Informações e inscrições: www.apef-pr.org.br.

Em comemoração aos oito anos da confraria VINIEP, o Instituto de Engenharia do Paraná promoveu, no dia 26 de julho de 2025, uma edição especial do encontro com uma visita à Vinícola Araucária, localizada na Colônia Murici, em São José dos Pinhais (PR).

A programação incluiu transporte exclusivo a partir da sede do IEP e uma experiência enogastronômica completa. Os participantes foram recepcionados com uma visita guiada à vinícola, onde puderam conhecer as instalações, os processos de produção e os vinhedos cultivados na região, que se destaca por unir tradição e inovação na elaboração de vinhos finos.

Durante a visita, foram degustados vinhos produzidos localmente, acompanhados por uma tábua de frios especialmente preparada para harmonização. A experiência foi finalizada com um almoço servido no restaurante da vinícola.

A Vinícola Araucária, reconhecida por valorizar a cultura paranaense em seus rótulos e pela excelência de seus vinhos, proporcionou o cenário ideal para esta edição comemorativa, marcada por integração, conhecimento e celebração.

🦺 A data de hoje, oficializada em 1972, com a regulamentação da formação técnica em Segurança e Medicina do Trabalho, busca valorizar a prevenção dos acidentes de trabalho, propiciando melhores condições de saúde e de segurança aos trabalhadores brasileiros.

🛠️ O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná – sabe da importância de priorizar a prevenção de acidentes de trabalho em todas as áreas da Engenharia, incentivando sempre os cuidados, a manutenção das normas e o foco na saúde e na segurança de todos os trabalhadores do setor.

É com grande pesar que o IEP – Instituto de Engenharia do Paraná, comunica o falecimento do Associado Remido, Engenheiro Civil Lineu Divonsir de Araujo, que faleceu nesta sexta-feira, 25 de julho de 2025, aos 87 anos, em Foz do Iguaçu.

O Velório será realizado na Capela 4 do Cemitério Parque Iguaçu em Curitiba a partir das 8h do dia 26/07/2025 e o sepultamento será às 14h.

O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná presta suas condolências à família e aos amigos.

O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) convida para o Café da Manhã com o Diretor Presidente do EPR Iguaçu e Litoral Pioneiro, Marcos Moreira, abordando o tema “Concessão de Rodovias no Paraná – As entregas e desafios do grupo EPR, lotes 2 e 6”, no dia 14 de agosto, a partir das 07h30, no Centro de Eventos e com transmissão pelo YouTube.

Marcos Moreira é graduado em Direito pela PUCPR, com especialização em Direito Tributário pela mesma instituição e CBA/Business pelo IBMEC/PR. Executivo com mais de 20 anos de experiência nos setores de concessões de rodovias e de infraestrutura, com atuações como Gerente Jurídico e Administração do Contrato na Ecovia Caminho do Mar, empresa do Grupo EcoRodovias, onde na holding deste também exerceu a função de Assessor de Regulatório e Head Geral Jurídico entre 2008 e 2011. Atuou como Sócio na Moreira e Tormena Advogados Associados, escritório jurídico especializado em direito administrativo e contratos na área de infraestrutura, e atualmente exerce a função de Diretor Presidente do núcleo na Paraná da EPR, composta pela EPR Litoral Pioneiro e EPR Iguaçu, maior projeto de infraestrutura do Brasil atualmente.

ATENÇÃO: O evento tem vagas limitadas e com prioridade aos associados IEP.

*Ingresso: 1kg de alimento não perecível para ser doado às famílias carentes.

Faça sua inscrição e participe!

Nesta quarta-feira, dia 23 de julho de 2025, a reunião do Banco de Ideias contou com a participação do Engº. Luis Alberto Lopez Miguez, que ministrou uma palestra sobre o tema “Geotecnologias na gestão territorial”.

