Ao abrir a atividade de encerramento da 8ª edição da Semana Acadêmica de Engenharia do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), realizada na sexta-feira (29/08), Mateus Pizzatto, associado da Câmara Técnica Universitária e membro do CREA-JR, saudou os participantes e destacou a importância do evento.

Aproveitou para cumprimentar os estudantes que participaram das atividades ao longo da semana, enfatizando a dedicação dos alunos e a presença de autoridades e representantes do setor. E destacou o apoio dos patrocinadores e a importância da instituição na valorização da engenharia no Paraná.

A 8ª Semana Acadêmica de Engenharia encerrou com palestra da engenheira eletricista Luana Weber sobre “Marketing Pessoal”. Pioneira na área em Cascavel (PR), ela tem mais de 1.200 projetos realizados no Brasil e é referência em sistemas fotovoltaicos, eficiência energética e gestão de carreira na engenharia. Na sequência, o empresário e consultor Rodrigo Maia apresentou o tema “Alta Performance”.

Com ampla experiência em liderança estratégica, comunicação e desenvolvimento de equipes, Rodrigo atua como mentor de executivos de grandes corporações.

O presidente do IEP, Nelson Luiz Gomez, fez uma retrospectiva das atividades realizadas durante a Semana Acadêmica. Lembrou que o IEP, que completa 100 anos em 2026, foi o berço da criação do Crea, o que reforça a relevância histórica do instituto para a engenharia paranaense. Ainda, destacou as visitas técnicas ao espaço Smart e a uma fábrica de casas.

Aproveitou a ocasião para anunciar a programação futura do IEP, e destacou uma palestra sobre a NR-1, afirmando ser “essencial para engenheiros, pois abordará segurança e aspectos sociais do trabalho. É importante saber disso para evitar problemas e estar ciente das responsabilidades legais”. Por fim, desejou a todos um aproveitamento máximo dos conhecimentos e experiências que serão compartilhados nas duas últimas palestras do evento.

Aprendizado e conexão

“É possível construir autoridade e reputação ainda na graduação, aproveitando cada oportunidade de aprendizado e conexão”, afirmou a engenheira eletricista Luana Weber, ao falar sobre marketing pessoal e os desafios dos futuros profissionais em se destacar no mercado de trabalho.

Segundo Luana, a formação acadêmica é apenas uma parte da preparação. As empresas buscam profissionais que, além de conhecimento técnico, apresentem habilidades interpessoais, networking e posicionamento estratégico. “Não basta dominar o conteúdo da sala de aula, é preciso desenvolver competências que vão além do currículo”, destacou. Ressaltou que a falta de preparo nesse sentido pode levar à perda de oportunidades.

A engenheira ressaltou que a comunicação e a liderança são diferenciais para os estudantes de engenharia. “Se alguém te rotula de determinada forma, mesmo que você não se reconheça, é porque sua comunicação, verbal ou não verbal, foi interpretada dessa maneira. A clareza é fundamental para evitar mal-entendidos e até prejuízos profissionais”, alertou.

A palestrante também incentivou os estudantes a construírem uma presença digital estratégica. Ela orientou que o LinkedIn deve ser usado para divulgar projetos e certificações, enquanto o Instagram pode servir para compartilhar atividades extracurriculares de forma intencional e com imagens de qualidade. “Sua marca pessoal é crucial para o sucesso profissional e, muitas vezes, é um fator decisivo em grande parte das vagas de emprego”, disse.

Outro ponto enfatizado foi o papel da presença digital. Para Luana, os acadêmicos devem cuidar da imagem pessoal no LinkedIn e no Instagram, divulgando projetos, certificações e atividades que reforcem a marca pessoal. “O mercado observa como você se apresenta, e as redes sociais são uma vitrine poderosa para isso”, disse. Ela também recomendou atenção ao tipo de conteúdo publicado, lembrando que postagens inadequadas podem prejudicar a reputação.

Luana incentivou os estudantes a participarem de iniciativas como Crea Júnior, projetos de extensão e competições, reforçando que essas experiências agregam valor ao currículo. “Não é falta de oportunidade, mas sim de organização e gestão de tempo. Quem aprende a se planejar desde cedo consegue aproveitar melhor os espaços que a faculdade oferece”, afirmou.

Ao encerrar sua fala, a palestrante destacou a importância do autoconhecimento e do propósito na carreira. “Ser luz na vida das pessoas significa usar suas habilidades para impactar positivamente o ambiente em que você está. O marketing pessoal não é sobre vaidade, mas sobre transmitir valores e construir confiança”.

Alcançar excelência

O professor e pesquisador Rodrigo Maia falou sobre alta performance e os caminhos para alcançar a excelência. De forma provocativa, ele criticou fórmulas simplistas para o sucesso. “Não é banho de gelo, meditação ou frase motivacional que garantem uma carreira de sucesso, mas sim disciplina, esforço e constância”, afirmou.

Rodrigo destacou que muitos jovens se deixam levar por soluções fáceis vendidas na internet, sem enfrentar os desafios reais da vida acadêmica e profissional. “Vivemos em uma sociedade ‘mimizenta’, que acredita que a vida tem de ser fácil e justa. Isso gera frustração e dependência de remédios, quando o que falta é coragem para encarar a realidade”, disse. Para ele, a excelência exige enfrentamento e autocrítica.

