Na noite desta quinta-feira, dia 01 de fevereiro, Instituto de Engenharia do Paraná e o TECPAR – Instituto de Tecnologia do Paraná, realizaram a Palestra: Visão 20/20: Explorando o Mundo através da Visão Computacional com o palestrante Leonardo Marques de Souza. O evento foi uma promoção da Câmara Técnica de Telecomunicações e Conectividade do IEP.

A palestra tratou sobre a evolução da tecnologia, Big Data e Inteligência Artificial. Para concluir foi realizado um debate sobre o assunto.

Acompanhe algumas fotos do evento:

Presidente do IEP nas Gestões de 1973 a 1987 e 1993 a 1995

Engenheiro, professor e general de brigada da reserva Luiz Carlos Pereira Tourinho, filho do fundador da entidade Plínio Alves Monteiro Tourinho. Foram sete gestões consecutivas, entre 1973 e 1987, e a oitava, no biênio 1993-1995, depois de três períodos administrativos do engenheiro Ney Fernando Perracini de Azevedo.

Tourinho foi indicado para concorrer à presidência pelo seu antecessor, Cássio Bittencourt Macedo, que preferiu abrir mão da prerrogativa da reeleição para se dedicar às atividades profissionais e empresariais. Exatos 682 votantes sufragaram seu nome na Assembleia Geral do dia 15 de janeiro de 1973. A posse foi no 47º aniversário do IEP, dia 6 de fevereiro.

Na diretoria, que praticamente repetiria para o segundo mandato, formaram também: Ney Simas Pimpão, 1º vice-presidente; Cláudio José Antunes; 2º vice; Ney Fernando Perracini de Azevedo, 1º secretário; Rubens Curi, 2º secretário; João Enéas Ramos, de Sá, 1º tesoureiro; e João Bley do Amaral, 2º tesoureiro. As mudanças foram José Mário Lírio Reis, como 1º tesoureiro, e João Enéas, como 2º tesoureiro.

Nas duas gestões seguintes (1977-1979 e 1979-1981), Luiz Carlos Pereira Tourinho formou a diretoria com Paulo Munhoz da Rocha, 1º vice-presidente; Jeferson Weigert Wanderley, 2º vice; Ney Fernando Perracini de Azevedo, 1º secretário; Shido Ogura, 2º secretário; João Eneas Ramos de Sá, 1º tesoureiro; e Bernardino Campos Filho, 2º tesoureiro.

Concorrendo sempre em chapa única, com apenas uma exceção, em 1983, Tourinho cumpriria mais três mandatos consecutivos: 1981-1983, com eleição dia 12 de janeiro, na companhia de Renato Meister, 1º vice-presidente; Inaldo Ayres Vieira, 2º vice; Ney Perracini de Azevedo, 1º secretário; Eliseu Lacerda, 2º secretário; João Enéas Ramos de Sá, 1º tesoureiro; e Djalma Costa Palmeira, 2º tesoureiro; no de 1983-1985, que reuniu o número recorde de eleitores, até então – 1.027, em 10 de janeiro, Ney Simas Pimpão volta à 1º vice-presidência e Archimar Antonio Viana Amorim é o 2º vice; os demais cargos permanecem inalterados.

Nesse pleito, o professor Tourinho foi surpreendido pelo aparecimento de um candidato concorrente – Mário Fortes Braga, que havia ingressado como sócio do IEP em 29 de novembro de 1982, ou seja, poucos dias antes do prazo final para o registro das chapas. Tourinho obteve 879 votos (85,6%) contra 140 de Braga, sete nulos e um em branco.

Na gestão 1985-1987, uma novidade: duas mulheres participam, pela primeira vez da diretoria. Ney Fernando Perracini de Azevedo sobe à 1a vice-presidência, Afonso Celso Frega Beraldi é 2º vice; Maria Aparecida Garcez Beckert, 1º secretário; Gilberto Piva, 2º secretário; João Enéas Ramos de Sá, 1º tesoureiro; e Tamara Lepca Maia, 2º tesoureiro.

