Presidente do IEP nas Gestões de 2001 a 2003 e 2003 a 2005
POLÍTICAS PÚBLICAS E GERAÇÃO DE EMPREGOS
Primeiro presidente do IEP eleito no século 21, em 10 de janeiro de 2001, liderando chapa única denominada de “III Milênio”, é empossado na semana de comemoração dos 75 anos da entidade, em 13 de fevereiro, o engenheiro Gilberto Piva já dava, em seu discurso de posse, o tom de sua gestão para o biênio 2001-2003. “Nas discussões dos projetos de privatização, na elaboração de projetos, nas implantações de obras e serviços, na preservação do meio ambiente, sempre haverá um canal permanentemente aberto para o aprofundamento dos estudos e emissão de opiniões isentas, restritas à melhor técnica e normas vigentes”.
“Nosso foco de atenção também se manterá na Educação Continuada. Os cursos desenvolvidos por nosso Instituto, que nos anos anteriores movimentaram formidável contingente de engenheiros, serão promovidos buscando ofertar reciclagem, atualização e desenvolvimento profissional”. E anunciou entre as novidades, os cursos de Educação a Distância, cuja largada foi dada com o de Fundamentos e Aplicação do Geoprocessamento, realizado simultaneamente em quatro cidades – Curitiba, Rio Negro, Londrina e Toledo.
A posse de Gilberto Piva e de sua diretoria foi bastante prestigiada: entre as presenças, o prefeito Cássio Taniguchi, o ex-prefeito e ex-ministro Ivo Arzua Pereira, que falou em nome da Academia Nacional de Engenharia, o ex-vice-governador Ary Queiroz e os secretários estaduais Alcione Saliba (Educação) e Eduardo Sciarra (Industria, Comércio e Turismo). Na ocasião, foram outorgados diplomas de mérito “in memoriam” ao mentor da fundação do IEP, Plínio Alves Monteiro Tourinho, e ao professor Luiz Carlos Pereira Tourinho, que cumpriu oito gestões, falecido em 31 de maio de 1998, aos 84 anos de idade e 60 de profissão.
Uma das primeiras providências da gestão Piva – com Carlos Roberto Fabro, 1º vice-presidente; José Eduardo Lima Conter, 2º vice; Luz Mitsuaki Sato, 1º secretário; Carlos Afonso Infante da Câmara Teixeira, 2º secretário; Cleber Humphreys, 1º tesoureiro; e Nelson Leal Junior, 2º tesoureiro – foi a elaboração de um Planejamento Estratégico para nortear as ações do IEP ao longo de 10 anos. O projeto, entregue a empresa especializada, foi iniciado pela avaliação das atividades do IEP até convergir para um pacote de propostas, onde constaram as políticas setoriais, projetos e rumos a serem seguidos.
Depois de uma série de pesquisas, reuniões e oficinas de trabalho, o processo foi finalizado em julho de 2002. Na essência, preconizou tornar o IEP “uma instituição de vanguarda, atualizada com a dinâmica do setor, um agente de transformações, um banco de ideias e ações concretas para a categoria dos engenheiros, uma entidade de desenvolvimento de oportunidades, engajada na cooperação entre associados e entre associados e a comunidade”. A Missão do IEP foi definida: “Integrar e valorizar o exercício da Engenharia, servir aos associados e promover o bem comum”; a Visão: “Ser a referência em estudos e planejamento de iniciativas para o desenvolvimento”; os Valores: “Ética, Integração, Credibilidade, Estímulo ao crescimento, Responsabilidade social e Autossustentabilidade”; Áreas temáticas para traçar objetivos: Corpo de associados e representatividade, Educação e apoio técnico, Prática da Engenharia, Políticas Públicas de Responsabilidade Social e Gestão e imagem.
Em paralelo a uma série de palestras de importância, abriu-se a pauta dos grandes debates com um tema que agitava o Paraná em meados de 2001: o transporte da supersafra, que ocasionava imensas filas de caminhões por semanas inteiras na BR-277, a caminho do Porto de Paranaguá. Foi produzido um documento encaminhado às autoridades sobre a importância de se investir em urgentes melhorias no Porto. Outro assunto palpitante era a anunciada privatização da Copel, que mereceu quatro sessões de debates no Instituto com nomes de peso da vida pública paranaense. No relatório final, o IEP julgou que “o momento vivenciado pelo país e pelo Estado do Paraná, em particular, nos parece inadequado para concluir este processo de privatização”.