O palestrante também questionou a visão de que a faculdade é inútil, defendendo a importância da formação acadêmica. Ele citou sua própria trajetória, que inclui passagens pelo MIT, mestrado, doutorado e pós-doutorado. “Estudar vale a pena. Diploma na parede não é o que importa, mas o conhecimento adquirido e a capacidade de abrir caminhos no mercado de trabalho”, ressaltou.

Ele criticou o modelo tradicional de ensino, que forma apenas ‘executores de tarefas’ em vez de solucionadores de problemas. “Não sabemos estudar de verdade. Ler livros ou fazer cursos não basta. É preciso anotar, comparar ideias, sintetizar e aplicar o que se aprende. Alta performance é cuidar de si mesmo; é resultado de estudo ativo e prática constante”, defendeu.

Rodrigo também chamou atenção para os riscos da dependência digital e do consumo excessivo de conteúdos rápidos, como Reels e TikTok. Segundo ele, esse hábito compromete a memória e a atenção. “Estamos reprogramando nosso cérebro para a dispersão. Quem não consegue manter o foco não consegue aprender nem entregar resultados de excelência”, alertou.

Ao concluir a apresentação, Rodrigo falou sobre propósito, felicidade e perdão como partes essenciais da alta performance. “A excelência não é apenas profissional, mas também humana. Ser excelente é saber amar, perdoar e se reconstruir. Não existe virar a chave de forma mágica. O segredo é persistência diária, mesmo diante da vontade de desistir”.

Responda o questionário através do link abaixo e nos diga o que achou da 8ª Semana Acadêmica de Engenharia:

Assista ao evento completo abaixo ou no Canal do IEP no YouTube:

O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná, a ASSOMEC – Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba e Rotary Club de Curitiba – Parque Barigui realizam o IV ENCONTRO METROPOLITANO DE GESTORES DE MEIO AMBIENTE, que acontecerá no dia 19 de setembro, das 08h30 às 18h00 no Centro de Eventos do IEP e com transmissão pelo Canal do YouTube.

O evento, que será híbrido, é uma promoção da Câmara Técnica de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Saneamento, Câmara Técnica de Cartografia, Geociências e Geotecnologias, e da Câmara Técnica de Agronegócios, conta com o apoio da PMC – Prefeitura Municipal de Curitiba.

Em paralelo, o evento tratará sobre a legislação ambiental.

PROGRAMAÇÃO:

BLOCO 1: LICENCIAMENTO AMBIENTAL

BLOCO II: ECOTURISMO

BLOCO III: FUTURO AMBIENTAL

INGRESSO: 1kg de alimento não perecível para ser doado às famílias carentes

*Doação não é obrigatória, mas é bem-vinda.

O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), por meio da Câmara Técnica de Arquitetura e Urbanismo, promove a palestra “GeoCuritiba na Prática – Mapa Cadastral e Suas Potencialidades”, com Thaís Vieira Lopes e Aline Placha Tambosi, e mediação de Rodrigo Tadeu Baranczuk, no dia 17 de setembro, às 19h, no Centro de Eventos, com transmissão também pelo YouTube.

Em tempos de cidades inteligentes, a informação espacial não pode ser um privilégio restrito a poucos. Ela precisa ser pública, acessível e confiável — um instrumento a serviço do planejamento, da gestão urbana e da sociedade.

O GeoCuritiba consolida esse propósito, reunindo em uma única plataforma, ferramentas essenciais para quem atua com o território. Do Mapa Cadastral online ao Curitiba 3D, passando pela consulta de confrontantes, pela Planta Genérica de Valores, pelos mapas históricos e temáticos, o sistema aproxima o dado técnico da prática cotidiana, transformando informação em ferramenta de trabalho.

Mais do que acessar mapas, trata-se de ampliar a visão sobre a cidade, aprimorar a precisão das análises, reduzir incertezas e fortalecer a transparência — um compromisso com a gestão pública e com a qualidade técnica das decisões.

Esse encontro convida os profissionais a conhecer de perto as funcionalidades, e refletir sobre como o acesso transparente às informações urbanas pode fortalecer o trabalho técnico, e colaborar para uma cidade ainda mais organizada e acessível a todos.

Conheça as palestrantes:

Thaís Vieira Lopes é Arquiteta e Urbanista pela PUCPR, especialista em Gestão de Cidades Inteligentes, Geoprocessamento e Construções Sustentáveis, com mestrado em Engenharia de Construção Civil pela UFPR. Servidora da Prefeitura de Curitiba desde 2012, atuou por oito anos no Setor de Geoprocessamento do Departamento de Cadastro Técnico (UCT), contribuindo com iniciativas de transformação digital da SMU e modernização dos processos espaciais. Atualmente integra a Gerência de Projetos e Planejamento do UCT, colaborando na revisão de normativas técnicas, no aprimoramento das análises espaciais e no suporte à aprovação de projetos.