Meses depois de assumir pela primeira vez, Tourinho aprovou em assembleia realizada dia 12 de novembro autorização para a hipoteca de bens patrimoniais do IEP, visando à operação financeira que possibilitasse recursos para a conclusão da sede. Ao mesmo tempo, obteve do governador em exercício João Mansur – que assumiria interinamente em razão da morte de Parigot de Souza, até a eleição, pela Assembleia Legislativa, de Emílio Gomes e Jayme Canet Junior, governador e vice –, a sanção da lei estadual nº 6.431, de 19/7/73, que autorizava o Poder Executivo a anuir no contrato de hipoteca, uma vez que, na doação do terreno, o Estado havia incluído uma cláusula de inalienabilidade do imóvel.

Foi, então, contratado um empréstimo de um milhão de cruzeiros junto à Caixa Econômica Federal do Paraná, com juros de 8,65% ao ano, para pagamento em 10 anos, o que assegurou o acabamento da obra, com revestimento dos pisos e dos sanitários, esquadrias do 7º ao 16º andares, pintura interna e externa e a aquisição dos dois elevadores, instalados em meados de 1975. A quitação foi possível com recursos próprios do Instituto, o aluguel de 12 pavimentos e de duas lojas, além de uma contribuição voluntária de cinco cruzeiros por associado, inclusive remidos, destinada à regularização de débitos junto à Previdência Social. A última parcela do empréstimo foi paga em outubro de 1985.

A inauguração do edifício-sede, que passaria a ser chamar Edifício Plínio Alves Monteiro Tourinho, marcou o cinquentenário do IEP: no dia 4 de fevereiro de 1976, às 19h, foi descerrada a fita simbólica, seguindo-se sessão solene e abertura de exposição técnica; no domingo, dia 6, foi celebrada pela manhã, missa em ação de graças na igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, com as festividades sendo encerradas com jantar de confraternização no Clube Concórdia. O ano de 1976 foi pródigo em exposições, cursos e palestras que seriam, dali em diante, uma das marcas registradas do Instituto. Em parceria com a Aliança Francesa de Curitiba e a Associação Brasileira dos Estagiários na França, foi montada uma exposição sobre o metrô de Paris.

Em março de 1975, o IEP anunciou sua intenção de alugar vários pavimentos do prédio e que “na seleção de inquilinos será dada prioridade a entidades de classe, escritórios de engenharia e a empresa relacionadas com a profissão”. Dez pavimentos acabaram sendo locados ao Banco Regional de Desenvolvimento Econômico (BRDE), que instalou uma recepção no térreo, o que obrigou o IEP a separar o acesso às suas dependências, com um gradil; ao fundo do espaço, antes das escadas, “as gravuras das duas primeiras obras de engenharia imperial – a Graciosa e a Ferrovia de Paranaguá”, como consta de um relatório de gestão.

Os jantares festivos para associados ganharam ênfase sob a presidência de Luiz Carlos Pereira Tourinho, inclusive com versões temáticas. Tourinho criou, também, os almoços e jantares “do papo”, reuniões informais de associados por adesão em diferentes restaurantes da cidade, e abrigou a Boatinha criada pelo Daep (Diretório Acadêmico de Engenharia do Paraná), que passou a ser gerida pelo recém fundado Departamento Universitário do Instituto.

Outra herança do Daep foi a Revista Técnica: com a reforma universitária decretada pelo governo federal, os diretórios acadêmicos foram extintos. O acadêmico Ivo Mendes Lima, último presidente do Diretório naquela fase (e primeiro diretor universitário do Instituto) transferiu a revista para o IEP, no final da gestão de Cássio Bittencourt Macedo. A primeira edição sob a chancela do Instituto foi lançada por Tourinho em dezembro de 1973, com a coordenação do professor Ney Perracini de Azevedo. No total, foram para o prelo 39 números.

