O Café da Manhã com o Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) desta quarta-feira contou com a participação do Presidente do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (LACTEC), Maximiliano Andres Orfali, abordando o tema “Future Grid”.

O Presidente do IEP, Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, agradeceu a presença de todos diretores e associados, apresentando o currículo do palestrante convidado: Maximiliano Andres Orfali é Engenheiro Eletricista formado pela UFSC, tem MBA em Gestão de Negócios e Gestão de Pessoas pela FGV, Finanças Empresariais pela MACKENZIE e Estratégia e Liderança pelo INSPER com extensão na Columbia Business School. Trabalhou por quase 30 anos na COPEL Distribuição nas mais diferentes áreas, e nos últimos sete anos atuou como Diretor Geral. Atualmente é Presidente do LACTEC, um dos maiores centros privados de Pesquisa, Ciências e Tecnologia do Brasil e atua como Conselheiro Independente de Empresas e na Mentoria de Startups. “É uma honra receber o Presidente deste instituto parceiro, que tem o IEP como sócio, junto com a Associação Comercial do Paraná (ACP), a COPEL, a Federação das Indústrias do Paraná (FIEP) e a Universidade Federal do Paraná (UFRP)”, lembrou Gomez.

Durante sua palestra, Orfali apresentou um panorama abrangente da atuação do LACTEC nas áreas de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I), destacando o papel estratégico da instituição na geração de conhecimento, prestação de serviços tecnológicos e consultoria para o setor industrial. Ele enfatizou ainda que o LACTEC é o único Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) do Brasil com área de atuação dedicada ao meio ambiente, o que o posiciona de forma única em projetos que envolvem sustentabilidade e tecnologias limpas. “Nossa atuação abrange praticamente todas as áreas da Engenharia, oferecendo soluções customizadas, com agilidade, menos burocracia e custos competitivos”, disse.

Entre os principais eixos abordados, destaque para o envolvimento do LACTEC em programas de fomento à inovação, como Embrapii-Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial, ANEEL, ANP, Lei do Bem, Finep e Lei de Informática. “A participação nesses programas viabiliza o desenvolvimento de projetos de alta complexidade tecnológica com impacto direto na competitividade da indústria nacional”, garantiu Orfali.

Como unidade credenciada da Embrapii, o LACTEC integra o Future Grid, centro de competência com foco em smart grids e eletromobilidade. O objetivo do centro é impulsionar o avanço do conhecimento e fortalecer competências em tecnologias emergentes, promovendo a transferência de tecnologia entre empresas, academia e instituições de pesquisa. O especialista em inovação industrial da Embrapii, Luiz Gustavo Delmont, acompanhou o evento e contou sobre a parceria. “Nós temos um foco muito específico, fomos criados há 11 anos na mobilização empresarial pela inovação, movimento liderado pela CNI-Confederação Nacional da Indústria. A riqueza desta instituição é que ela cria uma ponte entre a pesquisa que está sendo realizada na academia e centros de pesquisas privados, que estão na fronteira do conhecimento, e a indústria. Esse ‘i” é muito importante, porque estamos aqui para apoiar a competitividade da indústria”, disse.

Complementando a fala de Delmont, Orfali abordou diversos cases que exemplificam a capacidade do LACTEC em transformar conhecimento técnico em soluções aplicadas. Entre eles, o case da Volvo, que consistiu no desenvolvimento de um veículo semi-autônomo com tecnologia de georreferenciamento para colheita de cana-de-açúcar, com precisão de 2,5 cm — um avanço significativo para a mecanização de atividades agrícolas. Também, a criação de um transformador inteligente de distribuição para a Neoenergia, que trouxe melhorias significativas na eficiência operacional, além de um sensor inteligente que monitora em tempo real o desempenho da rede elétrica. Para a Copel, foi feita a implementação de sensores de proximidade de linha viva em capacetes de segurança, capazes de alertar os trabalhadores sobre a aproximação perigosa de redes energizadas, contribuindo diretamente para a redução de acidentes de trabalho. Por fim, ele exibiu o projeto de um consultório odontológico portátil desenvolvido para a D-Express, ideal para atendimento domiciliar em comunidades remotas, promovendo acesso à saúde bucal em regiões de difícil acesso.