A Estrada do Colono, cujo fechamento era reivindicado pelos ambientalistas também movimentou o auditório do IEP, assim como o recém aprovado Estatuto dos Cidades pelo Congresso Federal, uma nova rodada de debates sobre a água no futuro, a segurança do trânsito, habitação popular, novo modelo de comercialização de energia, a segurança nas instalações de aquecedores a gás e a reivindicação, ao Governo Federal, em conjunto com o Crea-PR e o Sindicato de Engenheiros, para Curitiba sediar unidades das recém-criadas agências nacionais de Transporte Terrestre (ANTT), de Transportes Aquaviários (Antaq) e do Departamento Nacional de Infra- estrutura de Transportes (Dnit).
O rol de debates prosseguiu pelas duas gestões: o desvio do ramal ferroviário de Curitiba e seu impacto em relação ao meio ambiente, Parcerias Público-Privadas, previdência privada, acessibilidade aos equipamentos urbanos, planos para a Curitiba do futuro, plano diretor de transportes intermodal do Paraná, o custo social das obras inacabadas, radares e multas de trânsito, o problema do lixo, aos quais se somaram vários debates sobre a Agenda 21 da Engenharia, em parceria com o Crea-PR e o Senge; a Agenda 21 foi o principal compromisso assumido pelos 179 países participantes da II Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a Rio 92, que defendeu a prática de um novo padrão de desenvolvimento sustentável.
A obra até então inacabada e abandonada do Fórum de Curitiba, no Centro Cívico (hoje transformado em Palácio da Araucárias, primeiro como sede provisória do governo estadual e depois destinado a secretarias), também mereceu a preocupação do IEP, que encampou projeto de reforma sugerido pelo arquiteto e associado Elgson Ribeiro Gomes. Já o 1º Seminário Paranaense de Calçadas, em conjunto com o Detran e Crea-PR, movimentou diversos setores da sociedade organizada e concluiu que Curitiba tinha “as piores calçadas do Brasil”.
Em suas gestões, Piva propôs à Câmara Municipal a criação de um Conselho Técnico para assessoramento gratuito dos vereadores na elaboração de projetos, que seria composto pelo IEP, Crea, Senge, Sindicato de Arquitetos e Instituto de Arquitetos do Brasil. Sugeriu à Urbs que ao pagar a infração do Estar (estacionamento regulamentado de Curitiba), por ausência de cartão, o motorista recebesse um bloco do Estar relativo ao valor pago. A medida foi adotada anos mais tarde. O IEP foi, também, um dos criadores do Cifal de Curitiba, ao lado de vários órgãos públicos e privados. Cifal é o Centro Internacional de Treinamento para Autoridades Locais, que atua na urbanização sustentável e tem âmbito para a América Latina e o Caribe.
Outra providência de impacto foi o envio ao Bird (Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento), ou Banco Mundial, de um conjunto de propostas como a inclusão do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) para nortear os apoios do Banco, priorizar as construções de interesse social, promover a fixação local das pessoas, entre outras. Em 2003, em parceria com a Abenc, o IEP promoveu a 1a Semana de Engenharia Civil de Curitiba e o 1º Encontro Paranaense de Engenharia Civil. Nesse mesmo ano, o Instituto realizou manifestação em prol da Engenharia, com a distribuição de texto, na Boca Maldita, em Curitiba, sobre o papel do engenheiro civil na construção da sociedade brasileira. E para estreitar as relações com órgãos de governo e instituições, foi desenvolvido o programa “Encontro dos Sábados no IEP”, que reuniu para conversas informais sobre temas da atualidade, seguidas de feijoada, representantes de secretarias e órgãos municipais e estaduais, da UFPR e da PUCPR, em várias ocasiões.
O IEP participou de campanhas contra a dengue e em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Profissional Avançado, propôs a criação da Residência Técnica para permitir a engenheiros e arquitetos ampliarem sua bagagem de conhecimento. Também idealizou e colocou em prática ciclo de palestras sobre Engenharia, Arquitetura e Agronomia para alunos das segunda e terceira séries do ensino médio, mediante acordo firmado com a Secretaria de Educação e o Distrito 4730 do Rotary Club. Em outra ação nessa área, promoveu a arrecadação e doação de pastas escolares para estudantes carentes.
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INCUBADORA TECNOLÓGICA PIONEIRA NO PAÍS
Ao caminhar para o final da primeira gestão da diretoria de Gilberto Piva (2011-2003), o IEP concluiu um documento histórico, que vinha sendo gestado há meses em 44 reuniões, 10 oficinas de trabalho e com a participação de cerca de 300 profissionais – o Plano de Desenvolvimento de Políticas Públicas, que seria oferecido a todos os partidos, aos candidatos ao governo do estado, à Assembleia Legislativa, à Câmara Federal e ao Senado. O Plano contemplou 10 macro temas: Agronegócios, Educação, Energia, Esporte, turismo, cultura e lazer, Habitação, Informação e conhecimento, Logística de transportes, Meio Ambiente, Segurança, Telecomunicações, Trabalho e Saúde. Na primeira etapa, a coordenação geral dos trabalhos foi do engenheiro Hirotoshi Taminato, passando depois para a responsabilidade de Flávio Hermógenes Gaspar, ambos contando com o apoio dos coordenadores setoriais. Os candidatos a governador que receberam o Plano foram: Roberto Requião, Álvaro Dias, Padre Roque, Beto Richa, Giovani Gionédis, Rubens Bueno, Cirus Itiberê e Severino Araújo.