Também foram reeditadas novas versões do famoso Chá Dançante de Engenharia, que marcou época nas décadas de 1940 e 1950, ainda hoje lembrado com muita saudade pelos mais antigos. Os encontros dos sábados pela manhã no Bar da Amizade foram consolidados, as atividades esportivas, incrementadas, deu-se forma definitiva à galeria de ex-presidentes e uma biblioteca foi instalada na sede.

O IEP, na gestão de Tourinho, em 1975, batalhou pela criação da regional do Paraná da Rede Ferroviária Federal, com gestões junto ao ministro dos Transportes, Dirceu Araújo Nogueira; em março do mesmo ano, o diretor geral da RFFSA, general Milton Gonçalves, visitou o IEP para discutir a questão, que acabou se concretizando.

Em 1980, o IEP sediou o II Congresso Latinoamericano sobre Métodos Computacionais para a Engenharia e o IV Simpósio sobre Sistemas Computacionais para a Engenharia Civil. Em outra oportunidade, trouxe de São Petersburgo, Rússia, para uma palestra, o professor de Transmissão de Energia Elétrica Georgy Nokolaevitch Aleksandrov, com a colaboração do associado Gregório Bussyguin. Aliás, ao longo de suas oito gestões o IEP sempre foi pródigo em eventos técnicos de todos os matizes, sempre com auditório lotado. Em 1982, Tourinho promoveu um debate com o governador recém-eleito José Richa sobre as grandes questões da Engenharia, da situação funcional de engenheiros servidores do Estado e de prestigiamento às empresas paranaenses. Em 1984, conquistou para Curitiba o 7º Enco (Encontro Nacional da Construção), realizado de 15 a 19 de julho.

Em 6 de outubro de 1982, foi comemorado o centenário de nascimento do fundador do Instituto de Engenharia, Plínio Alves Monteiro Tourinho, em evento conjunto do IEP, Instituto Histórico e Geográfico do Paraná, UFPR, Crea-PR, Sindicato de Engenheiros e Academia Paranaense de Letras.

O professor Luiz Carlos Pereira Tourinho, que nasceu em Curitiba, em 19 de dezembro de 1913, cursou a Escola Militar do Realengo e a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, ambas no Rio de Janeiro. Diplomou-se engenheiro civil em 1938, pela Escola de Engenharia da Universidade do Paraná. Foi diretor geral do Departamento de Estradas de Rodagem no governo Bento Munhoz da Rocha Neto, autor do plano rodoviário do Paraná, introdutor da aerofotogrametria no estudo de estradas e iniciador da pavimentação asfáltica no Paraná. Participou da Comissão de Estradas de Rodagem Paraná-Santa Catarina, foi engenheiro-chefe na exploração e construção da rodovia Curitiba-Joinville, entre várias outras, construiu quartéis e coordenou o estudo de viabilidade econômica da malha ferroviária PR/SC.

Foi diretor técnico da Copel, assessor do Instituto Brasileiro do Café, interventor do Instituto Brasileiro de Reforma Agrária, diretor da Escola de Engenharia e chefe do Departamento de Transportes do curso de Engenharia Civil da UFPR, onde lecionou em vários cursos, tendo sido paraninfo e patrono de 15 turmas de engenheiros, além de instrutor-chefe no CPOR.

Tourinho foi deputado federal pelo Paraná na legislatura 1955-1959, presidente do antigo Partido Social Progressista, candidato a governador do estado e a prefeito de Curitiba. Escritor e historiador, presidiu por longo tempo o Instituto Histórico e Geográfico do Paraná e foi membro da Academia Paranaense de Letras. Foi conselheiro federal junto ao Confea e vice-presidente da Febrae – Federação Brasileira de Associações de Engenheiros. Em 1991, foi um dos quatro engenheiros brasileiros homenageados com a primeira Medalha do Mérito do Sistema Confea/ Creas, pelos relevantes serviços prestados à Engenharia, mesmo motivo que o levou a ser escolhido o primeiro Engenheiro do Ano, honraria instituída pelo IEP em 1995, recebendo o Troféu Paraná de Engenharia.

