possuindo experiência no terceiro setor.

Eduardo Marques

Membro do conselho de administração do Grupo iCities, holding brasileira referência no ecossistema de inovação urbana e cidades inteligentes. Engenheiro de Produção Civil pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e pós-graduado em Engenharia de Negócios pela FAE Business School, possui quase duas décadas de experiência em finanças, estratégia de negócios e startups voltados a cidades inteligentes, energia, construções sustentáveis e negócios sociais.

Traga 1kg de alimento não perecível para ser doado às famílias carentes.*

*A doação não é obrigatória, mas é bem-vinda.

O amor está nos detalhes… e em um jantar incrível no IEP! ❤️

Que tal celebrar o Dia dos Namorados com a sofisticação que você merece? No dia 13/06, no Instituto de Engenharia do Paraná, acontece o Jantar dos Namorados em uma noite mágica, com música, gastronomia de alto padrão e aquele clima romântico que só o Instituto proporciona.

Seja para celebrar anos de união, um novo capítulo ou apenas celebrar a vida, o seu lugar é aqui conosco.

Investimento:

1° LOTE – VENDA ATÉ O DIA 27/05

2° LOTE – VENDA ATÉ O DIA 05/06

Convites limitados e com prioridade para associado IEP.

ATENÇÃO: Adesão no setor de Eventos do IEP ou pelo WhatsApp (41) 3068-9858, até o dia 05/06, não serão feitas reservas.

Não deixe para a última hora, o amor não espera! 🥂

Com profundo pesar, informamos o falecimento do Engº. Paulinho Dalmaz, associado remido e integrante do Conselho Deliberativo do Instituto de Engenharia do Paraná.

O velório será realizado amanhã, 14/05/2026, a partir das 09h00, no Cemitério Parque Iguaçu – Rua Nicolau José Gravina, 292 – Cascatinha.

O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná presta suas condolências aos familiares e amigos.

O Instituto de Engenharia do Paraná, por meio da Câmara Técnica Universitária, convida a todos para participar do 12° encontro de 2026 do IEP Talks, com o tema “Os principais materiais utilizados na impressão 3D”.

Para entrar no grupo de WhatsApp, contate: (44) 99818-2661 ou (41) 99639-9060.

Quando pensamos em nossos lares ou locais de trabalho, a palavra de ordem é estabilidade. No entanto, o desgaste natural das estruturas e a falta de manutenção podem transformar o que é seguro em um risco invisível.

Por isso, o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), por meio da Câmara Técnica de Cartografia, Geociências e Geotecnologias e da Câmara Técnica de Engenharia de Segurança do Trabalho, realizam a palestra com o tema “Segurança de Edificações: o que você precisa saber sobre a atuação da COSEDI”, com o palestrante Eng. Marcelo Solera, no dia 11/06, às 19h00, no Centro de Eventos e com transmissão pelo canal do YouTube.

Neste evento, vamos desmistificar a atuação da COSEDI, que é mais do que um órgão fiscalizador, ela é um braço fundamental na preservação da integridade física dos cidadãos.

Conheça o Palestrante:

Marcelo Alexandre Solera

Engenheiro Civil (PUC-PR, 2001) e Técnico em Edificações (CEFET-PR, 1994). Especialista em Patologia nas Obras Civis (2010) e em Engenharia de Edificações, Meio Ambiente e Saneamento (2015). Desde 2013, exerce o cargo de Coordenador Técnico da Coordenadoria de Segurança de Edificações e Imóveis (COSEDI) da Prefeitura Municipal de Curitiba. Atualmente, desenvolve pesquisa de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana (PPGTU) da PUC-PR, com ênfase em Gestão de Risco de Edificações.

Inscreva-se, participe e venha entender como identificar sinais de alerta e qual o papel desta comissão em garantir que o teto sobre nossas cabeças permaneça firme.

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*A doação não é obrigatória, mas é bem-vinda.

O Instituto de Engenharia do Paraná, por meio da Diretoria de Apoio Sociocultural, convida a participar do VinIEP com a degustação “A ELEGÂNCIA E A INTENSIDADE DOS VINHOS ESPANHÓIS”, com a presença do associado Eng. Luis Alberto Lopez Miguez falando sobre sua experiência com os rótulos espanhóis.

Luis Alberto Lopez Miguez

Engenheiro Cartógrafo graduado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 1992. Possui especialização em: Administração, Controle e Monitoramento da Qualidade de Vida Urbana; Emergências ambientais; Educação e Planejamento Ambiental; Sustentabilidade e Gestão de Cidades. Atua como coordenador de Geoprocessamento da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba desde 1992. Coordenou o Sistema de Informações Georreferenciadas do Observatório Regional Base de Indicadores de Sustentabilidade de 2005 a 2011. Ministrou aulas e palestras na área de sistemas de informação em cursos de especialização. É coordenador da Câmara Técnica de Cartografia, Geociências e Geotecnologias e membro do Conselho Deliberativo do Instituto de Engenharia do Paraná.

Valor para adesão:

Que tal uma noite dedicada aos sabores vibrantes da Espanha? Vamos abrir garrafas selecionadas para uma degustação leve, educativa e cheia de boas histórias.

Adesões através do WhatsApp (41) 98527-2640 – Ana.
As vagas são limitadas, corra e garanta a sua.