Em 7 de janeiro de 2003, também em chapa de consenso, Gilberto Piva foi reeleito e tomou posse dia 17 de fevereiro, com uma diretoria que manteve Carlos Roberto Fabro na 1º vice-presidência, Cleber Humpheys na 1a tesouraria e passou Nelson Leal Junior da 2a tesouraria para a 1a secretária. Os novos integrantes foram Roberto Gregório da Silva Junior, 2º vice-presidente; Jaime Sunye Neto, 2º secretário; e Flávio Hermógenes Gaspar, 2º tesoureiro. Na sessão solene, presenças do vice-governador Orlando Pessutti e do prefeito Cássio Taniguchi, entre autoridades e líderes empresariais e classistas. A tônica do discurso de Piva foi de crítica aos altos índices de desemprego e essa preocupação balizaria, quase de imediato, um programa de geração de empregos para a área tecnológica – o TER+Brasil.
TER+Brasil, que foi coordenado pelo 2º vice-presidente e autor do projeto Roberto Gregório da Silva Junior, teve sua concepção básica na equação Tecnologia = Emprego + Renda. Previa a realização de fóruns de novos negócios, proposições legislativas e sugestões de políticas governamentais, entre várias outras ações, que incluíam o incentivo à capacidade acadêmica, profissional e empresarial orientada para a criação e consolidação de iniciativas geradoras de emprego e renda.
Do TER+Brasil nasceu a Incubadora de Empreendimentos de Engenharia do Paraná (IE²P), a primeira no gênero do país, implantada em parceria com o IEL (Instituto Euvaldo Lodi), integrante do Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), que conferiu ao empreendimento o necessário suporte, inaugurada em 22 de setembro de 2003. O IEP reservou todo o 10º andar do edifício-sede – cujas fachadas externas estavam sendo restauradas – para abrigar a Incubadora, com capacidade para nove empresas, das quais três de alunos de engenharia e profissionais ainda não estabelecidos. Até o final de 2004, eram cinco as empresas incubadas, com a IE²P tendo vários projetos aprovados pela Finep, órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia, pela Fundação Araucária e pelo Sebrae.
Além das várias dezenas de cursos de Educação Continuada e de Especialização, o IEP ousou com a implantação, em parceria com o Lactec (Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento) do qual é um dos cinco associados, de um Mestrado Profissionalizante em Desenvolvimento de Tecnologia, com área de atuação em Tecnologias Energéticas e linhas de pesquisas em energia convencionais, energias alternativas e meio ambiente. O curso, coordenado pelo professor Ney Perracini de Azevedo, iniciou a primeira turma com as 42 vagas preenchidas e foi um sucesso.
No quesito valorização dos associados, a gestão Piva firmou convênio com a Aliança Francesa para uma série de procedimentos com descontos e com a Câmara de Mediação e Arbitragem da Associação Comercial do Paraná para a solução rápida de conflitos entre duas ou mais partes; estabeleceu protocolo de cooperação técnica e científica com a Associação dos Engenheiros do Uruguai, transformou a home page do Instituto em um canal interativo com a comunidade profissional; e introduziu no Mensageiro do IEP uma seção de perfis profissionais, que revelava as várias facetas dos ali retratados.
No âmbito social, prosseguiu com os tradicionais jantares dançantes, inclusive com sorteio de prêmios, promoveu muitos encontros de congraçamento e esportivos. Em sua gestão, o IEP foi campeão paranaense de xadrez, num evento que também teve uma atração especial: uma partida simultânea de xadrez entre o hepta campeão brasileiro e grande mestre internacional Jaime Sunye Neto (que presidiria o IEP no final da década) e 19 sócios ou filhos de sócios. Sunye venceu todos menos um – Ernani Francisco Choma, com o qual empatou.
Piva criou a Roda de Samba, formada por associados com dotes musicais, que se reúnem até hoje toda sexta-feira, das 19h às 22h, no Bar da Amizade; lançou campanha para conquistar mais 1.000 sócios, promoveu curso de bridge, uma feira de decoração e criou a figura do vice–presidente executivo com a missão de coordenar as atividades setoriais, além das diretorias de apoio em vários setores e do Conselho Político do Instituto.