Ao final, Orfali reforçou a importância da integração entre inovação tecnológica e aplicação prática para o desenvolvimento sustentável do país. “Com uma base sólida em ensaios, mestrado, pesquisa aplicada e serviços tecnológicos, o LACTEC se consolida como um dos pilares da inovação industrial brasileira”, concluiu.

Sobre o LACTEC – O LACTEC é referência em soluções inovadoras para o segundo setor, como empresas, indústrias e concessionárias de energia. Atuamos em mercados essenciais para a segurança e a sustentabilidade da vida.

A história do LACTEC começa em 1959, com a criação do Centro de Hidráulica e Hidrologia Professor Parigot de Souza. Dele nasce a reconhecida competência em projetos para grandes obras hidrelétricas. Atividade que mais tarde foi somada à tradição do Laboratório Central de Pesquisa e Desenvolvimento, em 1982, e do Laboratório de Materiais e Estruturas, em 1994.

A fusão de todas essas unidades, no final dos anos 1990, e a criação do Laboratório de Mecânica e Emissões Veiculares, em 2000, deram origem ao LACTEC, uma organização privada, sem fins lucrativos e autossustentável.

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As compras sustentáveis são essenciais para a pauta ESG (Ambiental, Social e Governança) porque refletem a responsabilidade da empresa com o meio ambiente e a sociedade, além de gerar benefícios econômicos e fortalecer a reputação corporativa. Ao integrar critérios ESG na aquisição de produtos e serviços, as empresas contribuem para um futuro mais sustentável, ao mesmo tempo em que se posicionam de forma mais competitiva no mercado. 

Esse foi o tom do encontro promovido pelo Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), na manhã desta terça-feira (17), em Curitiba. Organizado pela Câmara Técnica de ESG do IEP, o evento conduzido por Maristela Parigot, da Câmara Técnica de ESG, e reuniu especialistas para discutir como incorporar critérios ambientais, sociais e de governança nos processos de aquisição, fortalecendo cadeias de fornecimento mais responsáveis e alinhadas às exigências do mercado atual.

Participaram como palestrantes Roberto Roche, especialista em gestão de ESG; Rômulo Viel, especialista em sustentabilidade e inovação; Rafael Benke, líder empresarial e uma voz de destaque na agenda ESG e de direitos humanos na América Latina; e Adriano Hammerschmidt, da Superintendência de Compras e Coordenador Brasileiro do Comitê de Compras Sustentáveis da Itaipu Binacional.

O presidente da entidade, Nelson Luiz Gomez, ressaltou a relevância do tema e a responsabilidade coletiva com o futuro. “A sustentabilidade fala exatamente do que precisamos fazer. É garantir que as futuras gerações encontrem um ambiente, no mínimo, tão saudável e qualificado quanto aquele que temos hoje”, afirmou.

Gomez também destacou o papel estratégico das compras no contexto da sustentabilidade. “Esse é um tema que não diz respeito apenas à nossa localidade, mas ao planeta como um todo. As escolhas que fazemos no processo de compras impactam diretamente a preservação dos recursos e o desenvolvimento sustentável”, frisou.

Análise de risco

“ESG é, antes de tudo, uma análise de risco. Uma metodologia criada para proteger investimentos, não para salvar o planeta”, afirmou Roberto Roche, durante sua apresentação. Segundo ele, o conceito, que começou a ser desenhado na década de 1960, surgiu da pressão de fundos, seguradoras e bolsas de valores sobre empresas que ignoravam riscos ambientais, sociais e de governança. “A partir dali, o mercado percebe que empresas desconectadas desses critérios representam risco financeiro real”, destacou.