*Texto extraído do Livro Um Pioneiro A Caminho do Centenário, por Júlio Zaruch.

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Engenheiro Ambiental: você está de parabéns!

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O IEP – Instituto de Engenharia do Paraná realizará no dia 27 de fevereiro, às 07h30, o CAFÉ DA MANHÃ com o Engenheiro Namir Piacentini, abordando o tema: “50 anos de História da Construtora Piacentini”.

Namir Piacentini estudou no Colégio Paranaense Internato dos Irmãos Marista por 8 anos. Foi ali que desenvolveu habilidades escolares, esportivas e políticas, além de moldar sua personalidade e caráter. É engenheiro civil pela Universidade Federal do Paraná, turma de 1973. Atuou como Deputado Estadual do Paraná em dois mandatos legislativos, além de já ter sido Vice-Prefeito de Campo Mourão.

Os anos escolares em colégio interno e a experiência na engenharia formaram as bases, enquanto a mudança para Curitiba nos anos 90 marcou o início de uma era de grandes transformações.

É sócio fundador da Construtora Piacentini, e atua no ramo da construção civil há 50 anos. Atuam nos mais diversos segmentos do mercado de Construção Civil, no entanto as construções habitacionais para a população de baixa renda são o principal segmento de atuação, demonstrando comprometimento com a responsabilidade social.

Atualmente, se dedica em projetos de cidades inteligentes, como o Bairro Planejado de Ponta Grossa. Uma ideia inovadora que impulsiona a cidade em questões sociais, educacionais e econômicas.

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Na primeira Sessão Plenária do Crea-PR de 2024 que aconteceu na sede do IEP nesta quarta (24) o Conselheiro, Eng. Rafael Pussoli foi eleito como diretor do CREA-PR.

Saiba que são os diretores do CREA-PR para o mandato em 2024: Vice-presidente: Engº. Civ. Margolaine Giacchini; 1º diretor administrativo: Engº. Civ. Decarlos Manfrin; 2º diretor administrativo: Engº. Agr. Orley Jayr Lopes; 1º diretor secretário: Engº. Eletric. Ricardo Bertoncello; 2º diretor secretário: Engº. Civ. Rafael Erico Kalluf Pussoli; 3º diretor secretário: Engº. Mec. Carlos Alberto Bueno Rego; 1º diretor financeiro: Engº. Eletric. Fernando Felice; 2º diretor financeiro: Engº. Seg. Trab. Vergínio Luiz Stangherlini.

Presidente da Gestão 1969 – 1971

O biênio administrativo comandado pelo engenheiro Paulo Augusto Wendler foi decisivo para o futuro do IEP, pois, no período, foi concluída toda a estrutura do 4º ao 15º pavimentos, inclusive a laje de cobertura, a caixa d’água superior e os poços dos elevadores.

Em sua gestão, foi incorporado ao patrimônio do Instituto uma quadra de terreno em Guaratuba, doada pela Prefeitura local, evento que mereceu almoço de confraternização de associados naquele balneário paranaense, com a presença do prefeito e de outras autoridades.

Wendler conduziu uma série de jantares e outros eventos festivos, sempre atraindo para o recinto do IEP as famílias dos associados, e promoveu uma série de cursos e palestras, que também marcaram a Semana do Engenheiro de 1970. E iniciou os contatos para que Curitiba recebesse a VII Convenção Nacional de Engenheiros, em parceria com a Febrae (Federação Brasileira de Associações de Engenheiros), que seria concretizada na gestão seguinte, de Cássio Bittencourt Macedo.

As primeiras providências para a VII Convenção foram delegadas à uma comissão organizadora composta dos engenheiros Harro Olavo Müller, Vicente Montanha, Luiz Renato de Abreu Mäder, Mario De Mari, João Dernísio Puppi e Elgson Ribeiro Gomes.