Atualizando o consórcio de automóveis mantido com sucesso pelo Instituto há décadas, foi baixada a taxa do Fundo de Reserva de 5% para 2%. Outra iniciativa foi a formatação do Banco de Ideias, em acordo com os preceitos do Planejamento Estratégico, que passou a reunir, semanalmente, veteranos engenheiros empenhados em produzir, em caráter voluntário, projetos de interesse para a sociedade brasileira, cujos frutos começaram a ser sentidos na gestão seguinte e se incorporaram às atividades rotineiras de um Instituto presente nas discussões dos temas relevantes para o Paraná e para o Brasil.
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PLANO DE SAÚDE, UMA NOVA CONQUISTA
Uma das mais importantes conquistas dos associados do Instituto foi a implantação do Plano de Saúde em convênio com a Unimed, em julho de 2003, com custos reduzidos. Ao final da gestão, participavam do plano cerca de 1.600 pessoas, entre associados e dependentes. Um detalhe importante é que o Plano de Saúde é acompanhado por uma comissão de autogestão.
Durante quase três anos, uma comissão especial trabalhou na modernização do Estatuto do IEP, de maneira a inseri-lo nos preceitos do novo código Civil. A comissão, presidida inicialmente pelo engenheiro Aristides Athayde Cordeiro e depois pelo engenheiro Roberto Gregório da Silva Junior, debruçou-se sobre os 15 capítulos e 105 artigos do Estatuto em vigor então há 42 anos, produzindo uma Carta mais enxuta, de seis capítulos e 42 artigos. A falta de quórum nas assembleias, porém, impediu sua aprovação, que foi postergada para a gestão seguinte.
As quatro Semanas da Engenharia da gestão Piva, sempre recheadas de palestras sobre temas da atualidade e de interesse, registraram algumas mudanças na concessão do Troféu Paraná de Engenharia aos Destaques, que passaram a ter quatro categorias – em Projeto, na Construção, no Ensino de Engenharia e na Política. Em 2001, com solenidade na Sociedade Rio Branco, dia 7 de dezembro, o Engenheiro do Ano foi Eliel Lopes Ferreira Junior, que estava encerrando mandato na presidência do Sinduscon (Sindicato da Construção Civil de Curitiba). Os Destaques foram: em Projeto, arquiteto Manoel Izidro Coelho; Construção, engenheiro civil Marino Garofani; Ensino, engenheiro florestal Sebastião do Amaral Machado; Política, engenheiro civil Marcos Domakoski.
Em 2002, a eleição para Engenheiro do Ano contemplou com o Troféu o ex-ministro de Minas e Energia do governo Fernando Henrique Cardoso, ex-diretor geral da Itaipu Binacional e ex-presidente da Copel Francisco Luiz Sibut Gomide. O arquiteto Elgson Ribeiro Gomes foi Destaque em Projeto; os engenheiros civis Marcos Antonio Stavis, em Construção, Ramiro Wahrhaftig, no Ensino de Engenharia, e Afonso Camargo Neto, deputado federal, em Política. Nesta edição, realizada nos salões do Paraná Clube, uma novidade, a criação do Destaque Acadêmico, sendo escolhido Arthur Medeiros, do último ano de Engenharia da UFPR.
Um ex-presidente do IEP e duas vezes secretário de Estado, Cássio Bittencourt Macedo, que na gestão anterior foi Destaque em Obras Públicas, mereceu dos associados do Instituto o Troféu como Engenheiro do Ano de 2003. Como companheiros de premiação na noite de 21 de novembro, no encerramento da Semana da Engenharia, figuraram como Destaques os engenheiros civis Odenir Müller, Projeto; Ramon Andres Dória, Construção; Hamilton Costa Junior, Ensino; e Eduardo Francisco Sciarra, deputado federal, Política. O Destaque Acadêmico foi Danusa Haick Tavares, do quinto ano da UFPR.
No final de 2004, dia 26 de novembro, também no Paraná Clube, às vésperas de findar a gestão Piva, o Troféu Paraná de Engenharia de Engenheiro do Ano foi conferido a Carlos Alberto (Beto) Richa, recém-eleito prefeito de Curitiba. Os Destaques foram: arquiteto Lineu Borges de Macedo, Projeto; engenheiro civil Raul Ozorio de Almeida, Construção; professor Camil Gemael, Ensino; engenheiro agrônomo Jorge Miguel Samek, Política; e formando Eduardo Patza, Acadêmico.
Ao longo de uma carreira profissional de 39 anos, Gilberto Piva enriqueceu seu currículo com um substancial rol de obras que compõe um acervo técnico de 60.000 m² em pontes e viadutos, 130.000 m² em edificações, 300.000 m² em pavimentação e 100.000 m² adicionais em pavimentação em concreto.