Roberto explicou que sustentabilidade e ESG não são sinônimos. “Sustentabilidade olha para a sociedade, para o planeta. ESG olha para investidores. A pergunta central é: onde estão os riscos que podem afetar o retorno?”, pontuou.

Ele alertou que práticas como compras sustentáveis são fundamentais na gestão dos riscos. “Os impactos dos seus fornecedores são, também, os seus impactos. A due diligence na cadeia de suprimentos virou obrigatória”, reforçou.

O especialista também destacou que o avanço das regulações empurra empresas de todos os portes para esse caminho. “Se você não encontrar o risco antes, ele vai te encontrar. E aí é tarde demais”, alertou.

Na visão dele, o ESG não é uma tendência passageira, mas um fator decisivo de competitividade. “Quem não se adapta, perde acesso a crédito, investidores e mercado”, concluiu.

Fortalecer negócios

Ao apresentar um roteiro prático para implantação de compras sustentáveis, Rômulo Viel destacou que até 60% dos custos de uma organização estão na cadeia de suprimentos e, portanto, ignorar esse elo pode comprometer a reputação e os resultados. “Compras sustentáveis são aquelas que geram os maiores impactos ambientais, sociais e econômicos positivos ao longo de todo o ciclo de vida do produto ou serviço”, definiu.

Rômulo explicou que esse processo exige três perguntas fundamentais: o que comprar, como comprar e de quem comprar. “Se aquilo que compramos não é sustentável, já começamos errado. E, se compramos de quem não mitiga riscos socioambientais, comprometemos a nossa própria rentabilidade”, alertou.

O especialista detalhou que a implantação desse modelo passa por etapas como categorização dos itens, avaliação dos riscos socioambientais, definição de critérios técnicos e monitoramento constante dos fornecedores. “Não dá para tratar todos os itens da mesma forma. É preciso priorizar aquilo que representa maior risco ou maior impacto para o negócio”, afirmou.

Ele ressaltou ainda que o sucesso desse modelo depende de políticas claras, da liderança da empresa e da capacitação das equipes. “Não é um produto de prateleira. Cada organização precisa desenvolver sua própria metodologia, alinhada aos seus valores, estratégias e realidade de mercado”, frisou.

Lembrou que exigir critérios sustentáveis dos fornecedores não significa apenas mitigar riscos, mas também gerar ganhos concretos. “Redução de desperdícios, eficiência nos processos, melhoria no relacionamento com fornecedores e controle de riscos são benefícios diretos para quem adota essa prática”, concluiu.

Direitos humanos

Rafael Benke destacou como a gestão de riscos está diretamente conectada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e à agenda global de direitos humanos. “Mais de 90% dos ODS estão ligados a direitos humanos. Quando faço uma gestão de riscos eficaz, evito impactos negativos e, ao mesmo tempo, gero valor positivo para a sociedade e para o negócio”, afirmou. Segundo ele, cadeias sustentáveis fortalecem as empresas. “Isso significa fornecedores mais eficientes, produtivos e com boas práticas, o que gera competitividade”, reforçou.

Ele também chamou atenção para a nova legislação europeia, a Corporate Sustainability Due Diligence Directive (CSDDD), que exige das empresas um rigoroso processo de diligência socioambiental e em direitos humanos. “O foco não é romper contratos, mas fortalecer cadeias resilientes. A busca não é por risco zero, que não existe, mas sim por meios sólidos que reduzam impactos”.

Apresentou o Termômetro de Direitos Humanos, uma ferramenta que já foi aplicada em mais de 550 empresas na América Latina. “Ela permite uma autoavaliação confidencial, baseada em frameworks internacionais, trazendo dados tangíveis e um mapa de calor sobre desafios e oportunidades nas cadeias produtivas”, explicou. A solução apoia decisões estratégicas e desenvolvimento, e alertou, “não é uma ferramenta de auditoria, nem de certificação, e sim de gestão e responsabilidade corporativa”.