Nascido em Curitiba, em 20 de maio de 1922, o engenheiro civil e professor Paulo Augusto Wendler demonstrou desde a infância a sua aptidão para cálculos. Tanto é verdade que diplomou-se pela Escola de Engenharia da Universidade do Paraná, em 1946, mantendo o primeiro lugar em sua turma durante os cinco anos de curso. Tal distinção nos estudos foi reconhecida pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia que, de imediato, lhe outorgou o Prêmio Lysimaco Ferreira da Costa, em 5 de dezembro de 1951. Anos mais tarde, diplomou-se pela Escola Superior de Guerra no Rio de Janeiro.

Dotado de profundo conhecimento na área de cálculo estrutural, Paulo Augusto Wendler exerceu o magistério lecionando na Escola de Oficiais Especialistas de Infantaria de Guarda da Aeronáutica. Também foi professor titular da disciplina de Resistência dos Materiais na Escola de Engenharia da Universidade Federal do Paraná, tendo ali lecionado desde a sua graduação até atingir a idade da aposentadoria compulsória.

Vários projetos estruturais tiveram a sua assinatura, como a cobertura do Teatro Guaíra, o Teatro da Reitoria, a Igreja Matriz de Cascavel, o Hospital de Clínicas e o Centro Politécnico da UFPR. Em 30 de Março de 1995, recebeu da Câmara Municipal o Prêmio Cidade de Curitiba pelos relevantes serviços prestados à comunidade curitibana.

*Texto extraído do Livro Um Pioneiro A Caminho do Centenário, por Júlio Zaruch.

O Instituto de Engenharia do Paraná – IEP irá completar 98 anos em 2024 e convidamos para o evento de “Comemoração aos 98 anos do IEP” que contará com a palestra “O Planejamento Urbano de Curitiba e seu futuro”.

O tema será abordado pelo Secretário do Governo Municipal e Presidente do IPPUC, Luiz Fernando de Souza Jamur, Engenheiro Civil formado pela PUC-PR. Funcionário de carreira da Prefeitura de Curitiba, começou a trabalhar no município em 1983, como estagiário na secretaria de obras. Foi secretário de Urbanismo da Prefeitura de Curitiba entre 2002 e 2004 e de 2005 a 2010. Entre 2010 e 2012 foi secretário de Governo da capital. Respondeu pela diretoria-geral da Paraná Edificações, autarquia do governo do Estado, entre 2013 e 2016. Tem especialização em Gestão Pública e MBA em Gestão de Cidades (ambos pela Spei), além de uma pós-graduação em Ciências Políticas (pelo Insulpar).

Faz parte da comemoração de aniversário, o Lançamento do Mural da Engenharia, em seguida coquetel.

O IEP completa 98 anos renovando e atuando para trazer novidades e tecnologias a todos os profissionais da Engenharia, Agronomia, Arquitetura e Geociências, sempre buscando impactar positivamente no desenvolvimento e na causa paranaense.

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Pensando no bem-estar do associado e seu familiar, o IEP traz um novo parceiro: “Geração Saúde – Cuidadores de Idosos”. A GS trabalha com cuidadores de idosos para cuidar em casa ou acompanhante para o hospital.

Entre em contato e saiba mais:
• Endereço: Rua Padre Anchieta, 2050 – Sala 1.505 – Bigorrilho.
• Telefone: (41) 99648-4422

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O Presidente do IEP, Engº. José Carlos Dias Lopes da Conceição, acompanhado do Conselheiro, Engº. Rafael Pussoli, visitaram ontem (22) o Secretário do Governo Municipal e Presidente do IPPUC, Engº. Luiz Fernando Jamur.

A visita foi com o objetivo de entregar em mãos o convite para o Engº. Luiz Fernando Jamur a proferir palestra na comemoração dos 98 anos do IEP.