Aline Placha Tambosi é Arquiteta e Urbanista pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com MBA em Gestão Eficaz de Obras e Projetos e especialização em Direito à Cidade e Gestão Urbana. Servidora da SMU desde 2011, já atuou como Chefe dos Núcleos do Urbanismo da Fazendinha, Pinheirinho e CIC entre 2014 e 2020. Trabalhou diretamente na transformação digital da SMU, no desenvolvimento dos processos de licenciamento urbano e alvará de construção. Desde 2021 atua na Diretoria do Departamento de Cadastro Técnico Municipal (UCT) e na Presidência da Comissão de Regularização de Loteamentos (CRL). Neste período, coordenou diversos projetos de atualização, digitalização e saneamento de dados cadastrais. Além disso, participa da equipe que trabalha para a implementação da Reurb no Município de Curitiba.

Rodrigo Tadeu Baranczuk é Arquiteto e Urbanista pela PUC/PR, especialista em Administração Pública e em Gestão de Cidades Inteligentes. Servidor da Prefeitura de Curitiba desde 2011, foi diretor do Departamento de Cadastro Técnico – UCT (2017-2020) e Assessor Técnico da SMU (2021-2024). Atualmente é Superintendente Técnico da SMU.

Ingresso: 1kg de alimento não perecível.

O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) deu prosseguimento à sua 8ª Semana Acadêmica de Engenharia com uma série de palestras que mergulharam os estudantes nas tendências e no futuro da profissão. O evento, conduzido por Mateus Pizzatto, associado da Câmara Técnica Universitária do IEP e membro do CREA-JR, trouxe nomes de peso para discutir temas como inovação, gerenciamento de projetos e a importância de pertencer a uma comunidade profissional.

O terceiro dia do evento contou com as palestras de Cesar Henrique Sato Daher, da IDD Educação Avançada, que abordou o Futuro da Engenharia, de Germano Menzel, Chief Project Manager na Volvo do Brasil, que apresentou um Case de Gerenciamento de Projetos da empresa, e de Maykonn Acyr Gomes Xavier, vice-presidente financeiro do PMI Paraná Chapter, que detalhou a atuação do Project Management Institute (PMI), reforçando o papel crucial dos engenheiros na liderança de projetos.

Perspectivas e transformação

A abertura do evento foi marcada por uma saudação do presidente do IEP, Nelson Luís Gomez, que, com um tom bem-humorado, se dirigiu aos jovens engenheiros. “Eu acho que neste momento aqui eu devo ser o do lado oposto. O mais velho. Então, a maioria de vocês não deve ter existido quando eu nasci”, brincou, referindo-se ao seu nascimento em 1951. Com uma perspectiva de quem já viveu as transformações da profissão, Gomez compartilhou sua trajetória, atribuindo ao IEP grande parte de seu desenvolvimento profissional e de sua rede de contatos. “Todo o meu desenvolvimento extra profissional e network, eu fiz aqui dentro desta casa”, revelou, reforçando que a participação contínua na instituição foi fundamental para sua carreira.

Ao final de sua saudação, o presidente lançou um desafio à nova geração. Convidando os jovens a se tornarem os futuros líderes, ele os incentivou a dar continuidade ao legado da instituição, que se aproxima de seu centenário em fevereiro de 2026. “Quem vai continuar o Instituto de Engenheiro do Paraná daqui 5, 10, 15, 20 anos?”, questionou Gomez, reforçando a importância de se associar e participar dos eventos que são, segundo ele, ricos em “aprendizado, conhecimento e muito network”.

Caminho da profissão

Cesar Henrique Sato Daher ofereceu uma visão instigante sobre a engenharia do futuro, em sua palestra. Ele defendeu que, para entender o caminho da profissão, é preciso olhar para o presente, pois, nas palavras do filósofo Confúcio, “se você quer conhecer o futuro, examine o presente, que é a causa”. Destacou que a engenharia sempre esteve intrinsecamente ligada à evolução da civilização, desde o Homo Sapiens criando ferramentas até as revoluções agrícola, industrial e, mais recentemente, a digital.
O palestrante fez um panorama histórico das inovações que moldaram a profissão. Ele relembrou a construção milenar das pirâmides pelo faraó Imhotep, o “primeiro engenheiro”, e a resistência do concreto romano, que mistura cinza vulcânica com cal. Ele sublinhou que a busca por construções duráveis está diretamente ligada à sustentabilidade, um desafio crucial da engenharia moderna. Citou invenções como a linha de produção de Henry Ford, que, apesar de trazer eficiências, evidenciou a necessidade dos engenheiros de desenvolverem habilidades de gestão.

Também ressaltou que, na virada do século XIX para o XX, mudanças radicais impulsionadas por inovações como a eletricidade e a gasolina, levaram à ascensão de indústrias e novas profissões. A corrida entre Thomas Edison e Nikola Tesla pela melhor corrente elétrica, por exemplo, não só popularizou a eletricidade, mas também inaugurou a era das usinas hidrelétricas. O palestrante também mencionou o surgimento da computação e, na sequência, da internet, que conectou o mundo e gerou a necessidade de lidar com a massa de informações do Big Data.

Para ele, a Inteligência Artificial (IA) representa a próxima grande revolução, transformando radicalmente o papel do engenheiro. “A IA está dando um salto gigante para nós”, afirmou. Argumentou que, em um futuro próximo, o professor tradicional, que apenas ensina, será substituído por um mentor, que traz problemas reais para a sala de aula e orienta a resolução. A IA, aliada à Internet das Coisas e à impressão 3D, exigirá que os futuros engenheiros foquem no pensamento crítico, na interpretação de dados e na colaboração, em vez de se prenderem a cálculos operacionais que as máquinas farão por eles. Citou ainda as outras tecnologias emergentes que moldarão o amanhã: computação quântica, biotecnologia e nanotecnologia.