Luis Alberto Lopez Miguez é Engenheiro Cartógrafo graduado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 1992. Possui especialização em: Administração, Controle e Monitoramento da Qualidade de Vida Urbana; Emergências Ambientais; Educação e Planejamento Ambiental; Sustentabilidade e Gestão de Cidades. Atua como coordenador de Geoprocessamento da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba desde 1992. Coordenou o Sistema de Informações Georreferenciadas do Observatório Regional Base de Indicadores de Sustentabilidade de 2005 a 2011. Ministrou aulas e palestras na área de sistemas de informação em cursos de especialização. É coordenador da Câmara Técnica de Cartografia, Geociências e Geotecnologias e também membro do Conselho Deliberativo do Instituto de Engenharia do Paraná.

Assista a reunião completa abaixo:

Ser Engenheiro, Arquiteto, Geólogo, Geógrafo e Meteorologista é projetar, desenvolver, construir e manter sistemas, estruturas, máquinas e processos que atendam às necessidades da população. São profissionais que precisam estar conectados com o que a sociedade precisa e trazer soluções aos seus “problemas”.

Por isso o Instituto de Engenharia do Paraná, mais uma vez, promove a Semana Acadêmica de Engenharia. Em sua 8ª edição traz o que há de mais novo, tecnológico e as principais tendências da sua área, ajudando os futuros profissionais a se destacarem em um ambiente que exige cada vez mais conhecimento e preparação.

Aguarde! Venha fazer parte dessa semana repleta de informação, inovação e conhecimento, com palestras e visitas técnicas que fazem parte da programação.

Fique ligado e venha participar da 8ª Semana Acadêmica de Engenharia do IEP.

Na noite desta terça-feira (22.07), a palestra “Cidades Inteligentes – Tendências e Oportunidades”, promovida pelo Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), por meio da sua Câmara Técnica de Arquitetura e Urbanismo, reuniu profissionais e interessados em urbanismo e inovação para discutir os caminhos possíveis rumo a cidades mais conectadas, eficientes e centradas nas pessoas. Para abordar o tema, foram convidados o presidente do Conselho do Grupo iCities, Beto Marcelino, e a Diretora Presidente do Instituto iCities, Juliana Palácios.

Na abertura do evento, o Presidente do IEP, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, destacou a importância de iniciativas como essa para o fortalecimento da Engenharia e do debate técnico no Brasil. “Essas ações são para que os associados aproveitem conhecimentos e experiências que dizem respeito à Engenharia. Ficamos muito honrados com a presença de vocês, essa é a nossa razão de ser e mostra que estamos fazendo nosso trabalho direito”, afirmou. “Ressalto o excelente número de participantes que acompanham o evento pela internet. Esse é o nosso chamado, compartilhar conhecimento com todos, onde quer que estejam”, conclui.

Jornada de aprendizado

A coordenadora da Câmara Técnica de Arquitetura e Urbanismo do IEP, arquiteta Elise Dallegrave, também reforçou o papel da tecnologia na transformação urbana. “É um prazer estar aqui para dividir com vocês, por meio dos nossos palestrantes, conhecimentos e experiências sobre as tecnologias inovadoras que estão transformando as cidades em lugares mais sustentáveis, eficientes e habitáveis”, anunciou.

Elise destacou que as cidades inteligentes representam uma tendência irreversível e cheia de potencial. “Essa temática reforça o que já sabemos e, ao mesmo tempo, abre novos campos de oportunidades de mercado. É fundamental entendermos como a tecnologia pode nos ajudar a criar ambientes urbanos mais saudáveis, seguros e prósperos”, disse. Ao final da sua fala, a coordenadora convidou os presentes a mergulhar nos conceitos e práticas que estão moldando o futuro do urbanismo. “Vamos explorar juntos como aplicar essas ideias no planejamento urbano, sempre com o foco em melhorar a qualidade de vida de quem vive nas cidades. Vamos dar início à nossa jornada de aprendizado”.

Conceitos e oportunidades

Em sua palestra, Juliana trouxe uma reflexão profunda sobre os caminhos trilhados no Brasil para a construção de cidades mais conectadas, humanas e sustentáveis. Ela destacou que o conceito de cidade inteligente vai muito além da tecnologia: envolve planejamento, inclusão, conhecimento e, principalmente, o cidadão no centro das decisões.

“A temática de cidades inteligentes precisou de muitas sementes ao longo do tempo. E a pandemia, nesse sentido, foi uma virada de chave. Ela acelerou o entendimento das nossas necessidades e consolidou nossa atuação nos eixos de educação e projetos”, afirmou.

Juliana compartilhou experiências da atuação nacional do iCities, que já capacitou mais de 100 gestores públicos nos 27 estados brasileiros. “Foi um desafio enorme. Às vezes, brinco que só conseguimos ir tão longe porque não sabíamos o tamanho da empreitada. Se tivessem nos contado antes, talvez não fôssemos. Mas fomos, e foi transformador”, recordou.

Ela ressaltou as dificuldades enfrentadas pelos pequenos municípios, que muitas vezes dividem um único engenheiro entre várias cidades e não possuem estrutura mínima para pensar em tecnologia. “Por isso, nosso foco está na capacitação e no suporte técnico. Muitos gestores se sentem sozinhos, sem saber por onde começar. Nosso papel é oferecer ferramentas, conhecimento e conexão”.

Inovação, impacto e viabilidade

Um dos pontos altos do encontro foi a explicação sobre as diferentes gerações das cidades inteligentes. “A primeira geração acreditava que a tecnologia resolveria tudo. Compravam softwares sem saber como usá-los, e 99% ficavam ociosos. A segunda geração entendeu que era preciso atuar de forma multidisciplinar. Já a terceira – onde estamos – coloca o cidadão no centro do processo”, explicou.

Juliana apresentou os principais conceitos adotados no Brasil e no mundo. Da União Europeia, destacou o foco em sustentabilidade e governança digital. Do BID, o olhar voltado aos desafios latino-americanos, como inclusão social, saneamento e segurança. E da Carta Brasileira de Cidades Inteligentes, a definição que incorpora planejamento, transformação digital e desenvolvimento econômico sustentável. “Não existe uma única definição de cidade inteligente. É um processo, e depende de realidade, cultura e contexto”.

A palestrante também alertou para os riscos do uso indiscriminado da tecnologia, citando o caso do projeto Sidewalk Toronto, idealizado pelo Google. “Era para ser um bairro modelo em tecnologia, mas acabou abandonado após resistência da população. As pessoas se sentiam vigiadas, controladas. Não é isso que queremos”.

Ao abordar as tendências, ela destacou três pilares essenciais para projetos bem-sucedidos: inovação, impacto e viabilidade. “Não adianta construirmos as cidades com as mesmas fórmulas de 30 anos atrás. O mundo mudou, o cidadão mudou, a demanda por serviços aumentou, mas nossos recursos não crescem na mesma velocidade”.

Sua apresentação foi encerrada com uma provocação importante: “Quando falamos de cidades inteligentes, estamos falando de tempo. Para a cidade, 10 anos é curto prazo. Para o cidadão, é longo. Para a tecnologia, um ano é uma eternidade. A cidade inteligente é um processo de transformação. E esse processo precisa ser feito com, para e junto das pessoas”.

Referência em cidades inteligentes

Em sua exposição, Beto Marcelino compartilhou a trajetória da empresa, que completou 14 anos, e reforçou o papel de Curitiba como modelo no desenvolvimento de cidades inteligentes. “Curitiba sempre foi nosso benchmark. Temos orgulho de dizer que participamos da transformação da cidade com projetos que priorizam as pessoas, não os carros”.

Segundo ele, a empresa foi precursora na criação de um ecossistema voltado à inovação urbana, tendo o arquiteto Jaime Lerner como uma das grandes inspirações. “Lá atrás, em 2010, o Jaime Lerner nos ajudou a validar a marca e o propósito do iCities. Ele dizia que era um desafio necessário, e isso nos deu fôlego para seguir”, recordou.