Case da Itaipu

O modelo de compras sustentáveis da Itaipu Binacional foi tema da apresentação de Adriano Hammerschmidt. “Nossa jornada começou há mais de 20 anos, com uma normativa própria que já passou por revisões para incorporar critérios ambientais, sociais e de governança. Hoje, seguimos uma metodologia robusta que vai muito além da legislação”, destacou.

Segundo ele, a política de compras da Itaipu, atualizada em 2024, considera três dimensões: econômica, social e ambiental. “Avaliar risco, ciclo de vida, custo total de propriedade e análise de mercado faz parte da rotina. A pergunta inicial é simples, mas poderosa: essa compra realmente é necessária?”, afirmou.

Adriano explicou que as decisões levam em conta desde o impacto na geração de resíduos até temas como equidade de gênero e fortalecimento da economia local. “Sustentabilidade não é risco zero, mas entender e gerir impactos. Uma cadeia bem estruturada traz menos riscos e mais eficiência”, completou.

Atualmente, Itaipu já definiu critérios de sustentabilidade para 53 objetos de materiais e serviços. “É um trabalho construído a muitas mãos, com participação ativa de gestores, técnicos e fornecedores. E seguimos evoluindo, porque esse é um processo contínuo”, concluiu.

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O Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), Eng. Eletricista Nelson Luiz Gomez, acompanhou na manhã desta quarta-feira o começo oficial da duplicação do Contorno Norte de Curitiba, na PR-418, que marca também a primeira grande obra do novo programa de concessões rodoviárias do Paraná. Com quase 17 quilômetros de extensão, o trecho entre os quilômetros 5 e 21 será duplicado até o fim de 2027 e contará com sete novos viadutos, ampliando a segurança viária e a fluidez do trânsito em um dos principais corredores logísticos da Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

Para o Presidente do IEP, a obra marca o início de uma nova fase de concessões rodoviárias no Paraná, com respeito à duplicação de faixas que devem ocorrer em todos os 6 lotes das rodovias concedidas. “O IEP esteve presente, junto com o MPP, em todas as fases da nova concessão do pedágio nas rodovias do Paraná, desde a extinção das concessões anteriores, passando pela discussão da modalidade de licitação, sem outorga e sem limite de desconto no valor inicial da tarifa, do desconto para usuário frequente e execução das obras no início do contrato de concessão. As obras resultarão em rodovias mais seguras, com menos acidentes e prestação de mais serviços de qualidade aos usuários”, resumiu.

Apenas no Contorno Norte, serão investidos R$ 170 milhões nos próximos três anos. Ele integra o Lote 1, que contempla R$ 13,1 bilhões em investimentos ao longo de 30 anos em 473 quilômetros de rodovias federais e estaduais, incluindo trechos da BR-277, entre Curitiba e Guarapuava, e da PR-423, entre Araucária e Campo Largo, além dos contornos Sul e Norte da Capital. As intervenções incluem duplicações, implantação de vias marginais, passarelas, ciclovias, pontos de ônibus e sistemas inteligentes de monitoramento de tráfego.

O início das obras foi marcado por um ato com a presença do governador Carlos Massa Ratinho Junior, do ministro dos Transportes, Renan Filho, e do prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, além de diversos outros representantes do Governo do Estado e governo federal que participaram das negociações sobre a modelagem da concessão.

Segundo Ratinho Junior, a duplicação do Contorno Norte de Curitiba, que também significa o início das obras todo o novo pacote de concessões rodoviárias do Paraná, é um marco para a infraestrutura do Estado, cujo modelo de contratação está servindo de referência para o Brasil. “A população do Paraná acompanhou com transparência todo esse processo e acreditou no modelo moderno e inovador que o Governo do Estado propôs, com muitas obras e tarifas justas, e que hoje é adotado pelo governo federal em outras concessões”, afirmou o governador.