Piva formou-se em Engenharia Civil em 1977, pela UFPR, depois de cursar Edificações pela Escola Técnica Federal, depois Cefet, hoje Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Começou sua vida profissional como estagiário da Prefeitura de Curitiba, foi técnico em edificações em empresas construtoras, assumindo o seu primeiro cargo como engenheiro civil em 1977. A partir de 1981, atuou em várias funções na Construtora Marna, entre as quais supervisor de obras e supervisor comercial, concomitantemente com as de diretor comercial e de responsável técnico pela Tengel (Técnica e Empreendimentos de Engenharia Ltda), da qual é diretor até hoje.
Em 1987, passou a lecionar no Curso de Engenharia Civil da PUCPR. Publicou vários trabalhos técnicos. No IEP, ocupou vários cargos até ser presidente em duas gestões. Foi também secretário da Abenc-PR (Associação Brasileira de Engenheiros Civis) e conselheiro pela mesma instituição. Participou da Comissão de Construção Civil do Coind (Conselho Consultivo da Política Industrial e Comercial do Paraná).
Foi Conselheiro do Crea-PR, assumindo a presidência daquele conselho regional em 1990 e 2011. Destacou-se ainda como membro do Conselho do Litoral pelo Crea-PR e do Conselho de Desenvolvimento da PUCPR, presidente da Comissão de Obras Públicas do Sinduscon-PR, diretor do mesmo sindicato e vice-presidente do Seconci (Serviço Social da Indústria da Construção Civil). Foi diretor de Edificações e 1º vice-presidente da Apeop-PR (Associação Paranaense de Empresas de Obras Públicas do Paraná), que presidiu de 1999 a 2002. Na Câmara Estadual da Indústria da Construção (CBIC), exerceu os cargos de conselheiro, vice-presidente e diretor. Na gestão 2009-2011, foi 1º vice-presidente do CREA-PR.
*Texto extraído do Livro Um Pioneiro A Caminho do Centenário, por Júlio Zaruch.
Assista ao depoimento do Eng. Gilberto Piva no vídeo comemorativo aos 85 anos do IEP.
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A matéria teve a colaboração de Antônio Stramandinoli, Alan Lugarini, Gustavo Halila e Gilder Nader.

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O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná realizou dia 08 fevereiro, a LIVE com o tema Viajando pela Cultura (PARTE 41): “Galícia, além do Caminho de Santiago”. Uma realização da Diretoria de Apoio Sociocultural do IEP.
O palestrante, Luis Alberto Lopez Miguez, é Engenheiro Cartógrafo graduado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 1992. Possui especialização em: Administração, Controle e Monitoramento da Qualidade de Vida Urbana; Emergências Ambientais; Educação e Planejamento Ambiental; Sustentabilidade e Gestão de Cidades.
Atua como coordenador de Geoprocessamento da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Curitiba desde 1992. Coordenou o Sistema de Informações Georreferenciadas do Observatório Regional Base de Indicadores de Sustentabilidade de 2005 a 2011. Ministrou aulas e palestras na área de sistemas de informação em cursos de especialização.
É coordenador da Câmara Técnica de Cartografia, Geociências e Geotecnologias e membro do Conselho Deliberativo do Instituto de Engenharia do Paraná.
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O Instituto de Engenharia do Paraná convida para o lançamento do livro “ANTES DO SEU TEMPO” da editora Inverso. O evento será realizado no dia 28 de fevereiro, às 19h00, no Auditório do 2° andar no IEP.
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Adalnice Passos Lima nasceu em Curitiba, formada em Letras – Português e Inglês – pela Universidade Federal do Paraná, com cursos de especialização em Inglês (Universidade de Warwick – Inglaterra), Gestão Educacional, Educação de Jovens e Adultos e Tecnologias na Educação. Foi professora de Literatura Brasileira no Curso de Letras de Universidade Federal do Paraná. No Colégio Madalena Sofia, na Prefeitura de Curitiba e na Rede Estadual de Ensino fez parte do corpo docente da Educação Básica. Na Secretaria de Estado da Educação integrou a equipe administrativa dos Núcleos Regionais de Educação da Área Norte e Sul, Superintendência de Educação, Departamento da Educação de Jovens e Adultos e Portal Dia-a-Dia Educação. Foi Coordenadora do Centro de Ensino de Línguas Estrangeiras da Secretaria Estado da Educação do Paraná.
Participou do Movimento Bandeirante dos 12 aos 19 anos e, na idade adulta, ocupou vários cargos na Diretoria do Grupo Escoteiro São Judas Tadeu, em Curitiba.
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Presidente do IEP na Gestão de 1997 a 2001
PROPOSTAS PARA CURITIBA
O debate de temas importantes para o futuro de Curitiba foi uma das marcas registradas dos quatro anos de gestão do engenheiro Volmir Selig à frente do IEP: dois mandatos consecutivos, de 1997 a 2001. Eleito dia 14 de janeiro de 1997 em chapa de consenso, que recebeu o nome do professor Luiz Carlos Pereira Tourinho, reuniu as correntes mais representativas da Engenharia paranaense.