O engenheiro frisou que o profissional do futuro precisará de habilidades emergentes e um aprendizado contínuo. “Não adianta mais querer saber o básico que a gente sabe”, disse. César enumerou competências essenciais como a fluência em tecnologia, a adaptabilidade e as habilidades interpessoais, que são cruciais para o trabalho colaborativo em um mundo complexo.

César concluiu sua fala com uma visão otimista e motivadora. Ele destacou que o engenheiro do futuro será um “integrador de conhecimento”, um “estrategista” e um “agente de mudanças” para um mundo mais sustentável. Em uma mensagem aos jovens presentes, ele enfatizou: “Não depreciem a sua própria profissão, não falem mal da profissão de vocês, porque a profissão de vocês é maravilhosa. Vocês mudam vidas”. Ele afirmou que o trabalho dos engenheiros é fundamental para o desenvolvimento da sociedade e que, apesar dos desafios, a profissão é a chave para o progresso do país.

Ideia e inovação

Germano Menzel compartilhou sua jornada profissional e a visão da empresa sobre gestão de projetos durante a Semana Acadêmica de Engenharia. “É um nome ‘fancy’, mas é um gestor de projetos, tá?”, brincou, ao descrever sua função. Sua trajetória, que incluiu passagens pelo Instituto Lactec e COHAB, moldou uma perspectiva que vai além da técnica, enfatizando a paixão por transformar ideias em realidade. Para ele, todo grande feito, seja um caminhão elétrico, a construção de uma planta industrial ou a realização da Copa do Mundo, é resultado de um projeto bem executado.

Ele definiu um projeto como um “esforço temporário para atingir um produto, um serviço ou um resultado”, destacando a importância de ter um começo e um fim bem definidos. E detalhou as cinco fases essenciais de um projeto: iniciação, onde se avalia a viabilidade; planejamento; execução, onde o trabalho acontece; controle, que anda lado a lado com a execução; e encerramento, momento de entrega e aprendizado. “Na Volvo a gente diz que o planejamento é o mais importante, é onde a gente deveria gastar a maior parte do nosso tempo”, afirmou, ressaltando a filosofia da empresa.

A palestra abordou a evolução das metodologias de gestão, contrastando o modelo preditivo, mais tradicional e linear, com o adaptativo (ágil), que permite flexibilidade e aprendizado contínuo. Enquanto o modelo preditivo, como o de construção de um prédio, segue uma sequência rígida, o adaptativo, comum em desenvolvimento de software, trabalha com iterações e feedback. Germano confessou que a Volvo “também fez isso em alguns casos”, referindo-se à adoção apressada de metodologias ágeis por medo de ficar para trás. Contudo, a empresa aprendeu e hoje aplica a metodologia mais adequada a cada tipo de projeto, inclusive em modelos híbridos.

Para ilustrar essa abordagem, Germano usou exemplos práticos da engenharia de caminhões da Volvo. Projetos com exigências legais rígidas, como a norma de emissão de gases de exaustão, são geridos de forma preditiva. Já as mudanças no painel de instrumentos, por exemplo, podem ser adaptativas, permitindo testes rápidos e feedback direto dos motoristas. “Isso é uma coisa que eu consigo facilmente… fazer, enviar via Wi-Fi ou via inteligência remota para fazer um teste em alguns clientes”, explicou. Essa flexibilidade permite à Volvo otimizar recursos e entregar produtos que atendam melhor às necessidades do cliente.

Em um mundo de complexidade crescente, ele enfatizou a necessidade de aprimorar as competências do gestor de projetos. A Volvo, alinhada com as diretrizes do PMI, busca profissionais com expertise em gerenciamento de projetos, capacidade de tomar decisões estratégicas e um profundo conhecimento do negócio. O gestor, segundo ele, não deve apenas entregar um projeto a qualquer custo, mas sim “entregar o melhor valor agregado para a empresa”.

A liderança colaborativa é outra característica essencial. O gestor de projetos na Volvo é visto como um “guia, um mentor dentro da empresa”, que trabalha em sinergia com diversas áreas. Ele expressou a satisfação de lidar com todos os departamentos, desde o pós-venda até a engenharia, em um esforço conjunto. Ele concluiu a palestra com a esperança de ter despertado o interesse dos estudantes pela área. “Eu gostaria que isso fosse no mínimo uma chavinha que ligue em vocês que existe essa possibilidade dentro da engenharia de não ‘engenheirar’ 100%”, finalizou.

Projeto de mudança do mundo

O papel central dos engenheiros na criação de um futuro melhor foi o tema da palestra de Maykonn Acyr Gomes Xavier. Ele destacou que “o mundo precisa de projetos e os projetos começam com os engenheiros”. Para que esses projetos sejam bem-sucedidos, no entanto, é essencial o envolvimento de pessoas capazes de transformá-los em realidade. “Vocês são capazes de mudar o mundo”, afirmou, dirigindo-se aos estudantes.

A importância de pertencer a uma comunidade para impulsionar o sucesso profissional e pessoal foi um dos pontos altos da fala de Maykonn. Ele explicou que o Project Management Institute (PMI) foi fundado em 1969 por cinco visionários que buscavam criar um ambiente de colaboração e aprendizado mútuo. “Eles se juntaram e falaram assim: ‘Eu já cometi os meus erros, você já cometeu os seus. Vamos juntar os nossos erros para que eu não cometa os seus e você não cometa os meus’”. Essa filosofia de compartilhamento de conhecimento é a base da organização.

O PMI, que hoje conta com 738 mil membros e 1,7 milhão de profissionais certificados, é movido principalmente pelo voluntariado. “O que move o PMI é o voluntariado”, frisou, revelando que a organização conta com mais de 13 mil voluntários em 306 capítulos ao redor do mundo. Ele explicou que a certificação, como a PMP (Project Management Professional), não exige filiação, mas é uma maneira de comprovar conhecimento e habilidade, servindo como um diferencial no mercado de trabalho.

O palestrante ressaltou a importância da gestão de projetos como uma ciência que complementa a engenharia. “A gente aprende a bater massa, mas não aprende a planejar a composição dos tijolos para construir a casa”, exemplificou, destacando que o PMI oferece diversas certificações, incluindo gestão de riscos, portfólio, programas e até mesmo inteligência artificial. Para ele, compreender e gerenciar riscos é uma habilidade crucial para qualquer engenheiro. “Entender de gestão de riscos é essencial, gente”, alertou.

O futuro, segundo Maykonn, apresenta uma grande oportunidade para os gestores de projetos. Há uma lacuna projetada de 30 milhões de profissionais na área até 2035. No Brasil, o número de vagas disponíveis pode chegar a 105 mil, considerando a aposentadoria de profissionais e a abertura de novos postos. “Os engenheiros vão projetar, é lógico, coisas maravilhosas. Mas alguém tem que botar a geringonça para funcionar”, disse, enfatizando a necessidade de profissionais para gerenciar, integrar e garantir que as obras sejam entregues no prazo.

Para concluir, o vice-presidente financeiro reforçou que a visão do PMI vai além da entrega de projetos no prazo e dentro do orçamento. “A nossa visão é um mundo onde cada projeto atinge o seu potencial de impacto positivo”, resumiu. Ele defendeu que a gestão de projetos deve ser utilizada para tornar a vida das pessoas mais humana, inovadora, sustentável e feliz, elevando o mundo por meio de uma engenharia que atenda a valores como simplificação, ambição, acolhimento, curiosidade e colaboração. “Gestão só por gestão não vale a pena”.

Assista ao evento completo abaixo ou no Canal do IEP no YouTube:

O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) realizou a abertura da sua 8ª Semana Acadêmica de Engenharia, um evento de cinco dias focado em conectar os futuros profissionais às inovações, tendências e demandas do mercado. O objetivo é fortalecer a engenharia como pilar do desenvolvimento do Paraná e do Brasil.

A abertura do evento foi conduzida por Mateus Pizzatto, associado da Câmara Técnica Universitária do IEP e faz parte do CREA-JR. Ele destacou que o IEP tem como missão projetar soluções para as necessidades da população. Com mais de 4.248 associados, promove a oitava edição da Semana Acadêmica de Engenharia para conectar os futuros engenheiros às inovações e tendências da área. O evento oferecerá palestras e visitas técnicas para preparar a nova geração de profissionais.

A mesa de abertura reuniu o presidente do IEP, Nelson Luiz Gomez; o presidente do Crea-PR, Clodomir Luiz Ascari; o secretário de Urbanismo de Curitiba, Almir Bonato; o diretor-geral da Mútua Paraná, Edson Luiz Dalla Vecchia; o reitor da UTFPR, Everton Lozano; o coordenador de Planos e Projetos da UFPR, Marco André Argenta; o coordenador do Curso de Engenharia Mecânica da PUC-PR, professor Leonardo Cavaleiro Martinez; e o assessor de comunicação da Mútua, Felipe Pasqualini.

Para a abrir esta edição, o IEP convidou Antoninho Caron, presidente do CIEE/PR, e Alessandro de Castro, superintendente do IEL Paraná, para falarem sobre “Ingressando no Mercado de Trabalho”. A moderadora do painel foi a presidente do IRIP – Instituto de Relações Internacionais do Paraná, Maristela Parigot.

Preocupação

Em sua fala, o presidente do IEP, Nelson Luiz Gomez, manifestou preocupação com a queda no número de estudantes de engenharia no Brasil e a baixa proporção de engenheiros por habitante em comparação com outros países, como a Coreia do Sul. Ele defendeu a necessidade de incentivar a vocação para a engenharia desde o ensino fundamental, com um foco especial na matemática, para reverter o cenário e garantir a competitividade do país no mercado global.

Colaboração

O presidente do CREA-PR, Clodomir Luiz Ascari, destacou a importância da colaboração entre o setor público, a academia e o mercado de trabalho. Apresentou o programa Mais Engenharia, uma parceria com a Itaipu e a UEPG que emprega recém-formados em 50 municípios, com foco em gestão pública e sustentabilidade. Frisou que “nosso objetivo é aplicar a engenharia em benefício da sociedade, garantindo que os impostos sejam bem utilizados para melhorar a qualidade de vida da população”.

Parceria

Para Felipe Pasqualini, a Mútua tem grande satisfação em ser parceira do IEP, que completa 100 anos no próximo ano. “Estamos colaborando na edição de três volumes de livros do Instituto, dois dos quais já foram lançados. Convido os jovens estudantes de engenharia a participarem do programa Mútua Júnior”.

Formação

O secretário de Urbanismo de Curitiba, Almir Bonato, reforçou que a Prefeitura de Curitiba está sempre aberta para receber estagiários e auxiliar na formação de novos profissionais. “Temos um governo pautado pela conversa e pela troca de experiências, por isso, participamos frequentemente dos eventos do IEP”, afirmou. Salientou que a Secretaria de Urbanismo conta com cerca de 100 estudantes em estágios nos quatro departamentos da pasta (Uso do Solo, Controle de Edificações, Fiscalização e Cadastro Técnico) e também nos nove núcleos regionais. “Acreditamos na importância da colaboração e estamos prontos para receber e auxiliar estudantes de graduação e pós-graduação em suas pesquisas e estágios”, finalizou.

Inovação

O diretor-geral da Mútua-PR, Luiz Dalla Vecchia, destacou a importância da engenharia como base para o desenvolvimento de qualquer nação. Ressaltando que eventos como a Semana são essenciais para manter os profissionais atualizados e preparados para os desafios do mercado, além de fortalecer a troca de experiências entre eles. Mencionou o programa Mútua Júnior, que nasceu no Paraná e se expandiu para todo o Brasil, oferecendo vantagens aos estudantes de engenharia. E, ainda, uma nova iniciativa focada em inovação e empreendedorismo.

Apagão

Everton Lozano enfatizou que a engenharia é o DNA da instituição, única universidade tecnológica federal do país, com mais de 116 anos de história e um vasto número de cursos de graduação e pós-graduação. Ele expressou uma grande preocupação com o atual cenário do ensino superior, que enfrenta um problema crônico de evasão e uma grave escassez de profissionais de engenharia. “Alerto sobre um “apagão” iminente de engenheiros no Brasil até 2035, por cauda da falta de professores nas licenciaturas, o que tem um impacto direto na qualidade da formação básica”. Ainda destacou a necessidade urgente de um projeto de estado para o setor, que não dependa de governos e de suas flutuações. A metodologia de ensino não acompanha as rápidas transformações do mundo e o avanço da tecnologia, como a inteligência artificial, observou. Por fim, o reitor defendeu que a sociedade, as instituições de ensino e as entidades de classe precisam se unir para repensar o modelo de formação de engenheiros, garantindo que os futuros profissionais estejam preparados para os desafios de um mundo em constante mudança.

Mudanças

“Há uma necessidade urgente de modernizar a forma de ensino em engenharia. A educação atual está defasada e que as mudanças precisam começar nas próprias instituições de ensino, sem depender de iniciativas externas”, destacou Marco André Argenta. “É crucial estabelecer parcerias mais fortes entre a academia e o mercado de trabalho, pois o objetivo não é formar apenas engenheiros teóricos, mas sim profissionais capazes de atuar de forma prática e eficiente logo após a formatura”, salientou. Segundo ele, é preciso acompanhar as inovações tecnológicas, como a inteligência artificial, para não ficar para trás. “Os engenheiros brasileiros devem ser formados como profissionais de verdade, para que possam competir globalmente”.

Diálogo

Ao se dirigir aos participantes do evento, Leonardo Cavaleiro Martinez ressaltou a importância da parceria entre a universidade e o mercado para a formação dos futuros engenheiros. “O futuro da engenharia depende do diálogo constante entre a academia e as empresas. Essa colaboração garante que a formação dos alunos vá além da sala de aula, preparando-os para os desafios reais do mercado”. Disse que o evento não apenas aprimora as competências técnicas dos estudantes, mas também desenvolve a visão prática, o senso crítico e a capacidade de inovar, além das habilidades socioemocionais. Ele concluiu que a engenharia é uma profissão a serviço da sociedade e que a união entre academia e mercado é fundamental para fortalecer o setor e impulsionar o desenvolvimento do Paraná e do Brasil.

Ingressando no mercado de trabalho

O painel que marcou a abertura do evento reforçou a visão de que a capacidade de inovação e as habilidades interpessoais são cruciais para o sucesso na carreira. O CIEE-PR e o IEL buscam preparar os jovens não apenas com conhecimento técnico, mas também com soft skills e vivência prática, garantindo que cheguem ao mercado de trabalho com proatividade e capacidade de inovar.

O presidente do CIEE-PR, Antoninho Caron, iniciou sua fala destacando que a capacidade de inovação é o principal motor do desenvolvimento de países como Coreia do Sul, Taiwan e Malásia. “A história não se restringe ao passado, mas sim à constante transformação, seja na vida de um jovem, na evolução de uma empresa ou no crescimento de uma nação”, disse.

Desconexão

Ele explicou que o CIEE foi criado para ser a ponte entre a teoria acadêmica e as demandas do mercado de trabalho. Ele criticou a desconexão atual, argumentando que “os professores universitários não deveriam atuar apenas no ambiente acadêmico, mas também nas empresas, para transmitir o conhecimento prático”. Afirmou que “a experiência se vive, não se ensina, e essa vivência, com seus acertos e erros, é fundamental para a formação dos estudantes”.

Ao abordar o futuro do trabalho, Antoninho apresentou os resultados de uma pesquisa com 70 empresas paranaenses. “Embora as companhias consigam contratar os melhores profissionais técnicos (engenheiros, agrônomos, advogados), a maior dificuldade está em encontrar talentos com habilidades interpessoais, como relações públicas e liderança”, pontuou. O CIEE atua para suprir essa lacuna, oferecendo assistência psicológica e pedagógica aos estagiários, preparando-os para as entrevistas e a dinâmica do ambiente corporativo.

Novas ideias

Ainda reforçou que a integração entre empresas, escolas e jovens profissionais é essencial para a construção de um novo tempo. “O objetivo é que os estagiários não sejam vistos como mão de obra barata, mas como agentes de mudança, que trazem novas ideias e visões, contribuindo para a inovação e o crescimento das empresas. Esse processo de colaboração mútua permite a evolução e a criação de uma sociedade mais forte e com mais oportunidades”.

Para ele, a valorização e a promoção do ser humano são a essência do trabalho do CIEE. “A missão é preparar os profissionais de hoje para que, no futuro, se tornem líderes, executivos e condutores dos rumos das empresas e do país, garantindo um ciclo virtuoso de desenvolvimento e prosperidade”, concluiu.

Habilidades

O superintendente do IEL, Alessandro Castro, ressaltou que as instituições precisam se reinventar para serem atrativas para os jovens. Ele enfatizou a importância do IEL, que atua há 56 anos como uma ponte entre a academia e o mercado de trabalho. “Essa conexão é fundamental para garantir que os profissionais formados tenham as habilidades e competências que o mercado de trabalho exige”.

Alessandro mencionou diversas iniciativas do IEL para estimular os jovens a ingressarem nas carreiras de engenharia. Uma delas é o projeto “Fantástica Fábrica do Futuro”, que leva 7.500 adolescentes para visitas a indústrias, proporcionando uma experiência real do ambiente de trabalho. Além disso, o IEL leva profissionais experientes às escolas para que eles possam compartilhar suas trajetórias e inspirar os estudantes sobre as oportunidades de carreira.

Competências

O superintendente destacou a Academia de Talentos do IEL, que oferece cursos focados no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, as chamadas soft skills. “Embora as competências técnicas sejam cruciais, as empresas têm uma grande demanda por profissionais com habilidades comportamentais e de relacionamento interpessoal. A falta desses atributos é um dos principais desafios para as empresas na hora de contratar”, enfatizou.

Para ele, a colaboração entre instituições sérias é essencial para o futuro da engenharia. Ele defendeu que a interação entre gerações, a experiência dos profissionais sêniores e a criatividade dos jovens, é a chave para a inovação. “Essa união de esforços não só prepara os jovens para, o mercado de trabalho, mas também contribui para o desenvolvimento da sociedade”, disse.

O IEL trabalha para que as empresas criem ambientes de trabalho mais acolhedores para os jovens, auxiliando em seu desenvolvimento e permanência. “Da mesma forma, as instituições de ensino devem se reinventar para que os jovens possam contribuir com suas habilidades tecnológicas e criativas. É essa colaboração mútua que garantirá que o Brasil forme os engenheiros do futuro, atendendo às demandas do mercado e promovendo o crescimento do país”, concluiu.

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Assista ao evento completo abaixo ou no Canal do IEP no YouTube:

A Academia Paranaense de Engenharia (APE) e o Instituto de Engenharia do Paraná (IEP), convidam para o evento “Encontro Semestral da Academia Paranaense de Engenharia”, que acontecerá no dia 04 de setembro, a partir das 19h00, presencialmente no Centro de Eventos do IEP.

Programação:

*É necessário fazer a inscrição para participar.

O Instituto de Engenharia do Paraná chega na 8ª EDIÇÃO DA SEMANA ACADÊMICA DE ENGENHARIA. Para se destacar na carreira em engenharia é necessário acompanhar todas as mudanças do mercado e manter-se atualizado às inovações e às tendências da sua área.

O IEP ajuda os futuros engenheiros a crescer e criar uma rede de relacionamento profissional, gerando networking, troca de conhecimento e experiência. De 25 a 29 de agosto serão 5 dias de muita informação, inovação e conhecimento, com palestras e visitas técnicas que fazem parte da programação.

25/08 (SEGUNDA): PALESTRAS – ABERTURA OFICIAL

Clique AQUI e veja como foi o primeiro dia do evento.

26/08 (TERÇA): VISITA TÉCNICA AO ESPAÇO SMART

Clique AQUI e veja como foi esta visita técnica.

27/08 (QUARTA): PALESTRAS

Clique AQUI e veja como foi o terceiro dia do evento.

28/08 (QUINTA): VISITA TÉCNICA AO PARC AUTÓDROMO BAIRRU

29/08 (SEXTA): PALESTRAS – ENCERRAMENTO

*Programação sujeita a alterações.
**ATENÇÃO: Tenha o QR Code em seu celular para ter acesso às catracas no dia do evento.

Venha participar da 8ª Semana Acadêmica de Engenharia do IEP.

O Instituto de Engenharia do Paraná irá realizar a palestra sobre “Aspectos básicos da NR 1 – Disposições Gerais e GRO – Conhecendo a norma regulamentadora” com o Eng. Irineu Gomes de Amorim Junior, no dia 02 de setembro, às 18h30, no Auditório do 2° andar com transmissão pelo canal do YouTube.

Eng. Irineu Gomes de Amorim Junior é associado do IEP desde 2008. Desde 2023 é o coordenador da Câmara Técnica de Engenharia de Segurança do Trabalho. Desde 2025 é membro titular do conselho deliberativo (CD). Ex-Inspetor e ex-Conselheiro do CREA-PR. Técnico em Eletrotécnica (CEFET-PR, 1995). Engenheiro Eletricista (UFPR, 2001). Especialista em Controle Estatístico de Qualidade (UFPR), Desenvolvimento Gerencial (UP) e Engenharia de Segurança do Trabalho (CEFET-PR), além de MBA em Gestão Estratégica de RH (OPET) e MBA Executivo Internacional em Gerenciamento de Projetos (FGV). Mestrado em Governança e Sustentabilidade (ISAE, 2019). Professor de Pós-Graduação (desde 2008) em diversas instituições de ensino. Escritor, palestrante e consultor empresarial na área de gerenciamento de riscos ocupacionais e segurança em eletricidade – NR 10. Experiência de mais de 23 anos em indústrias multinacionais e nacionais de grande porte, na operação e gestão, na área de SST. Membro da Ordem dos Engenheiros de Portugal desde 2018.

A NR-1, ou Norma Regulamentadora nº 1, é a base para a segurança e saúde no trabalho no Brasil. Estabelece diretrizes gerais para a gestão de riscos ocupacionais e define as responsabilidades tanto de empregadores quanto de empregados em relação à prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Por isso esta palestra será direcionada a todos os colaboradores do IEP e associados que gostariam de entender um pouco mais sobre o assunto.

O evento é gratuito, mas pedimos que traga um kg de alimento não perecível para ser doado às famílias carentes.

O Instituto de Engenharia do Paraná te convida a fazer parte do encerramento da 8ª EDIÇÃO DA SEMANA ACADÊMICA DE ENGENHARIA com as palestras: Marketing Pessoal” com Luana Veber, e “Alta Performance” com Rodrigo Maia.

Após as palestras todos serão convidados a fazer parte de uma deliciosa linguiçada para encerrar a 8ª SAE – IEP 2025.

Luana Veber é a 1ª Engenheira Eletricista formada em Cascavel‑PR, com mais de 1.200 serviços de engenharia prestados em todo o Brasil. Especialista em sistemas fotovoltaicos, eficiência energética e segurança profissional. MBA em Gestão de Projetos e Especialização em Gestão de Segurança do Trabalho e Fotovoltaicos pela FGV, com aplicação prática em projetos e mentorias técnicas. É empresária e fundadora da Veber Energy Light, atuando com projetos elétricos industriais e fotovoltaicos. Participou de mais de 1.200 projetos pelo Brasil. ex-professora do SENAI, e ex-coordenadora de engenharia elétrica, automação e mecatrônica FAG. Mentora reconhecida na área técnica e estratégica de engenharia, com foco em posicionamento profissional, vendas e aplicação de tecnologia. Influenciadora CONFEA com mais de 15k seguidores no Instagram. Conselheira e diretora do CREA‑PR e Diretora da ABRACOPEL, atuando em representatividade institucional da engenharia elétrica.

Rodrigo Maia é empresário e CEO da Luza hub | CEO por 3 anos da gonow1, empresa da Gouvêa Ecosystem | Parceiro estratégico da BBusinnes School | Editor chefe da CNN Brasil, TV Record e TV Bandeirantes | colunista em Record News e Band News | apresentador de TV em BM&C News | Consultor em desenvolvimento de alta performance de times de vendas, franquias, operação e administração em empresas como Femsa, KPMG, Accor Hotels, Grupo SEB, Amaggi, Deloitte e outras. Atual mentor de C-Levels e presidentes de empresas.

29/08 (Sexta): ENCERRAMENTO

Data: 29/08 (Sexta)
Horário: 19h00
Local: Centro de Eventos e YouTube

Clique AQUI e consulte a programação completa!

O evento é gratuito, mas pedimos que traga um kg de alimento não perecível para ser doado às famílias carentes.

*A doação não é obrigatória, mas pode fazer a diferença para muitos necessitados.
**Programação sujeita a alterações.

O Instituto de Engenharia do Paraná promove a Visita Técnica ao Parc Autódromo do Grupo Bairru, no dia 28 de agosto, fazendo parte da programação da 8ª SAE (Semana Acadêmica de Engenharia).

A BAIRRU dedica-se ao planejamento de espaços para as pessoas nas cidades, elaborando projetos de bairros planejados e condomínios. São projetados para oferecer qualidade de vida aos seus moradores com lotes únicos, segurança 24 horas, saúde, educação e áreas verdes. O Parc Autódromo é o maior projeto de desenvolvimento urbano do Paraná, com mais de 560 mil metros quadrados de área total.

Quer conhecer um pouco mais, clique AQUI e acesse o site da empresa.

PROGRAMAÇÃO:

Data: 28/08 (Quinta)
Horário: 08h00
Local: Saída do IEP

Clique AQUI e consulte a programação completa!

Participe e conheça como a Bairru está revolucionando o acesso à moradia.

*Exclusivo para associado IEP, com prioridade aos Acadêmicos da CT Universitária.
**Programação sujeita a alterações.