“Com o início das obras no Contorno Norte, as pessoas passam a ver esse projeto se materializar, com essa importante duplicação, além de novos viadutos, trincheiras, melhorias da segurança que integram o maior projeto rodoviário da América Latina, com um volume de investimentos sem precedentes e impacto direto na vida das pessoas e na economia paranaense”, acrescentou Ratinho Junior, que aproveitou o evento para agradecer em público o apoio do IEP na condução de todo o processo.

“O IEP é um instituto centenário, é onde residem os sêniores da Engenharia paranaense, que possuem todo histórico e acervo cerebral do Estado do Paraná, a quem quero agradecer por todo apoio”, encerrou.

Segundo o ministro dos Transportes Renan Filho, estão previstos R$ 120 bilhões em investimentos somente no Paraná, sendo que R$ 60 bilhões já foram contratados. “Esse projeto do Contorno Norte de Curitiba, que hoje inicia suas obras, simboliza essa nova fase”, citou, destacando que o modelo defendido pelo Governo do Paraná – e que foi mantido pelo governo federal mesmo com a mudança na presidência – garante preços mais justos aos paranaenses. “Além de termos tarifas 45% menores do que no modelo anterior, as obras começaram imediatamente, com duplicações, vias marginais e um conjunto completo de melhorias. O Paraná já é uma potência na agricultura, na indústria, no turismo e nos serviços, e agora vai poder ainda mais com rodovias modernas e eficientes”, acrescentou o ministro.

IMPACTO REGIONAL – O Contorno Norte é uma via estratégica para a mobilidade urbana e logística da Grande Curitiba. Ele conecta rodovias estaduais e federais importantes, facilita o tráfego de veículos pesados fora do eixo central da capital e reduz o tempo de deslocamento entre bairros e municípios vizinhos. A duplicação e os novos viadutos vão beneficiar diretamente milhares de usuários diários, além de contribuir para o escoamento da produção industrial e agrícola da região.

SERVIÇOS – A concessionária responsável pelo Lote 1 é a Via Araucária, que já opera desde fevereiro com a prestação de serviços de atendimento 24 horas, além da realização de obras de recuperação de toda a malha viária, incluindo reparos nos asfalto e melhorias na sinalização dos trechos.

O trabalho inclui como serviços socorro mecânico e médico, guinchos, inspeção de tráfego e atendimento ao usuário em tempo integral. De acordo com o CEO da Via Araucária, Sérgio Santillán, a concessionária está comprometida em comunicar com a população com antecedência sobre todas interdições e desvios, além de ampla sinalização local. Ele esclareceu que as obras iniciadas agora integram um pacote de cinco frentes de trabalho a serem iniciadas ao longo dos próximos dois meses.

“A duplicação do Contorno Norte é a primeira de cinco grandes obras que totalizam cerca de 70 quilômetros de duplicações a serem concluídas até 2027. Estamos trabalhando com planejamento técnico e também com foco na comunicação com os usuários, para garantir que as intervenções tragam o menor impacto possível no trânsito durante as obras”, comentou Santillán. Mais informações sobre o Lote 1 e o andamento das obras estão disponíveis no site da Via Araucária.

Com informações da Agência Estadual de Notícias

Informamos que no dia 19 de junho de 2025, o prédio do IEP estará fechado! Retornaremos normalmente no dia 20/06/2025 (sexta-feira).

Ótimo feriado a todos!

Atenciosamente,
Instituto de Engenharia do Paraná

No dia 26 de junho de 2025, o IEP – Instituto de Engenharia do Paraná será palco de um encontro sobre inovação e inteligência artificial, com duas palestras que destacam iniciativas de ponta desenvolvidas na PUCPR. O evento é uma oportunidade para profissionais, pesquisadores e entusiastas conhecerem de perto o ecossistema Hotmilk e o trabalho do CISIA – Centro Integrado de Soluções em Inteligência Artificial, que estão contribuindo para transformar a relação entre tecnologia, indústria e sociedade.

Programação:

É com profundo pesar que informamos o falecimento do Associado Remido, Engenheiro Eletricista José Claudir Chanquini, faleceu nesta segunda-feira, 16 de junho de 2025, aos 69 anos, em Curitiba.