A referência à capital paranaense não é à toa. Entre os exemplos práticos, ele citou a revitalização da Rua Voluntários da Pátria, um dos primeiros projetos urbanos executados em parceria com o IPPUC, com base no conceito internacional de “ruas completas”. “Aquilo começou com uma verba destinada apenas às calçadas. Propusemos algo mais ousado. Hoje, a via é mais acalmada, sem fiação aparente, com espaço mais seguro e agradável para as pessoas. E isso se expandiu para outras regiões, como São Francisco, Prudente de Morais e agora Saldanha Marinho”, destacou.

Vitrine mundial

Também falou da importância de buscar referências em cidades que são vitrine mundial de inovação urbana, como Barcelona. “Desde o início, Barcelona é uma fonte de inspiração. Mantemos uma comitiva constante para lá, onde estudamos modelos bem-sucedidos de políticas públicas e redesenho urbano. A cidade espanhola nos mostrou como é possível equilibrar tecnologia com bem-estar social. E conseguimos adaptar muito disso à realidade de Curitiba”, explicou.

A atuação do iCities, no entanto, vai além da organização do evento Smart City Expo Curitiba, hoje reconhecido nacionalmente. “O Smart City está na memória do curitibano, mas nosso trabalho é mais amplo. Nosso objetivo é ativar cada vez mais o conceito de DTI — Destino Turístico Inteligente — e atrair investimentos em infraestrutura urbana”, afirmou.

O hub de inovação criado em Curitiba se tornou uma ponte entre o setor público, o setor privado e a academia. “Permeamos quase 2 mil empresas anualmente, mas já mapeamos mais de 20 mil que atuam diretamente com tecnologias para cidades, de segurança à mobilidade, passando por saúde e educação”.
Outro marco citado foi a participação ativa na construção da Carta Brasileira de Cidades Inteligentes, lançada em 2020 durante a pandemia. “Foram mais de 230 especialistas envolvidos, tratando realidades de cidades ribeirinhas, litorâneas, do agreste… A carta é hoje nossa bússola. Deveria ser leitura de cabeceira para engenheiros e gestores públicos. É um retrato das dores e potencialidades dos municípios brasileiros”.

Beto também enfatizou a importância da articulação entre governo, setor privado, universidades e sociedade civil — a chamada “quadrupla hélice”. “Temos mais de 20 mil doutores no Paraná e 344 só em Curitiba focados em inovação urbana. Precisamos envolver essas inteligências. Cidade inteligente se constrói com gente de verdade, com escuta ativa, com conexão”.

Por fim, ele destacou o impacto nacional do programa de gestão pública inteligente, desenvolvido em parceria com o Sebrae Nacional. “Levamos capacitação a 181 municípios, atingindo 22 milhões de brasileiros. De hipóteses, viramos tese. É possível e urgente transformar cidades com foco na inovação, na inclusão e na qualidade de vida”, concluiu.

A palestra na íntegra, bem como as perguntas e respostas feitas ao final da apresentação, podem ser acompanhadas abaixo ou pelo Canal do IEP no YouTube.

Assista ao evento abaixo ou pelo Canal do IEP no YouTube:

A Câmara Técnica de Arquitetura e Urbanismo e o IPPUC convidam os associados do Instituto de Engenharia do Paraná para participarem da apresentação e das oficinas preparatórias para a Revisão do Plano Diretor de Curitiba.

O encontro será realizado no dia 30 de julho, às 19h, no auditório do 2º andar do IEP, com o objetivo de apresentar atualizações sobre o processo de revisão do plano e preparar os participantes para a oficina oficial, que acontecerá no dia 07 de agosto, no 15º andar do IEP (horário a confirmar).

Sua participação é fundamental! Este é um momento de diálogo e construção coletiva sobre o futuro da nossa cidade. Contamos com suas ideias e propostas para enriquecer esse processo.

Informamos que por falta de adesões suficientes para abrir turma, o Curso de Teoria e Prática de Avaliação de Bens Imóveis Urbanos com Plataforma CastleR, que seria realizado nos dias 24, 25 e 26 de julho, teve que ser cancelado.