Na posse, em 25 de fevereiro, com a presença do prefeito de Curitiba, Cássio Taniguchi, quando o Brasil vivia a primeira década de sua nova Constituição, Selig manifestou sua esperança de que “as reformas constitucionais não nos deixem na frustração, porque elas são a base para se acabar com os desmandos e a deficiência do governo em gerir as coisas públicas (…) Os exemplos do passado nos ensinam que não basta administrar a tecnologia, melhorar os métodos de construção e dos recursos humanos disponíveis. É preciso desenferrujar a administração deste país e direcionar seus objetivos maiores em sentido do desenvolvimento, da geração de empregos, da solução dos problemas sociais e, principalmente, da moralização da aplicação dos recursos públicos”.
Na diretoria do primeiro mandato: Walfrido Victorino Ávila, 1º vice-presidente; Carlos Roberto Fabro, 2º vice; Luz Mitsuaki Sato, 1º secretário; Carlos Afonso Infante da Câmara Teixeira, 2º secretário; João Enéas Ramos de Sá, 1º tesoureiro; Cleber Humphreys, 2º tesoureiro. Na do segundo, cuja eleição foi em 14 de janeiro de 1999, também com chapa única, e a posse, em 24 de fevereiro, Gilberto Piva assumiu a 1ª vice-presidência; Cleber Humphreys ficou como 1º tesoureiro, em razão do falecimento, em outubro de 1998, do engenheiro João Eneas Ramos de Sá; e Nelson Leal Junior foi chamado para a 2ª tesouraria.
A pauta dos grandes debates começou pela nova Lei de Zoneamento e Uso do Solo, que a Prefeitura estava propondo e que iria à análise da Câmara de Vereadores. O IEP apresentou uma série de sugestões, assim como propôs, meses depois, veto à construção de garagens no subsolo de edifícios, “que acarretam problemas estruturais, custos mais elevados e alto consumo de energia para a drenagem do subsolo durante a vida útil do prédio”. A postura pela definição de estacionamentos e de garagens em edifícios de habitação coletiva acima do nível do meio-fio foi transformada em projeto de lei na Câmara Municipal apresentado pelo vereador Antônio Borges dos Reis.
Outra proposta do IEP foi a construção, ao longo das vias públicas, de galerias de uso múltiplo que poderiam abrigar todas as tubulações de energia elétrica, telefonia, gás, águas pluviais, rede de esgotos, organizando tudo e evitando constantes obras de abertura de calçadas e pavimentos. Mudanças no Plano Diretor de Curitiba, com abordagem metropolitana, o novo Código de Posturas, o metrô, o Solo Criado e a adoção do potencial construtivo e vários outros projetos para a Curitiba do futuro, a questão da água no século 21, o Anel de Integração das rodovias paranaenses e obras importantes para o litoral, como a recuperação das praias de Matinhos e de Pontal, também figuraram com frequência nas preocupações do IEP. Selig, como representante do Instituto, integrou o Conselho do Litoral, quando foram criadas as atuais diretrizes do planejamento da região.
O Instituto foi, ainda, uma das entidades promotoras do Acordo de Cooperação Técnica relativo à acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências e idosas, iniciativa do Ministério Público do Paraná e integrada pela Câmara Municipal, Prefeitura e Sinduscon. E passou a integrar o quadro de sócios do Lactec (Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento), ao lado da Copel, Universidade Federal do Paraná, Associação Comercial e Federação das Indústrias.
No âmbito interno, o processo de educação continuada dos associados prosseguiu com bastante ênfase, com quase duas centenas de cursos, que registraram a presença de mais de cinco mil profissionais, permitindo o seu acesso às mais recentes tecnologias construtivas, serviços e produtos, e novos cursos de especialização em nível de pós-graduação. Numa só noite, em maio de 1999, foi registrado um número recorde de participantes de cursos, seminários e palestras, com 350 presenças distribuídas em cinco espaços – auditório, três salas de aula e o Bar da Amizade, no 15º andar, que também cumpria sua função de abrigar eventos. Uma novidade foi o primeiro curso de preparo de calouros para ingresso na universidade, com 240 participantes, em parceria com o Setor de Tecnologia da UFPR, cujo diretor, e associado do IEP, Ivo Brand, foi o mentor.
Em abril de 1998, colocando em prática um dos itens de seu programa de trabalho – a valorização dos profissionais e das entidades de classe – Volmir Selig criou o Espaço das Associações, um andar inteiro no edifício-sede, o terceiro, com cinco salas de trabalho, cada uma destinada a duas entidades, uma de reuniões e um miniauditório -, cuja coordenação foi entregue à Feapar (Federação das Entidades de Engenharia do Paraná). O Espaço foi compartilhado pelo Inapar (Instituto de Engenharia de Avaliações e Perícias), Instituto Paranaense de Engenharia Legal e de Avaliações, Abenc (Associação Brasileira de Engenheiros Civis), associações dos Geólogos, de Engenheiros Mecânicos, de Engenheiros Cartográficos, de Engenheiros Eletricistas, de Engenheiros de Segurança, Associação Paranaense de Impermeabilização e Associação Sul Brasileira da Construção Metálica.
Outra iniciativa que movimentou o IEP nos anos seguintes foi a implantação do Espaço da Mulher, um fórum permanente de palestras, debates e ações objetivando aperfeiçoar a qualidade do dia-a-dia das associadas e esposas de associados. Palestrantes de renome foram convidadas a apresentar temas de interesse, uma delas a vice-governadora do Paraná na gestão de Jaime Lerner, Emília Belinatti. Também as atividades culturais foram incrementadas, com a montagem de várias exposições de artes plásticas de associados, familiares e convidados, no saguão térreo, coordenadas pelo arquiteto Lineu Borges de Macedo.
O Bar da Amizade, no topo do edifício-sede, ponto de encontro tradicional dos associados, foi inteiramente revitalizado, recebendo teto em gesso, nova iluminação, cortinas e mobiliário, transformando-se em mais uma opção para eventos. Ali, aos sábados, Selig introduziu o bufê de feijoada, sempre atraindo levas de associados e suas famílias. Os jantares-dançantes prosseguiram com sorteio de viagens e outros prêmios e um deles foi a Noite Brasil 500 Anos, em homenagem aos cinco séculos do descobrimento. Para os sócios, ainda, cursos de inglês e espanhol, um plano para a aquisição de telefone celular digital e um convênio com a Associação Comercial do Paraná para usufruir dos serviços prestados por aquela entidade.
O Troféu Paraná de Engenharia foi conferido, em 1997, ao ex-ministro, ex-presidente do Instituto e reitor da PUCPR Euro Brandão; 1998, ao prefeito Cássio Taniguchi, com a festa de encerramento da Semana de Engenharia sendo realizada nos salões do Clube Curitibano; em 1999, ao ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, representado na solenidade, no Clube Concórdia, por seu pai, o professor e também engenheiro Eurico Dacheux de Macedo.
Nessa edição do Troféu, Selig inovou e criou mais cinco prêmios – os Destaques. Os escolhidos foram Alberto Accioly Veiga Filho, Destaque na Construção Civil; Bernardo Guiss, em Obras Públicas; Augusto Canto Neto, no Serviço Público; Ivo Brand, no Ensino da Engenharia; e Antonio Borges dos Reis, na Política. Duas presenças especiais na solenidade: a do presidente do Confea (Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, Henrique Ludovice, e o presidente da WFEO/FMOI (Federação Mundial de Organização de Engenheiros, com sede em Madri, Espanha), José Medem Sanjuán, cuja visita mereceu placa comemorativa na sede do IEP.
Em 2000, outro ex-ministro, e também ex-prefeito de Curitiba, Ivo Arzua Pereira, foi agraciado com o Troféu, entregue no encerramento da Semana da Engenharia, na Sociedade Thalia. Como Destaques, foram premiados os engenheiros Dante Bianco, Construção Civil; Cássio Bittencourt Macedo, Obras Públicas; Carlos Afonso Teixeira de Freitas, Serviço Público; Ney Fernando Perracini de Azevedo, Ensino de Engenharia; e Luciano Pizzatto, Política.
Gaúcho de Passo Fundo, onde nasceu em 11 de setembro de 1946, Volmir Selig viveu em Curitiba desde os 20 anos, formando-se engenheiro civil pela UFPR na turma de 1972. Iniciou suas atividades profissionais na Sanepar no ano seguinte, mas logo deixou a empresa para ser diretor técnico da Construtora Vaticano. Desde então exerceu atividades na área da construção civil, sendo responsável, como sócio da P.P.C. Construtora de Obras Ltda., pela implantação das duas primeiras etapas do projeto Ferrovila, executadas em parceria com a Cohab/Curitiba e o antigo Banco Bamerindus.
Foi fundador, sócio e diretor de Engenharia da Héstia Construções e Empreendimentos Ltda, empresa derivada da cisão da Previse Construções e Empreendimentos Ltda. Em seu currículo constam aproximadamente 400 edifícios construídos com um total de 10.000 apartamentos, onde reside uma população aproximada de 30.000 pessoas, maior do que 40% dos municípios do Paraná.
Selig participou ativamente da atividade classista desde 1975, a começar pelo Sinduscon/PR (Sindicato da Indústria da Construção), onde ocupou vários cargos na diretoria. Em duas gestões não consecutivas, foi presidente da Ademi (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário), da qual foi um dos fundadores, tendo organizado a Ademilar – Administradora de Consórcio S/A, primeira empresa nacional de consórcio imobiliário com capital de empresas de construção civil.
Faleceu aos 67 anos, em 9 de junho de 2014, em decorrência de complicações cardíacas.
*Texto extraído do Livro Um Pioneiro A Caminho do Centenário, por Júlio Zaruch.
Assista ao depoimento do Eng. Volmir Selig no vídeo comemorativo aos 85 anos do IEP:
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O dia 06 de fevereiro é uma data muito importante para o Instituto de Engenharia do Paraná, pois foi em 06 de fevereiro de 1926 que um grupo de corajosos engenheiros com visão de futuro criaram a entidade.
Neste ano o IEP completou 98 anos de sua existência e para celebrar este dia tão marcante estiveram na cerimônia de abertura do evento: Presidente do IEP, o Engenheiro José Carlos Dias Lopes da Conceição; Secretário de Estado das Cidades e Vice-Prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel; Presidente do Lactec, Luiz Fernando Vianna; Deputado Estadual Fabio Oliveira; Representando a Câmara Municipal de Curitiba, Bruno Pessuti; Representando o Presidente do CREA-PR, Clodomir Ascari, o Diretor Rafael Erico Kalluf Pussoli; Secretário do Governo Municipal de Curitiba, Presidente do IPPUC, e palestrante da noite Luiz Fernando de Souza Jamur abordando o tema “O Planejamento Urbano de Curitiba e seu Futuro”.
Além da presença de outras autoridades: ex-Vereador Geovane Fernandes; Vereador Mauro Bobato; Vereador Mauro Ignácio, Vereadora Amália Tortato; Secretário Municipal de Desenvolvimento da Região Metropolitana, Leverci Silveira Filho; Diretor Regional do Instituto de Engenharia, Eng. Bernardo Levino dos Santos.
O Presidente do IEP, Engenheiro José Carlos Dias Lopes da Conceição e os ex-Presidentes, Cassio José Ribas Macedo, Gilberto Piva, Horácio Guimarães, Jaime Sunye Neto, José Rodolfo de Lacerda, Luiz Cláudio Mehl, Nelson Luiz Gomez e Ney Fernando Perracini de Azevedo, foram convidados a subir ao palco para uma singela homenagem e foto para marcar os 98 anos do IEP. Além dos diretores da atual gestão que estavam presentes, Rodrigo Pasqual e Antônio Borges dos Reis.
Ainda nesta noite o Deputado Estadual Fabio Oliveira fez uma Menção Honrosa ao IEP, e os Vereadores Mauro Bobato e Bruno Pessutti entregaram Votos de Louvor pelos 98 anos do Instituto.
Para encerrar, foi apresentado um vídeo da revitalização da portaria e do Mural da Engenharia. Todos os presentes foram convidados a ficarem em pé para cantar os parabéns pelos 98 anos do Instituto de Engenharia do Paraná e para acompanhar o descerramento das placas da Revitalização e do Mural da Engenharia.
A noite terminou com um delicioso coquetel servido pela Villanueva Gastronomia.
Parabéns, IEP – INSTITUTO DE ENGENHARIA DO PARANÁ por seus 98 anos de história e amor à Engenharia.
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Assista ao evento completo transmitido no canal do IEP no YouTube:
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O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná, por meio da Diretoria de Apoio Sociocultural, convida a participar da Degustação de Cervejas Artesanais, no dia 23 de fevereiro, às 19h no Espaço Gourmet, com o Sommelier André Porto.
André Porto é bacharel em Administração de empresas, pós-graduado em enologia e Sommelier com especializações nacionais e internacionais como Federazione Italiana Sommelier – FISAR, Associatione de la Sommeliere Internacionalle – A.S.I., Associação Brasileira de Sommelier – ABS, Europe Academy For Education – Wine Master Piemonte, Wine & Spirit Education Trust, Chef de Cuisine pelo Centro Europeu e Beer Sommelier. Atua na área comercial e de treinamento da Vinícola Casa Valduga, professor do curso de Sommelier do Centro Europeu, palestrante e consultor na área de treinamentos direcionados à área de vinhos e cervejas artesanais.
A degustação de cervejas artesanais pode ser uma experiência sensorial incrível para quem gosta de entender os processos de fabricação dessa bebida tão apreciada. Para acompanhar nada melhor do que a “comida de boteco”, uma combinação perfeita.
Venha apreciar uma das bebidas mais consumidas no Brasil e no mundo.
- Data: 23/02/2024 (sexta)
- Horário: 19h00
- Local: Espaço Gourmet
Adesão:
- Associado: R$ 70,00
- Não Associado: R$ 100,00
Adesões através do WhatsApp (41) 98527-2640.
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