O local do velório e do sepultamento não foram divulgados.

O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná presta suas condolências à família e aos amigos.

Na noite de sábado, 14 de junho de 2025, o Instituto de Engenharia do Paraná promoveu mais uma edição do tradicional Jantar dos Namorados, reunindo associados e convidados em um evento marcado por elegância, boa música e momentos inesquecíveis.

O jantar proporcionou uma experiência acolhedora e sofisticada, com ambientação cuidadosamente preparada para a ocasião. Os casais foram recepcionados com espumante e, durante o jantar, puderam desfrutar de um cardápio especial assinado pelo chef Cesar Oliveto.

A trilha sonora da noite ficou por conta da banda Anauê, que encantou o público com um repertório romântico e animado, contribuindo para a atmosfera encantadora do evento. A pista de dança se manteve movimentada durante toda a noite, com casais celebrando o amor e a parceria.

Mais uma vez, o Jantar dos Namorados reafirmou-se como uma das celebrações mais queridas do calendário social do IEP, promovendo o encontro, a convivência e o afeto entre os associados.

Instituto de Engenharia do Paraná promove a visita técnica à Fazenda Urbana de Curitiba dando continuidade ao Workshop sobre Agricultura Urbana realizado pela Câmara Técnica de Agronegócios.

A Fazenda Urbana de Curitiba fica no bairro Cajuru, é um espaço para produção de alimentos e centro educativo e inclusivo para a agricultura sustentável.

O Data Science Summit 2025 – DSS 2025 será realizado nos dias 28, 29, 30 e 31 de outubro de 2025, com o apoio do Instituto de Engenharia do Paraná – IEP. Este evento representa uma verdadeira imersão em Big Data, Ciência de Dados, Inteligência Artificial e Computação Quântica, reunindo especialistas, profissionais e pesquisadores para discutir as mais recentes inovações e tendências nesses campos.

Voltado a profissionais que trabalham com grandes volumes de dados, gestores que precisam interpretar cenários complexos, gestores públicos e especialistas em tecnologia — como cientistas de dados, especialistas em IA e engenheiros de machine learning —, o DSS 2025 oferece uma programação abrangente e estratégica.

A programação contará com palestras, mesas-redondas, oportunidades de networking e demonstrações ao vivo, incluindo a exibição do primeiro Computador Quântico Educacional.

Os temas serão distribuídos por dia: Developers, Corporate e Governo. Haverá ainda uma área dedicada a negócios, com atividades voltadas a empresários, organizadas pela ASSEPRO, SEBRAE e Sucesu. Entre os painéis temáticos, destacam-se os segmentos de Agronegócio, Negócios, Saúde, Computação Quântica, Judiciário e Mobilidade.

Para maiores informações sobre a programação e palestrantes, acesse o site: https://dssbr.com.br

Nesta quarta-feira, dia 11 de junho de 2025 , a reunião do BANCO DE IDEIAS teve a participação do Eng.º Rui Medeiros, que ministrou uma palestra sobre o tema “Estudo de Casos de Edificações Abandonadas em Curitiba”.

Rui Medeiros é engenheiro civil, graduado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 1975, com pós-graduação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) em 1978. Atuou como professor na UFPR na área de Estruturas e Patologia de Estruturas por 40 anos, de 1978 a 2018, tendo contribuído para a formação de aproximadamente 5.000 engenheiros civis e arquitetos.

É diretor técnico da empresa Estruturas de Concreto Rui Medeiros S/S e possui ampla experiência nas áreas de projetos e patologias de estruturas, com 988 projetos realizados e 242 laudos técnicos de recuperação e reforço estrutural elaborados ao longo de sua carreira.

Desde 1974, é sócio do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), instituição na qual atua como membro do Conselho Deliberativo desde março de 2008. Também é membro ativo da ABENC/PR (Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural) e do IBAPE/PR (Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia do Paraná).

Assista a reunião completa abaixo: